Poemas de Mario Quintana sobre Maes

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“No final, é sobre ter paz, caminhar com propósito e deixar cada um pensar o que bem entender.”

⁠Ninguém tem poder sobre as nossas decisões, pois essa missão cabe somente a nós. Viemos a esta vida justamente para aprender a ter total responsabilidade pelas nossas escolhas.

Ninguém tem poder sobre as nossas decisões. Viemos nesta vida justamente para aprender a ter responsabilidade por nossas escolhas.

⁠O olhar estrutural sobre as relações raciais nos leva a concluir que a responsabilização jurídica não é suficiente para que a sociedade deixe de ser uma máquina produtora de desigualdade racial.

Não consigo conversar sobre política de maneira saudável quando eu enxergo que a pessoa só está olhando pro próprio umbigo.

Seja você sempre. Deixe suas digitais por onde passar.
No fim, não é sobre perfeição — é sobre as marcas que só você pode deixar.

A taxa de franquia é o primeiro teste da franqueadora.
Não é só sobre o valor. É sobre o que está incluído — e se a franqueadora sabe explicar.

Davi só se tornou rei e governou sobre povos porque antes se colocou entre ursos e leões para servir ovelhas. Quem não é fiel no pasto (anonimato) jamais será aprovado no trono.

A maior batalha é a travada contra a nossa própria sede de posse e controle sobre o que não nos pertence.

A arquitetura do caráter se ergue não sobre intenções, mas sobre a fundação cotidiana de pequenos hábitos.

O passado só tem poder sobre você se a sua memória for mais forte do que a sua vontade de seguir em frente.

É como se fosse um escombro sobre meus ombros sinto pesado, porque as ruínas do nosso passado nos pesam mais que o presente.

A meditação sobre a cruz não é a simples lembrança de um patíbulo antigo, mas a revelação mais pungente da lógica divina, que o Amor, para ser completo, precisou do maior dos sacrifícios. Penso nas incontáveis glórias que adornavam a Divindade e na Sua voluntária renúncia a toda majestade, trocando o esplendor eterno pela fragilidade humana e, finalmente, pela dor do lenho ensanguentado, um ato de desprendimento tão radical que redefine o conceito de misericórdia. Não existe medida humana para calcular a profundidade desse abismo de Graça, é um amor que se fez ponte, custando a própria Vida, e que por isso exige, da minha alma resgatada, o tributo eterno.

A fé é a única ponte que nos permite caminhar sobre o abismo da incerteza sem cair.

O problema não é o que os outros acreditam sobre a sua dor, mas você se convencer de que ela não é real.

A vida cristã não é sobre religiosidade vazia ou rituais sem significado, mas sim sobre a intimidade profunda e o relacionamento sincero de um filho com o seu Pai celestial, que nos acolhe incondicionalmente. A nossa morada, o nosso tesouro e o nosso maior desejo é a Sua presença, e o nosso coração se recusa a ser um templo silencioso, entregando-se como um altar vivo de adoração e serviço. Toda honra e toda glória pertencem a Ele, e a nossa jornada se resume em buscar o sobrenatural, permitindo que o Seu Mover nos consuma por inteiro.

A vida é sobre colecionar almas, não coisas, porque as coisas enferrujam, mas as conexões te salvam do vazio.

O perdão que me salva é lento e sem lampejos. Ele se instala como casa simples, tijolo sobre tijolo. Não é espetáculo, nem notícia de jornal. É a rotina de admitir e soltar ao mesmo tempo. E aí a alma respira sem urgências.

A dor é o único mestre que nunca mente, ela nos despe de todas as vaidades até que sobre apenas o osso da nossa fragilidade radical.

A vida não é sobre chegar ao topo da montanha, mas sobre o que você escreve nas pedras enquanto está tentando não escorregar no barro da encosta. O topo está sempre nublado, a beleza está no esforço da subida e nas feridas que o caminho nos deixa de presente.