Observe sua Vida
Sonda Voyager 1:
Do Primeiro Voo,Até Os Segredos Do Universo.
Da sua criação como uma rocha até a sua silhueta inconfundível entre o azul e o verde.
Da sua fauna e flora.
Do seu céu e dos oceanos.
Dos arco-íris e das chuvas.
Das suas cachoeiras e lagos.
Dos seus cantos e cores.
Dos seus encontros e saudades.
Dos ventos e das nuvens.
Das montanhas e desertos.
Da sua existência,do seu seguir e da sua inseparável Lua.
Das suas quatro estações,dos dias e das noites.
Do tempo dividido no seu passado,presente e em um futuro vislumbrado no seus movimentos ao redor do Sol.
Um disco dourado dentro de sua forma cativante e sonhada.
Um disco que talvez seja tocado pela luz de alguma estrela em alguma constelação,há milhares de anos-luz de distância do Planeta Terra.
Ou em um exoplaneta parecido ou não com aquele lugar,ao qual está levando ainda mais distante a cada instante nas suas lembranças.
Com uma esperança de que os seus jeitos sejam tocados e encontrados algum dia.
Em algum lugar desse quase infinito universo em que um sistema planetário ainda estará brilhante e alinhado com o seu destino distante.
Egito: Da Sua Criação Nas Areias,E Dos Seus Outros Mistérios.
Há muitos e muitos ventos atrás um lugar surgiu dos grãos de areias e na calmaria do tempo.
Um lugar feito das areias de um deserto e nas margens de um rio.
Como se já estivesse à sua espera deixou grãos para o seu começo.
E um rio deixou gotas para a sua prosperidade.
Milhares de grãos de areias que vinham com os ventos e as águas.
Para que sobre um deserto pudesse se formar.
Feito das areias,de mistérios e dos ventos.
Há muito tempo e ventos atrás assim se tornou.
Entre o Sol e a Lua um deserto estava e se sentia abraçado pelos dois.
E se vendo nas estrelas ao longe se sentia confiante.
Nos seus jeitos misteriosos de um deserto.
Nos seus grãos acolhedores.
Com o tempo percorrendo ao seu redor como fazia um rio.
Nas areias que iriam escrever coisas sobre um lugar e que ficariam marcadas em um deserto por muitos dias e noites.
Em um instante do tempo,talvez em uma manhã tendo como inspiração os grãos de areia,um lugar aos poucos saía das profundezas de um deserto.
Enquanto um rio seguia o céu que lhe chamava.
Sob a luz do Sol e a sua poderosa proteção um lugar era esculpido por areias e ventos.
Incontáveis grãos de areias de um deserto voavam com os ventos para várias direções.
E quando a Lua voltava com o seu querido momento,diante do seus olhos claros os grãos de um deserto continuavam os seus movimentos no silêncio noturno.
No céu enluarado e estrelado os grãos de areias seguiam com o tempo.
Em cada estrela brilhante um deserto via um grão.
E com o seguir do tempo nos seus movimentos ardentes,manhãs e noites se confundiam.
Assim como as areias e os ventos.
E um rio ainda seguia o Sol e a Lua.
Nas estrelas um rio queria desaguar.
E no Sol um rio queria viver.
Entre esses momentos delicados e bonitos um lugar já mostrava um pouco do que seria.
No tempo e nos grãos de areias que viram muitas vezes o céu mudando de cor.
Como um deserto e um rio também viram.
Em uma outra manhã iluminada de Sol o tempo e o deserto viram os ventos e os seus fortes movimentos fazerem algo deslumbrante nas areias.
Com calmaria o tempo contava os dias de sóis e de luares.
E os ventos e os grãos voavam de um jeito veloz e decidido.
No seu seguir preciso o tempo viu tantos ventos.
Esculpindo nos grãos de areias coisas com pontas finas que não voavam com ele,mas que eram deixadas com outros grãos.
Ao grandioso Sol cada grão era preenchido com aqueles mistérios que já estavam dentro de um deserto.
Aos poucos no seu tempo cada grão seguia na direção do céu.
Um após o outro.
Entre outras manhãs e noites que voltavam com bons momentos.
Em uma dessas manhãs quando acordou sob o Sol,um deserto viu diante das suas areias três coisas que o fizeram tocar as profundezas da sua alma empoeirada e misteriosa.
Grandes montanhas de areias como se quisessem tocar o céu.
Três montanhas de areias.
Brilhantes e firmes sobre um deserto.
Tão altas e que procuravam o Sol.
E que sob a luz dele se curvavam com gestos de nobreza e carinho.
Enquanto eram iluminadas por uma luz repleta de esperança.
O tempo e os ventos e um rio também ficaram maravilhados com o que estava diante dos seus movimentos.
