O Homem que Nao se Contenta com pouco
É um erro terrível mostrar certas passagens que tratam de outros assuntos a um homem que ainda não está plenamente convencido de seu pecado. Ele precisa da Lei... Não lhe ofereça a consolação do evangelho até que ele veja e saiba que é culpado diante de Deus.
Nada se consegue sem trabalho; o mármore não se modela sem o cinzel, nem o homem se aperfeiçoa sem a dor.
O centro de tudo não pode ser simplesmente o Eu.
Assim acontecendo, o homem se torna um fantoche de si mesmo.
Dizem que "Deus não dá um fardo maior do que você possa carregar".
Já o bicho homem, ao perceber sua força de vontade, oferece o que há de pior, talvez seja para testar sua capacidade ou, quem sabe, para fadigar o irmão e levá-lo à completa exaustão.
Não há criatura mais cruel sobre a Terra que o próprio homem, pois é a única não isenta de raciocínio.
É possível que homem tenha criado a ideia de Deus. Mas o que é realmente impressionante não é a possível existência de Deus em si, e sim que essa ideia - a necessidade de uma divindade - tenha surgido na mente de um ser tão complexo e, às vezes, cruel como o ser humano.
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AMA rosas; diz o sedutor.
Diz mulher ser essa flor; diz para seduzir.
Homem não presta atenção e depois chega o sarilho, a confusão.
Se você entende que mulher é como a rosa; preste atenção ao que você está falando pois não existe rosa sem espinhos nem mulher com atitude.
Tal como a rosa: Tenha cautela ao tocar e mais ainda ao a querer consigo levar.
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Tc.25022025/034
O homem que pensa não se vende por falsas promessas, não se dobra a medos irreais e não se curva a terrores inexistentes.
Dê o controle da relação para o homem, que saberá o que esperar quando ele puder ser ruim e não for.
Havia um homem em um pequeno barco em alto-mar
O sol estava forte e a tempos o homem não havia comido nada estava sedento suas roupas envelhecidas e sujas
Olhou para o céu e gritou mas já fraco
Destino me dê uma chance!!!!
Olhou envolta e nada além do seu próprio eco ecoando
Aquele homem casado exausto com fome assistia os peixes no mar e dizia sussurrando para os peixe
""Vem vem sobe pra que eu os pegue com minhas próprias mãos"""
Ele Sentado começou a olhar o barco como se procurasse uma solução
Enfiou a mão no bolso encontro algumas moedas e um anzol
Ele imediatamente pensou
O que farei com um anzol?!
E coçou a cabeça foi ai que se deu conta que seu gorro era de croché
E começou a desfazer os pontos
E pensou
"Agora tenho anzol e linha
Só falta isca sentado ali olhando em volta percebeu que o velho barco coberto por várias camadas de tinta já desgastadas e se soltando ele começou a arrancar as camadas juntou alguns pedaços de tinta e colocou no anzol
E lançou no mar atento e o tempo passava ele fraco a tarde chegando derrepente o homem sentiu uma fisgada e puxou a linha e lá estava um peixe não grande mas não era pequeno era do tamanho da sua fome
Ao devorar o peixe o homem dormiu e ao despertar o barco estava encalhado em uma praia saiu com dificuldade do barco subiu a duna pra ver o que havia do outro lado não tão longe avistou uma vila pequena pra onde correu gritando ajuda-me ajuda-me por favor!!!!
Náufrago de si
Rei dos Afetos Imaginários
O homem preso no impossível,
Refém do que já não volta.
Vive revendo o passado,
Cego ao tempo que revolta.
Prisioneiro de um ciclo sem corda,
Não pode voltar, nem o fim mudar.
Apenas imagina o improvável,
Vendo o que nunca há de passar.
Rei dos afetos sem matéria,
Sabe que nada é real,
Mas sente—e isso dói na pele,
Que coisa sobrenatural.
Como é possível sofrer sem ter tido?
Como se apaga o que não existiu?
Se a dor não tem corpo nem nome,
Por que fere como quem partiu?
Reino de sombras e ecos vazios,
Onde o irreal se impõe como lei.
Se tudo é mentira, por que persiste?
Se nada existiu, por que eu sei?
Título: Rei dos Afetos Imaginários.
O homem preso no impossível,
Refém do que já não volta.
Vive revendo o passado,
Cego ao tempo que revolta.
Prisioneiro de um ciclo sem corda,
Não pode voltar, nem o fim mudar.
Apenas imagina o improvável,
Vendo o que nunca há de passar.
Rei dos afetos sem matéria,
Monarca de sombras e ilusões.
Um reino vasto e intocável,
Erguido em frágeis emoções.
Sabe que nada é real,
Mas sente como se fosse.
Vive entre o sonho e o abismo,
Onde o tempo nunca trouxe.
Se é mentira, por que machuca?
Se é ilusão, por que é tão frio?
Se o toque nunca existiu,
Por que ainda arrepia o vazio?
Cada lembrança não vivida,
Cada amor que não se fez,
Cada rosto nunca visto,
Ecoando outra vez.
No trono de dores invisíveis,
Comanda espectros do que não foi.
Se tudo é nada, por que existe?
Se existe, por que não foi?
Mas um rei não pode abdicar,
Nem fugir do que governa.
Seu castelo é um labirinto,
Sua coroa, uma cela.
Deus não precisa de templos para se manifestar. Se o coração do homem estiver aberto, qualquer lugar pode ser sagrado.
A condenação do homem não está em seus pecados, mas em se recusar a reconhecer-los e confessa-los a Deus.
"A verdade infinita não pode ser alcançada pela visão limitada do homem, mas pode ter se revelado ao dizer: 'Eu sou a verdade'."
