Nem sei quem sou
MANTRA DA PERSISTÊNCIA
Eu sou um com o meu desejo já realizado.
Nada fora de mim determina o tempo ou o modo —
Eu sou a presença constante da realização.
Quando os sentidos dizem “não”,
minha consciência responde “sim”.
Quando o mundo se cala,
meu ser proclama: já é meu.
Eu persisto, não com esforço, mas com certeza.
Permaneço no estado daquilo que desejo,
até que isso se torne quem eu sou.
Cada pensamento alinhado,
cada emoção sentida como verdade,
é uma batida na porta do invisível —
e a porta sempre se abre.
Eu sou a frequência do que desejo viver.
Eu não espero:
Eu me torno.
Eu sou uma pessoa feliz mas às vezes, na calada da noite, me encontro me afogando no vazio eminente do meu quarto, da minha alma
eu me comunico quando você vai me responder, mas eu só ouço um vazio, um vazio que nunca terá uma resposta, porque você foi embora.
" ENCERRA "
Eu sou de São João da Boa Vista,
estado de São Paulo. Enfim, Brasil!
Sou filho dessa terra-mãe gentil!
Um poeta, um sonhador, quase um artista…
Banhada pelo sol num céu de anil
São João se curva à Serra da Paulista,
aos pés da Mantiqueira que, ao turista,
retrata sua beleza em bom perfil.
É terra de paixão, mulher bonita,
estrada do minério e da bauxita
que vem de Minas bordeando a serra…
Aqui me fiz, cresci, ganhei a vida,
amei com toda a força me estendida
e hei de morrer o verso que me encerra!
Talvez, só talvez,
eu ainda esteja aqui.
Mas por agora,
sou só eu —
de cabeça erguida,
coração batendo,
e passos firmes na direção contrária
do teu silêncio.
Um reencontro no abraço guardado,
Um sorriso que brilha, um tempo esperado.
Sou aquele que empinava pipa na rua,
Que jogava bola descalço, sob a luz da lua.
Nas festas de casa, com irmãos e primos dançando,
Lembrando os anos oitenta — e ainda dançando!
" SER OU NÃO SER "
Pois é: ser ou não ser! Eis a questão…
Serei o que já sou sem o saber
ou não serei o que nem sei dizer
já visto que ando sempre à contramão?
É para ser ou não? Vou me abster…
Não tenho, para tanto, compreensão
e já nem sei se sou quem sou, então…
Melhor nem crer que sou do que descrer!
Me dizem para ser, mas não o são…
Contesto e já escuto um palavrão
que não condiz também com o ordenado…
Não ser, ou ser… Questão ainda aberta
que põe meus pés na via, a mim, deserta
sem dar resposta alguma ao questionado!
Eu não sou e não quero ser da resenha, e talvez esse seja meu maior pecado na profissão.
Na música e no cuidado com as pessoas, esperam que a gente viva o "depois", entre conversas, risadas e histórias. Mas eu sou do silêncio. Gosto do que vem quando o palco esvazia, do sossego com meus cães, da calma ao lado de quem amo Lucilla Helena Esteves Frasson.
Minha dualidade é essa: viver do som e buscar a paz. Se não ser da resenha for um erro, então erro consciente. E sigo em paz com isso
Que é que bate do lado meu esquerdo do peito? Se ainda grita, por quê? E se não me ouve, cadê?
Sou eu.
Sou arisca porque me deixei toda em feridas. Assumo minha culpa por não ter conseguido dar e receber amor. Não é fácil. Só quem não sabe as fórmulas do amor é que consegue amar.
"Um Fragmento de Mim"
Sou feita de pequenos pedaços de silêncio e ternura.
Um fragmento de mim ainda mora no brilho da infância,
onde os sonhos adormecem com doçura sobre o travesseiro.
Outro se espalhou nas vezes em que escolhi o silêncio,
não por medo, mas por amor.
Carrego em mim uma parte inteira, mesmo quando o mundo desmorona.
Há um sentir sereno que me habita —
como brisa que chega devagar e acalma o coração.
E, mesmo sem certezas, sigo esperando...
com a esperança mansa de quem confia no tempo.
Sou a dúvida que sorri,
o medo que aprendeu a andar de mãos dadas com a paz.
E, quando ninguém vê, me reinvento
a partir das pequenas belezas que o tempo me deixou.
Esse fragmento de mim
não precisa ser entendido.
Basta que seja acolhido... com delicadeza.
“Sou da Ginga”
(por Romildo coco da Base Savana)
(Refrão)
Eu sou capoeira, vivo por ela
Sou da ginga, alma sentinela
Faço meia lua, compasso no chão
Armada voando, jogo de coração
(Verso 1)
No berimbau que toca, eu me reconheço
Na roda eu sou livre, no jogo eu me endereço
Pulo ligeiro, sou vento no ar
Minha fama corre solta, difícil de parar
(Verso 2)
Chão de terra ou no asfalto, tanto faz
Eu sou raiz, sou tempo que não volta mais
No movimento, carrego valor
Sou capoeira, sou guerreiro e sou jogador
(Refrão)
Eu sou capoeira, vivo por ela
Sou da ginga, alma sentinela
Faço meia lua, compasso no chão
Armada voando, jogo de coração
✨ Mantra da Fé Criadora ✨
"Eu vejo o invisível com os olhos da fé.
Eu sou aquilo que desejo ser.
Minha convicção é maior que qualquer evidência externa.
O que sinto como real em minha consciência, se manifesta no mundo.
Eu não peço, eu agradeço. Eu não espero, eu sou.
A fé é minha certeza, e minha realidade responde."
O sentimento é inevitável, mas só faz morada o que faz bem.
Não sou dominada pelas minhas emoções, eu as domino.
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