Três montanhas de areias brilhantes que contemplavam o horizonte nas suas pontas finas e fortes.
No horizonte de cada montanha de areia o Sol estava.
E deixou algo da sua luz naquelas três montanhas pontiaguadas.
Um pouco da sua esperança ficou em cada uma.
Para que juntos seguissem,mesmo que ele estivesse brilhando distante dali.
Quando foi se deitar em um outro lugar no céu a Lua e as estrelas voltaram.
E viram sob as suas belezas as montanhas de areias.
Emocionada a sensível Lua derramou sobre cada uma gotas da sua pureza.
Eram lágrimas sinceras do seu coração.
Tocado por cada uma.
As estrelas do céu,também deixaram gotas dos seus respectivos sentimentos e brilhos.
Em uma outra noite serena e meiga sobre um rio e um deserto os seus sonhos e as três montanhas de areias.
Quando o poderoso Sol retornou nas areias que eram como um espelho de sua luz,os grãos do deserto estavam esculpindo algo distante da sua coroa flamejante.
Mas que estavam perto da sua luz.
Além de um deserto,havia um rio.
Um rio transparente que também nasceu das areias de um deserto.
Com as suas águas fluía em um certo sentido.
Levando a luz do Sol e os ventos nas suas correntes.
E quando a noite retornava deixava nas suas margens traços das estrelas.
E a Lua em algumas noites transformava as suas feições de pureza sobre esse rio.
Enquanto o tempo passava.
No brilho do Sol e na bondade da Lua.
Egito: Da Sua Criação Nas Areias,E Dos Seus Outros Mistérios.
E aqueles grãos de um deserto se uniam para a criação de algo que teria um simbolismo como aquelas montanhas de areias já tinham.
Com o Sol a Lua e as estrelas como um grandioso elo.
O tempo e o seu percurso viu mais grãos de areias vindos distantes.
E sem se esquecer de um rio que seguia o seu destino nas areias.
Sob duas luzes,uma que acendiam o dia e uma outra que acendia a noite o deserto escutou dos ventos o que estava acontecendo.
Com o tempo e as areias no seus movimentos perceptíveis.
Das suas areias e com grãos de um outra cor aos poucos algo estava sendo criado.
Sobre certas areias que não se moviam e que seriam o seu lugar.
Até lá o Sol estava.
A Lua brilhava.
E através dos ventos um rio vinha para ver.
Lindos dias se passaram como as lindas noites no céu.
E quando o deserto acordou mais uma vez viu uma torre em algum lugar nas suas areias.
Indicando as quatro direções sem sair do lugar.
Mais uma vez os grãos de areia e os ventos fizeram algo impressionante no seu percurso contado e demorado.
E o deserto outra vez se sentiu encantado.
Mesmo distante sentiu algo dentro de si que o guiava,mas não era o Sol e nem a Lua.
Era uma torre alta com um fogo que não se esvaia,mesmo com os ventos que a rodeavam.
Uma torre com pontas das areias e de uma outra cor.
Que estavam no alto dessa torre e que indicava para as ondas de um mar que ia e voltava perto da sua aparência sólida com grãos das areias de um deserto.
Uma torre com um fogo que dançava com os ventos do deserto e outros que vinham desse mar.
Um mar azul e vistoso.
Nas suas ondas o Sol vinha.
Nos seus pensamentos a Lua voltava.
Que é mais próxima dos seus sonhos desde outras noites.
Nas suas ondas uma torre parecia mergulhada.
Uma torre das areias e do tempo.
Dos ventos e de outros mistérios.
Apontava com um fogo as direções daquele mar e até do céu.
Como se os tivesse guiando de algum jeito.
Uma torre das areias de um deserto que indicava o seu lugar perto desse mar azul e exuberante.
Na luz da Lua esse fogo se acalmava.
Na luz do Sol esse fogo era ofuscado por uma luz que trazia momentos de felicidade.
Para essa torre com um fogo que não se esvaiu e que ainda guia as ondas de um mar e as areias de um deserto.
Nas manhãs e noites que ainda estão na sua indicação.
Em algum lugar em que essa torre das areias e com uma outra cor ainda era vista dos grãos de um deserto.
No seu jeito de ser o tempo viu novamente as areias e os ventos começarem a fazerem algo.
Que de alguma forma estava sendo guiado por aquela torre e o seu fogo.
Algo estava sendo feito com grãos de um deserto e pelos ventos tendo o tempo bem tranquilo apenas contando e olhando.
E outras vezes entre as manhãs e as noites bonitas algo foi terminado.
Aos grãos de um deserto estava fascinante assim como aquelas três montanhas de areias e aquela torre com pontas e um fogo.
Como uma silhueta que ali só ela tinha e com outras formas que definiam os seus costumes.
