Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Há pessoas que se afastam de você por causa do mal que te fizeram. Sem problemas; hoje eu entendo o motivo, e por isso, as perdoo. O mal que me fizeram também me moldou e me tornou quem sou hoje. O que é o tempo, senão aquele que, sem fazer perguntas, nos oferece as melhores respostas? E o que é a vida, se não aquela que primeiro castiga e depois ensina? Foi um instrumento usado para me lapidar, me fortalecer e me ensinar a não criar expectativas que só me atrasam.
Há dias de alegria,
E dias de frustração,
Dias de harmonia,
E dias de solidão.
Há dias coloridos,
E dias sem cor,
Dias bem vividos,
E dias de dor.
Há dias de sonho,
E dias de incerteza,
Dias de riso risonho,
E dias de tristeza.
Mas são apenas dias,
Passagens do coração,
Que não definem nossas vidas,
Nem moldam a nossa canção.
Nossa história é grandiosa,
Muito mais que uma parte,
Somos vida, somos prosa,
Somos pura obra de arte!
Por Edgar Magalhães, in tentativas.
Foto/ Imagem: J. CAMOTO.
04/09/2024.
"Invariavelmente, nos confrontamos conosco a cada esquina.
E há que ter coragem para nos enfrentar, talvez esse seja o maior dos confrontos, porque somos vários em um só.
É o nosso destino, sermos contraditórios."
Texto do livro :" Ainda Há Tempo Contemplando O Sol "
Toda exposição de bens materiais é uma marca de pobreza interior. Quanto menos graça há na alma, mais necessidade de ostentar há no espírito.
Quem é amado deve...
Quem ama pede...
A lua se insinua...
Entre vielas escuras...
Há fogo que devora...
Que mata e que dá...
Arde a cabeça...
Enquanto o olhar vaga...
Nem entre as estrelas encontras...
O que procuras...
Só porque houve outrora...
No presente indeciso vives agora...
Será que haverá o futuro,
Do que necessitas e sonhas ?
Procura o ar onde a respiração é doce...
E canta para afugentar a tristeza...
Porque és do tamanho que vês...
Porque sentes a falta do que não tens...
Vaga..
Longe de todo céu...
E no inferno onde abitas nada encontra...
O verme da agonia te devora...
Onde estás afinal,
Nessas horas mortas?
O nevoeiro é tão grande...
E o final não encontras...
Sim...
Tu bem sabes...
Tendes total culpa...
Entre o temor e o espanto...
Reconhece o amor perdido...
Peito endurecido...
Por mostrar-se soberbo e presumido...
Feristes e não percebeste o real sentido...
Tendo o teu erro algum desconto...
Saberia que sendo amado deve...
E que amando...
Deveria ter pouco pedido...
Agora buscas a noite escura...
Cujo medo te afigura...
Tão certa desaventura...
De vagas esperanças...
Nem mesmo te ajuda a lua...
Sandro Paschoal Nogueira
Há poucas coisas do outro que me incomoda, a ignorância é uma delas, talvez por eu já ter estado neste lugar
" Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!"
(Jesus Cristo - Veja Mateus 6:22, 23).
***
Senhor, desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua Palavra! (Veja Salmo 119:8).
"Caia! Você está sozinho, garoto. Só há trevas pra você, e só morte para seus amigos. Eu vou comandar um exército imenso e terrível. E vamos viajar por um bilhão de mundos. Vamos navegar até que toda luz seja extinta. Você é forte garoto. Mas eu estou além da força. Eu sou o fim!"
(Lich, Último sábio de GOLB)
Há uma diferença imensa entre o quanto você é mais influente e o quanto você é mais influenciado. Poder é influenciar outras pessoas a fazerem o que você deseja. Isso pode ser usado para o bem e para o mal. Não tem nada a ver com fama ou sucesso financeiro, mas com poder de influência sobre os outros, principalmente sobre a massa e os formadores de opinião sobre a mesma.
