Poema o Mundo Gira
Se existe coisa mais bela no mundo,
Que um sorriso bobo,
Inda não encontrei.
Caso não queira-me como teu,
Deixe-me ficar com tua pena,
Já que não voo, nem me vou,
Poderei ao menos permanecer,
Respirando
Alto,
Floreando
Amores.
Principessa minha.
Ela ainda não sabia,
Mas era dona da matéria-prima,
Com que os encantamentos eram feitos.
Permita-me,
Converter-te no próprio amor
E o amor próprio,
Que se ame.
Boa e Velha Selvageria
Eles querem
Adestrar todo mundo,
Querem todos
Mansos e humildes;
Risadinhas,
Aplausos e brindes;
Risadinhas,
Aplausos e brindes;
Mas nosso espírito
É indomável
E não se dobra
Com palavras vazias.
Só podemos
Prometer a eles,
Nossa boa e velha
Selvageria.
Eles mataram o mundo, enquanto
Dormíamos tranquilamente,
Sonhando com um futuro,
Em nossa ingenuidade permanente,
Esquecemos, que para fazer planos
É necessário um presente.
não permita que o mundo
lhe tome a sensibilidade,
ela é a maior arma que tens,
para defender-se de si mesma.
Somos puritanos vencidos,
Infames, reles bandidos,
Monarcas do amor e do mundo,
Românticos desconhecidos.
O contrário de deslumbrante,
Até que seria um título instigante:
“O mito que o mundo não conheceu”
Ele não viveu feliz para sempre, mas viveu.
O Mito que o Mundo não Conheceu
No fundo ainda sou aquele garoto,
Que sonhava em ser herói,
Salvar a ninfa, abater o nefasto,
Um garoto com um hobby que não dói.
Entretanto, a ninfa não me quis,
Mas ainda nos trombamos,
Nossos olhos se fitam, ela diz:
Como vão os seus planos ?
Respondo: vão bem e vós ?
Completa: eu também.
A isso se resume o veloz
Contato apaixonante que a gente tem.
Sou o sapo que não foi beijado,
Um sapo desencantado.
Já o nefasto, subestimei-o;
Se promoveu e saiu.
Quando foi transferido
Do departamento, gargalhou e riu.
Encerrou-se aí o grande confronto.
O heroísmo me levou a um cortiço,
Afastado, mal localizado, onde me entoco.
Pago aluguel do buraco,
Prestes a ser interditado,
Saio ou serei despejado.
Recebo um salário mirrado,
Similar a infiltração na parede de onde esquivo.
Deleito-me nos passeios de coletivo.
O contrário de deslumbrante,
Até que seria um título instigante:
“O mito que o mundo não conheceu”
Ele não viveu feliz para sempre, mas viveu.
Mas nem tudo tá perdido,
Nesse mundo de heresias,
Vô acendê uma fogueira
E juntar a bruxaiada,
Vamo fazê um churrasco
E dá uma proseada.
Ela seguia,
num esforço monumental,
para ser igual a todo mundo.
todavia a pobrezinha
não percebia,
que era justamente isso,
que a entristecia.
10 Mil Versos
numa Porção
de Existência
Humano mundo lugar horrível,
Espaço vasto
E detestável.
Escorre o tempo esperança escoa,
Pomposo pasto
Do abominável.
Sopra milésimos tomamos fôlego,
Reluz o astro,
Luz-adorável.
Pralém da úlcera estomacal,
Das queimações,
Doída azia.
Desponta arte musicam dança,
Poemas brotam,
Revolesia.
Musicam dança poemas brotam,
Despontar-te,
Revolesia.
Rugido Irreprimível
Os que sobreviverem
se lembrarão
E o mundo resistirá
ao seu algoz;
Aqueles que sobrevivem
sempre se lembram;
Se houve um "pré",
haverá um "pós".
Então,
o rugido audível insurge,
Rompendo irreprimível
com a opressão;
A calorosa esperança,
enfim ressurge,
Proporcionando à vida
tua ascensão.
(Michel F.M. - Pairar Incansável da Fênix Sublime) ©
Historia, geografia a
matemática
Com ela a trigonometria
Pra explicar tudo como seria
Um mundo uma enigmática
Triangulo redondo ou
quadrado,
Alvitrio de um sonho estranho
No meio sou parte do rebanho
Do submundo ao monte
sagrado!
Linda abóbada celeste
Como que tu se veste
D'um lindo céu repleto
Lumiar da estrela guia
Luzeiro separando a noite do
dia
Explica-me ó Grande Arquiteto
Missias:.
A Esperança
O mundo no apogeu
A bolsa de valores crescente
A burguesia contente
Uma doença apareceu
O dinheiro precário
Os shows sem maravilha
E pais perdendo filha
O universo temerário
Rogando acabar com as dores
Continuar plantando flores
Que isto acabe um dia!
Conclamamos à medicina
A esperança com a vacina
De sepultarmos
a pandemia.
Missias fev/21
AMIGO
A vida é apenas uma passagem
Neste mundo estamos de viagem
Se achar um grande ouro
Valioso é esse tesouro
Assim se vai devagarinho
Da juventude até a velhice
Com amor muito carinho
Com limite até pra idiotice
Buscando a felicidade
Sem usar da Maldade
Graças a grande sorte
Guarde bem esse amigo
Se precisar de-lhe abrigo Até que se quebre com a morte.
Navegando Conexões
Nas ondas digitais, eu velejo com emoção,
Conectado ao mundo, numa jangada de informação,
Minha home-page, meu refúgio de expressão,
Na vastidão da rede, sigo a minha inspiração.
Com gigabytes de paixão, crio meu próprio site,
Nas linhas e nos versos, o meu sonho ressurge a mil,
Na internet, um universo a me envolver,
No teclado, minha voz, meu jeito de viver.
Em cada clique, uma viagem ao desconhecido,
A vazante da infomaré leva meu conteúdo atrevido,
E nas asas do meu e-mail, mensagens vão voar,
De Calcutá a Helsinque, histórias vêm me encontrar.
Quero promover debates, unir corações distantes,
Reunir tietes de diferentes continentes,
Na rede, ecoa a melodia do meu ser,
Em cada link, a chance de aprender e crescer.
Mas, cuidado, hackers rondam como o marfim,
Vírus misteriosos, desafio sem fim,
No entanto, sigo firme, na web vou navegar,
No encontro de culturas, minha essência encontrar.
Nas letras e nas notas, sou poeta e compositor,
Na sinfonia da vida, sou autor e ator,
Conectando corações, buscando a harmonia,
Nessa imensa teia, sou a voz da poesia.
Que este poema lírico seja o elo em nossa conexão,
Que inspire novos horizontes, plenos de emoção,
Que a internet nos una, além de qualquer fronteira,
E juntos, naveguemos pela vida, na mais bela jornada inteira.
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