Dos grãos de um deserto e de outros detalhes antigos que vieram para terminá-la.
Na sua silhueta as marcas de um deserto e as correntes de um rio estavam.
Iluminada pelo Sol,pela Lua e as estrelas.
Como aquela torre que também a iluminava com o seu fogo.
De um deserto com os ventos surgiam palavras que escreviam outras.
O Sol e a Lua viu essas palavras indo na direção daquela silhueta.
De grão em grão mais palavras eram escritas.
Palavras e outras palavras.
Que eram escritas com os grãos das areias e dos ventos.
Sendo deixadas dentro daquela silhueta antiga e impressionante.
Até do mar se escutava as suas lendas.
E os ventos que vinham dele iam para dentro daquele lugar.
E o tempo também contou os seus motivos para aquela silhueta.
E viu mais palavras que vinham com os ventos.
Que escreviam sobre o Sol e a Lua.
Sobre o céu,aquele rio e um deserto.
Sobre aquelas três montanhas de areias e aquela torre e o seu fogo corajoso.
Sobre aquele lugar feito das areias do tempo.
Dos ventos de um deserto.
Palavras que escreviam sobre as constelações e sobre os dias do ano.
Nos grãos de areias que também escreviam sobre os animais,das árvores,de outras estrelas e mais coisas naturais.
Palavras que ainda estão guardadas naquela silhueta.
E que ainda são ditas e escritas pelos grãos desse deserto e pelos seus ventos.
Muitos grãos e o tempo estão naquele lugar.
Como se estivessem relendo cada palavra que escreveu outras.
Em cada linha feita das areias de um deserto e de um rio.
Aquela silhueta permanece no tempo.
Que ainda se lembra de como ela é.
Assim como uma torre com um fogo que insiste em guiá-lo através do mar.
Nas três montanhas de areias o seu percurso também está.
E depois de tantos ventos sobre aquele deserto o tempo ainda quer continuar.
Um deserto vive entre os mistérios que ainda vivem sobre as suas areias assim como o Sol,uma Lua e um rio.
Fique atento às pessoas que torcem pela sua felicidade. São poucas, mas existem. Elas sim devem ser valorizadas. As que não torcem, despreze-as. Reciprocidade é tudo!
Lembre-se sempre de valorizar a si mesmo(a). A sua gentileza, as suas palavras e as suas atitudes dizem muito sobre quem você é! Cada um oferece o melhor que tem! Não deixe que nada ou ninguém abale a sua autoestima!
Quando permanecemos fiéis a Deus, Ele nos guia para longe dos lugares onde Sua Graça não habita, pois, onde há Graça, florescem o amor, a paz e a prosperidade.
Qualquer que seja a sua etnia, religião,classe social e cultural...se você admira e apóia um fascista torturador, você é CÚMPLICE.
A verdade é uma performance,
que não precisa de improvisação
na sua encenação...
a verdade é um palco nu,
onde não cabem ensaios,
nem máscaras,
nem truques de cena...
ela se apresenta inteira,
despida,
implacável,
sem precisar inventar
um único gesto além de si mesma...
a verdade dança sozinha,
num palco silencioso,
onde cada movimento
brota puro, inevitável,
como se o coração da vida
fosse sua única direção...
não há improviso,
apenas a luz serena
daquilo que é...
✍©️@MiriamDaCosta
Muitas vezes,
o que estraga a critica construtiva
é a sua intenção destrutiva...
E talvez...
seja por isso...
que fico com um pé na frente
e outro atrás diante das pessoas
que têm o antipático hábito
de criticar...
✍©️@MiriamDaCosta
Sobre o assalto ao Museu do Louvre
Até mesmo um recém nascido...
perceberia, na sua inocência à 360° ,
que teve a "mão amiga"
dentro do Museu do Louvre...
"Elementar, Meu caro Watson!"
Deixo ao mundo a incubência
de entender à si mesmo
e de gritar ao vento
a sua ignorância...
enquanto isso ,
vou escrevendo com a alma
e com a minha ignorância
do viver,
do amar,
do pensar
e do sonhar
que o tempo
ainda me concede...
✍©️@MiriamDaCosta
A crise climática não existe.
A crise é humana
com sua ganância míope,
sua ignorância ruidosa
e sua estupidez organizada.
O clima apenas reage
com atividades perplexas,
com mudanças radicais,
com a fúria de quem foi violentado
e já não pede licença.
Tempestades não são castigo.
Secas não são acaso.
Enchentes não são surpresa.
São respostas!
A Terra não está em colapso,
ela está se defendendo.
Quem colapsa é o humano
que confunde progresso
com devastação e lucro imediato
com eternidade.
O clima não erra,
ele devolve
na mesma medida.
Chegará o dia em que aqueles
que depredam a Natureza ...
por Ela serão depredados.
