Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas
Se os teus gestos são singelos
E os seus modos agradáveis.
Não te culpo por me prender por me instigar
Isso é apenas você despejando daquilo que é.
A meu ver;
Amor, muito amor, e dele sobra, para quem te conquistar.
E assim eu te celebro,
Rosângela.
Mais por esta doçura.
Sonho que sonhei em uma realidade improvável, insólita e escura.
Veemente vento que abre as sombras das dúvidas, para o clarear dos olhos refletir por esta imagem; uma nova esperança.
Quem duvida da força das interferências ambientais na formação do sujeito não pode deixar de pensar nas influências das pessoas que estão ao seu redor e as que fizeram parte de sua vida. Querendo ou não, somos fruto das relações de interferência ambiental, mas esses movimentos não são lineares (causa e efeito) acontecem de forma caótica. Não somos uma tabula rasa, nem uma folha de papel em branco, mas o que se próxima do ser humano é simples como a água e complexo nas relações de interferência ambiental. Podemos mudar nossa cor de diversas maneiras, nosso formato também se modifica. Somos como água, o vinho, óleo e a gasolina. Somos maleáveis, reagimos mas também assumimos formas e cores que são impostas e geralmente não conseguimos ficar totalmente imunes a essas interferências ambientais.
Soneto da lua morena
Eu não vou esquecer esse dia
Meu anjo sorriu pra mim
Com aquele sorriso de criança, cheio de alegria.
Um semblante meigo, ela sorriu pra mim.
Sorvete de morango, a lua morena: o tempo desapareceu.
Prometo não te beijar: cruzo os dedos
Teu sorriso e teu beijo, aconteceu.
Duas crianças felizes, uma infância sem medos.
A noite, o céu abençoa nós dois com água da chuva
A chuva, o beijo, a chuva, meu anjo e eu.
A tua boca, o teu beijo, outro mundo repleto de curvas.
Maria, meu anjo, minha Graça, bem vinda.
Que se repita esse dia moça encabulada
Sussurrar no seu ouvido: meu anjo, até o ultimo dia de minha vida.
A vida não é justa, é ingrata, é fria, cruel. Não espere acertar sempre, nem ser recompensado pelo que faz.
A vida é injusta, dolorosa, nem sempre vale a pena viver.
As vezes a vida é justa e dolorosa, as vezes a vida é um amor não correspondido e o que mais dói é saber que amor também pode ser ao mesmo tempo justo e doloroso, pois ninguém é obrigado a ficar com outro alguém. E mesmo se esse alguém te ama, a vontade do outro deve ser respeitada, e assim o amor é justo e doloroso, pois para amar é preciso ser forte para deixarmos a outra pessoa livre. As vezes a vida é apenas amar na solidão. É justo, mas dói.
Não posso salvar a vida de todos, mas as poucas vidas que forem salvas não tira o mérito de quem deseja mudar o mundo.
Disseram que eu não poderia fazer algo, e fiz!Não passei a acreditar em mim mas passei a desacreditar nos outros!
A méritocracia diz que você cresce por mérito e quem não o faz é por preguiça ou descuido mas a verdade é que ninguem tem as mesmas circunstâncias durante o trajeto.
Não seja individualista, muitos dependem de você nesse mundo e tudo que você faz tem consequências na vida de outros seres.
Quando alguém falares mal de minha pessoa, não precisas trazer tal fato ao meu conhecimento, deixe-o em seu êxtase particular.
A maior arma que o homem pode ter, é a arte da falácia.
Não há conflito, que resista ao poder do dialogo aberto dos envolvidos…
Os maiores liderem políticos, dominam com maestria essa arte.
Ninguém nasce cruel.
Ninguém nasce quebrado.
O que nos parte não é o nascimento, é o caminho.
É o olhar que fere sem tocar.
É a palavra dita no momento errado, com a intenção errada.
É a indiferença de quem passa por nós como se fôssemos invisíveis.
Eu estive lá… essa madrugada.
De novo.
Naquele lugar escuro dentro da minha cabeça, onde a única companhia é o som do próprio medo gritando.
Sufoca. Dói. Paralisa.
E se as pessoas soubessem o que causam…
Se ao menos soubessem…
Talvez pensassem um milhão de vezes antes de usar a crueldade como defesa, antes de destilar julgamentos como quem cospe veneno em feridas abertas.
Mas eu sei que elas também estão quebradas.
Se tornaram aquilo que um dia odiaram.
Talvez nem percebam.
Talvez estejam apenas tentando sobreviver do jeito que aprenderam.
E eu…
Eu tô tão cansado.
Tão exausto dessa luta invisível.
Dessa armadura que visto pra parecer forte, inteligente, inteiro.
Quando, na verdade, eu sou só um quebra-cabeça feito de pedaços que a vida espalhou por aí.
E eu junto o que posso…
Do jeito que consigo…
Mas ainda assim… falta algo.
Me sinto perdido em mim.
Tentando ser o que esperam, tentando caber em moldes que não me servem mais.
Me cobro, me exijo, me mutilo em pensamentos…
Porque, por algum motivo, aprendi que ser perfeito era a única forma de ser amado.
De ser visto.
De ser aceito.
Mas eu não sou perfeito.
Nem você.
Nem ninguém.
E tudo o que eu queria agora…
Era que alguém segurasse minha mão.
E dissesse:
“Tá tudo bem se você não der conta hoje…
Eu te vejo mesmo assim.”
