Poema de Pais para Filhos

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Ser leal ao Rei e ao País
como a Bunga Raya
é leal para com a própria terra,
Prestar devoção ao Rei,
ao próximo e todos unidos
sempre colocarem os motivos
diante da Rukun Negara
para que nada os distraia
de cuidar da amada casa
para que seja uma Nação
sempre por Deus abençoada.

Entender a hora política de cada país é questão de clareza, até porque os processos históricos são diferentes.


Países como o nosso devem temer democratas de ocasião tanto quanto apologistas de ditaduras.

A como eu queria que meu país fosse governado por pessoas dignas, que desse dignidade ao seu povo, onde as pessoas não fossem escravas de uma democracia fajuta, onde os partidos políticos fossem criados e seus criadores visassem de fato a busca por melhorias para seu povo e não como forma de manutenção no poder dos caciques que os criam e os utilizam em benefícios próprios, muitos viram partidos de aluguel.

A como eu queria que meu País fosse respeitado por outras Nações, como o País do bom exemplo, onde a arrecadação com impostos e taxas retiradas do povo voltasse para o povo como forma de serviço de qualidade.

A como eu queria que comida na mesa não fosse coisa de luxo só pra elite, mas que fosse repartida de igual modo para as pessoas e que não precisássemos viver com as migalhas sociais que o governo nos dá de acordo com sua conveniência, e olham só, chegam no poder através do povo e acham que estão nos fazendo favor .

Ou mudamos nosso jeito de pensar e agir, ou, continuaremos escravos dessa ditadura branca que domina nosso país nas três esferas(Nacional, Estaduais e Municipais)

Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!


Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.


Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.


E então, de repente, chega Carpinejar.


Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.


Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.


E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”


É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.


Como ensinar o poder a amar sem possuir.


Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.


É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”


Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.


O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.


Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.


Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…


Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.


E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.


Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!


Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.


Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.


E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.


No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!

Dia dos pais...❣️
Domingo.

Dia comum.

Que deveria.

Ser comemorado

Todos os dias 😃

Luiz Gonzaga dizia:
A minha vida é andar por esse país, pra vê se um dia descanso feliz.
Apud:
A minha vida é andar por esses países, pra vê se um dia […]
Nordestino não descansa.
Feliz nordestino é.

Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.


______Sim__


🤗

Brasil: país da impunidade.
Não é de graça a dificuldade
de si pensar em clemência
para os envolvidos do 8 de
janeiro, por parte da mídia.

Não quero saber
onde você nasceu,
Se ama de verdade
o meu país ---
eu amo o seu.


Se vem até o meu
país em paz,
Com paz retribuirei:
Amar o meu país
é a minha Lei.


O meu país não
é seu, ele é nosso;
Trate bem dele
como não se
houvesse outro.


Porque se você
se sente brasileiro,
Para mim você
assim nasceu,
e é irmão meu.

Minha melelancolia.
Vejo lapidação do meu país,
O Brasil é simplicidade e maravilhoso.
Mas, ate a terra é roubada pois é rara
É em peso do tesouro brasileiro...
O ouro já não tem mesmo valor das cores da nossa bandeira,
Nossas crianças são abusadas e colocadas a venda,
Mulheres são vista como mercadorias exposta numa exposição.
Os valores de ética e moral moram num discurso de palanque eleitoral.
Somos objetos o apenas crianças esperam o lanche da tarde,
A terra se devasta para que alguns seres fiquem felizes.
Essa felicidade é soberana.
As lágrimas de muitas mães estão distantes do fim pois um político se acha como dono da existência.

Somos clandestinos no nosso próprio país.
Viveremos numa democracia ou numa caverna escuro aonde somos manipulados por sombras.
A degradação político e desequilíbrio da fakes news.
Somos bonecos com cordas onde pre candidatos puxam as cordas.

Uma rezava, a outra dormia,
mas na frente dos pais,
por motivos desconhecidos,
eram sempre inimigas.

Texto Quase do mesmo tamanho

Inserida por fernandalencar

Quando estás de terno:

Teus pais :) *.* ^_^

Tua namorada :3 ♥

Teus amigos :O :p :D

você :( :| : :/ :§ :s .l.