✍©️@MiriamDaCosta
As duas metades da maçã
e o deserto á sua volta...
🍎 🍏
Nem sempre é o que parece...
Desconfie do que parece feito perfeitamente
para completar a sua metade...
Mas, não desdenhe o detalhe imperfeito existente!
A perfeição existe
na harmonia das imperfeições.
Imperfeitos tornam-se harmônicos
não por se completarem,
mas por se respeitarem
numa coexistência
de saberes e vivências
compartilhadas...
🍎🍏
Desconfie do que chega polido demais,
liso demais, perfeitamente desenhado
para encaixar na sua falta...
O que promete completude
geralmente deseja posse...
O detalhe imperfeito,
aquele que incomoda,
que arranha,
que não se disfarça,
é onde, talvez...
more a verdade...
A perfeição não existe no espelho,
nem no encaixe,
nem na fantasia da metade perdida...
Ela nasce
na fricção das falhas,
na convivência das diferenças,
na coragem de permanecer inteiro
ao lado de outro inteiro...
Imperfeitos não se completam:
coexistem.
E é nessa miscelânea de cicatrizes,
saberes, limites e vivências
que a harmonia, quando acontece,
finalmente respira e inspira.
✍©️ @MiriamDaCos
A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.
Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.
Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.
As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.
Elias era um homem que construiu sua identidade sobre a negação. Para ele, a fé era uma muleta e o nome de Cristo, um insulto à razão. Ele não apenas não acreditava; ele combatia. Em rodas de amigos, ridicularizava as Escrituras; em sua vida privada, mergulhava em um egoísmo que desprezava qualquer rastro de bondade. Ele vivia conforme o seu próprio coração, esquecendo-se de que "o coração é enganoso acima de todas as coisas e desesperadamente corrupto" (Jeremias 17:9). Elias acreditava que, se Deus existisse, já teria desistido dele — pois ele mesmo já havia desistido de si.
O que Elias não compreendia era que sua rebeldia não era nova. Séculos antes, um homem chamado Saulo de Tarso agia com uma fúria ainda maior. Saulo não apenas negava a Cristo; ele perseguia, prendia e consentia na morte daqueles que seguiam o Caminho. Ele achava que estava servindo a Deus ao destruir o nome de Jesus, mas estava apenas lutando contra o próprio Criador.
Contudo, a obra de Cristo é perfeita porque Ele nos ama primeiro, independentemente de nossos méritos. Como diz a Escritura: "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19). No caminho para Damasco, uma luz mais brilhante que o sol cercou Saulo. Ele caiu ao chão, perdendo sua postura de orgulho e sua visão física para que pudesse, finalmente, enxergar a verdade. Ao ouvir a voz do Mestre dizendo: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" (Atos 9:4), ele entendeu que, enquanto odiava, era amado; enquanto perseguia, era buscado. Saulo tornou-se Paulo, transformado por uma graça que ele nunca mereceu, provando que "onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Romanos 5:20).
Elias, ao ler sobre Paulo e ao ver o reflexo desse mesmo amor na vida de cristãos pacientes que o cercavam, sentiu o mesmo impacto. Ele percebeu que Cristo nunca foi seu inimigo, mas seu perseguidor amoroso. O fato de que "Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8) o constrangeu. Não foi o medo que o mudou, mas a Graça. O amor do Criador quebrou seu coração de pedra, e o rapaz que antes renegava tudo o que era sagrado, passou a andar com Cristo, maravilhado por ter sido alcançado.
Essa transformação nos lembra que somos chamados a ser mensageiros de Cristo. Devemos anunciar o Evangelho com nossas palavras, pregando a verdade com ousadia, mas também com as nossas vidas, sendo testemunhas vivas desse amor.
Entretanto, devemos ter humildade e descanso: o papel de convencer o homem do seu pecado, da justiça e do juízo é do Espírito Santo, conforme prometido por Jesus: "Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). A nós, cabe o privilégio de levar a semente e ser o reflexo da mensagem. Somos os instrumentos, mas a melodia da conversão é tocada por Deus. Se você deseja estudar receber esse amor de Cristo, ore nesse momento e clame por ele, pois, Ele te ouvirá e de seus olhos enxugará todas as suas lágrimas.
Apenas uma aranha na sua lida. Fiquei a observá-la naquele fascinante entretecer dos valorosos e inalteráveis fios de seda.
Você é sua companhia eterna, ninguém mais. Então, ame-se o mais profundo que puder, só assim não aceitará migalhas de quem quer que seja!
O passado pode Bater a sua porta te lembrando do que escolheu no passado. E geralmente é bem desagradável.
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Decepção: frases para mostrar sua insatisfação com certas atitudes
- Frases de escritores famosos que vão despertar sua inspiração
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