Como ativista e influenciador político, além de filósofo, auxilio movimentos antiocidente há muitos anos. Esse trabalho intelectual, político, filosófico e apostólico visa remodelar a realidade do mundo. Não estou nesse propósito sozinho, mas possuo um certo mérito a respeito dos acontecimentos.
Quando o Marinheiro Está Desempregado: O Brilho de Um Herói Esquecido
Há um brilho nos olhos de um marinheiro que navegou as águas escuras do oceano. Ele conhece o som do vento que canta nos mastros e o rugido das ondas que desafiam o casco. Mas quando o mar se acalma e o horizonte parece distante, o marinheiro se vê em terra firme, sem trabalho, sem a familiaridade do balanço das águas. Para aqueles que já foram valentes no oceano, a vida em terra pode parecer uma sombra do que foi.
O marinheiro desempregado carrega consigo histórias de tempestades enfrentadas, noites sem estrelas e amanheceres que prometiam novos rumos. Ele é um herói que, por um tempo, se encontra afastado de seu campo de batalha. As mãos calejadas, que outrora seguravam firmemente o leme, agora repousam incertas. O coração, que pulsava no compasso das marés, agora busca o seu ritmo na rotina da terra.
Mas o espírito do marinheiro não se apaga. Ele traz consigo a coragem que uma vez o levou a desafiar o desconhecido. Ele é um exemplo vivo de resiliência e de fé, uma prova de que mesmo nas horas de calmaria, o espírito guerreiro não se rende. Para o velho marinheiro, as águas ainda chamam, sussurrando memórias e promessas de novas aventuras.
E embora os dias em terra sejam difíceis, e o trabalho escasso, o marinheiro sabe que sua história não acaba aqui. Ele foi moldado pela vastidão do oceano, e essa força ninguém pode lhe tirar. Seu valor não está na ocupação, mas no coração que, mesmo longe das águas, continua a bater no ritmo do mar.
Que todos lembrem dos marinheiros valentes, hoje em terra, outrora mestres do oceano. Que o brilho nos olhos desses heróis esquecidos jamais se apague, pois eles são testemunhas vivas da bravura que navega além das ondas e permanece, firme, na alma.
amplecti singula et vivere in totum
Entre o silêncio e a lembrança
Há um vazio que ainda respira
Não se trata de partida
Nem de chegada
É o eco de passos que já se foram
Mas que ainda ressoam
Bem baixo quase inaudível
Os dias seguem
Mas há momentos em que o ar pesa
Como se o tempo insistisse
Em carregar consigo fragmentos do que foi
Não é dor
Mas uma sombra leve
Que se estende ao final de cada tarde
O toque que não se repete
Mas que a pele ainda guarda
Um olhar que já não encontra
Mas que os olhos ainda procuram
Nos reflexos dos dias
Há uma paz que tenta nascer
Mas é abafada
Não é ausência
É uma presença sutil
Como folhas que caem sem alarde
Tudo aquilo que há de um homem, há de uma mulher. E tudo aquilo que há de uma mulher, há de um homem.
Estrelas da música quando sobem ao palco são planetas cumprindo seu papel, nada há para estalarem, apenas observam, em seu dever, o que veem lá de cima, uma bando de estrelas vendo o mundo girar.
Aí que mora o problema dos apresentadores, achar que podem estrelarem como se estivessem criando música, sem se curvarem, estralando os dedos para obter suas boas vantagens em IBOPE.
Estreia que é bom nada.
Palavra de poeta
é feito passarinho.
Só vive em plenitude
se for livre,
só procria onde há ninho.
(Avoa meus versinhos)
Como um filósofo que analisa há décadas o mundo, compreendo que o transtorno narcisista é uma disfunção inerente ao ser humano que já é mau, no entanto, isso é intensificado ainda mais pela sociedade capitalista liberal e pelo Imperialismo, por meio do individualismo burguês. Sendo assim, é algo que devemos aceitar que existe, já que as únicas formas do mesmo ser extirpado completamente seria uma sociedade sem classes, com um Transumanismo aplicado totalmente numa sociedade do comunismo, ou através de um apocalipse cristão. Portanto, não tenham ilusões.
