Poema da Geladeira Elisa Lucinda
A prosa-poética do autor do monumental Ciclo da Cana de Açúcar é uma característica distintiva de sua escrita e tem um papel essencial em seu legado literário. Sua capacidade de combinar a riqueza da prosa com a beleza da poesia permitiu-lhe criar obras que não apenas contam histórias, mas também evocam emoções, paisagens e culturas de maneira única e memorável. Seus romances regionalistas, com sua prosa-poética, continuam a encantar leitores e ser apreciados pela sua riqueza literária.
É fato notório e indiscutível que através de sua prosa-poética, José Lins do Rego construiu um dos painéis mais fulgurantes de nossa literatura, ornando-a com seu realismo lírico, inclusive aferindo fortes
denuncias sociais contra a ganância dos senhores de engenho e dos usineiros, contrastando a beleza da paisagem nordestina com a dura realidade da vida rural, criando assim uma tensão literária expressiva, que contribui grandemente para a riqueza e a profundidade da história, acentuando a compreensão dos problemas sociais, da cultura, dos costumes e dos valores do Nordeste do Brasil.
Não tenho nenhuma dúvida que José Lins do Rego tinha plena consciência que a vida era carente de poesia e que a poesia é o principal alimento das emoções do poeta. O fato é que o consagrado escritor paraibano, orgulho das letras nacionais, soube enriquecer sua prosa com a mais pura poesia, como que a impregnasse com o cheiro das flores do campo, da terra molhada pelas primeiras chuvas, das frutas maduras dos pomares da várzea do rio Paraíba, e da fumaça do caldo de cana, fervendo nos tachos, que procurava rumo, espalhando-se mundo afora.
A força da poesia de José Lins do Rego permeou todos os seus romances, todos os seus escritos, todos os seus pensamentos. Havia dentro dele, na sua formação literária, uma paixão perene pela poesia, o que lhe fez, não apenas ser um leitor voraz desse estilo de linguagem, mas um cultivador desta arte, levando-a para seu labor diário, de literato da cabeça aos pés, de fabuloso contador de histórias, um dos maiores expoentes do romance regionalista brasileiro.
A família é a base da sociedade e sua atuação influencia de forma positiva ou negativa o comportamento de seus membros enquanto interagem no meio social.
"ANSIOSOS, por que te antecipam tanto em viver o amanhã? Depressivos, por que vivem só nas culpas/remorsos do passado? Sabes tu que cada dia teis a quantidade exata de energia para viver o hoje e ser PRESENTE!"
Se tem alguma coisa engraçada à respeito do passado é que ele não fala.
Se temos que respeitá-lo, pois justamente, aconteceu, é ficando calado.
Gosto de filmes de futuros distópicos pois não costumam ser muito violentos em matéria de cenas de ação e sempre acabam com uma ideia para solucionar um problema que aflige toda a sociedade, não apenas as personagens principais.
Viver por muito tempo ao lado de alguém exige humildade, tolerância, respeito, empatia, afeto, sabedoria, resiliência e disciplina.
Enfim, exige muita paciência e são poucos os que estão dispostos a viver assim.
Se minha vida está em risco, entrego-a nas mãos de Deus, porque somente Ele tem poder sobre o meu destino
Assim como Cristo foi perseguido, sigo firme na fé, sabendo que o sofrimento faz parte do caminho da cruz.
As ameaças que recebo não me desviam do propósito; pelo contrário, fortalecem minha confiança em Deus.
Ser anglo-católico é abraçar a tradição da fé com a abertura ao diálogo e à inclusão, sempre voltados para o Deus da vida que nos renova diariamente.
Na vivência anglo-católica, encontramos um equilíbrio entre a liturgia sagrada e a missão acolhedora, refletindo o amor do Deus da vida em cada gesto de fé.
Ser anglo-católico é cultivar uma espiritualidade rica em história e devoção, mantendo o coração aberto para a presença viva de Deus em nosso cotidiano.
Nas sombras de 2003, a verdade nunca foi enterrada; hoje, meu saber transforma-se em risco, e uma cruz, que não é divina, busca calar o que jamais se apagará.
O homem que realmente conhece a si mesmo não é aquele que espera pela revelação momentânea, mas aquele que, através da constância de sua prática e da disciplina de seu ser, desvela lentamente a verdade oculta que reside em sua essência. A Grande Obra não é realizada em um único esforço, mas pela repetição do trabalho puro e a resistência ao fluxo do tempo.
Se você por uma pedra em uma lata qualquer movimento faz barulho, mas ao abrir a lata não haverá nada importante. Ao encher uma lata com trigo você pode balançar a lata a vontade e não haverá barulho, mas ao abrir a lata você mata sua fome.
O mesmo ocorre no cenário evangélico