Inserida por hermoislove

Honra teu pai e tua mãe.

Mas, antes, reflita: creio que na verdade, devem ser os pais os exemplos dos filhos, para que eles realmente possam fazer jus a tal honra. Pois pais que não fazem da educação, um caminho obrigatório na vida de seus filhos, não merecem honra alguma.

Inserida por LLSantos

Qual o momento exato em que começamos a decidir a nossa vida? Quem testou
nossos pais para saber se seriam capazes de escolher o melhor para gente?
Quando eles escolhem nosso colégio será que têm a consciência que esse lugar
vai marcar a nossa história para sempre? Não sei se o colégio é exatamente como eu me lembro, ou se os professores são como estão na minha memória. O que sei foi que aprendi naqueles dias o valor da amizade, são umas das lembranças mais nítidas de então. E o amor... O primeiro amor. Amores, amigos, não importa o que deixei, sempre os levo comigo. E eu sei que eu vou com vocês, porque o que somos hoje está presente no que fomos ontem. À vocês, meus amigos de alma, agradeço por tudo. Porque fizeram daquela época de caminhar no mundo com o coração aberto, um lugar melhor para esperar a vida.

Inserida por giselemoura123

Ditadura

Aonde é que foi parar o país de Independência?
Onde está a ordem e processo?
Em meio a toda essa guerra já não sei para onde ir...
Simplesmente me perdi, em busca de paz e igualdade.
Queria poder ter voz para dizer, mas a violência me tornou incapaz de falar.
Aqui não há direitos, só regime militar...
As pessoas são mudas e não podem contestar,
Sobre as palavras que aqui estou tentando expressar...
Violência, guerra, desigualdade, e regime militar....

Inserida por Prihd7

Cigarros, nicotinas, não gostar e ele.

Nunca gostei de cigarros, sabe? Meus pais fumavam bastante desde antes do meu nascimento, acho que bem antes. O cheiro do cigarro me enjoa, o gosto dele me ofusca, a fumaça me sufoca. Já fumei, não nego mas não gostei. Mas ali foi diferente, ele foi a diferença. A fumaça saindo da boca dele de uma forma majestosa, linda, doce. Minha vontade louca era de beijar ele enquanto a fumaça saia. Fazer igual aqueles filmes, sabe? Quando uma pessoa fuma e solta fumaça na boca da outra, bem assim. Depois de um tempo, curto, mas algum tempo, o vi olhando fixamente nos meus olhos enquanto dava goladas no nosso destilado de maracujá e abria um pacote de um salgado qualquer para aliviar a tensão alcoólica. Tive por fração de segundos a impressão de não ter mais ninguém ao nosso lado, apenas eu e ele, sentados um ao lado do outro propositalmente e nesse momento puxei a cabeça dele de encontro a minha, de uma forma brusca com um toque de delicadeza, bem leve mesmo. Nos beijamos. O primeiro gosto que senti foi o doce da nicotina que ate então era amargo no meu paladar, mas ali estava perfeito, no ponto, doce. Logo depois senti o gosto do destilado, aquele sabor do etílico misturado com o maracujá e dentre tudo isso o gosto dele o mais importante e o gosto que ficou na minha boca por um longo tempo, um gosto que as vezes quando passo a língua nos lábios, sinto novamente como uma doce lembrança, doce como a nicotina na boca dele depois do cigarro que tanto eu odiava ate então. E vou dar uma opinião errônea da minha parte, mas vou dizer, arrisco dizer que ate o próprio veneno misturado com as especiarias mais amargas que possam existir, ficariam doce ao misturarem-se com aquela saliva.

Inserida por Dyeegol

Quanto mais os anos se passam, mais as coisas que nossos pais falavam passam a fazer sentido. E assim, "as fichas vão caindo" pouco a pouco. E ai fica mais fácil de entender, que por mais que queiramos meter a todo custo o que achamos certo na cabeça dos outros, não vai adiantar. Cada um tem seu tempo, o entendimento muitas vezes exige maturidade.

Afinal... “Temos que colocar o amendoim no buraco do amendoim" Sacou?!

Inserida por JulieteSantoss