Nao Controlamos o que Sentimos
Quando sentimos o limite máximo de
beleza que as palavras podem nos
proporcionar, silenciamos em ternura.
Independente do que vemos ou do que sentimos no coração, é maravilhoso encontrar motivos para louvar ao Senhor.🙌❤️
Às vezes dá vontade de chorar muito,expor tudo pra fora,quando nos sentimos quebrados.Aí vem aquela força que nos levanta,nos dá coragem fé e esperança,enchendo-nos de ânimo,duplicando nossa força!
Eita o cheiro do fogo
Cheiro de café
Sendo feito logo de manhã cedo!
Sentimos saudades das doces risadas
Dos gritos dizendo que estamos atrasados...
E o tempo vai passando
A vida continuando
Pois ela não pode parar
Com fé no caminho temos que continuar
A noite chega
Um beijo de boa noite te acalenta
Um boa noite filho(a) te sustenta
Velando por ti ela fica acordada...
Portanto valorize sua mãe
Só temos apenas uma
Com fé no coração
Passe essa chama para sua futura geração!
Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.
Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que impede-os de navegar nas ondas de seu próprio destino.
Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.
Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.
Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.
Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.
Aprendo que existe uma criança em mim que, ao ver meus filhos crescidos, se assusta por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.
Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.
E não há estrada mais bela do que essa.
Descobri que a felicidade é quando sentimos a vida vibrar. A título de exemplo, quando seu time ganha, quando algo que se prontificou a fazer e deu tudo certo em meios as vicissitudes ou até mesmo quando estamos juntos com as pessoas que admiramos e amamos (no final do ano que iremos nos encontrar). Baruch Espinoza (XVII) nos presenteia com esta frase: "A alegria é a passagem para um estado mais potente do próprio ser"
Em algum momento, humanamente sentimos impotentes nas vicissitudes. Faz parte da vida "medo, tristeza, raiva e alegria" e mesmo assim, devemos seguir a rota desta fantástica viagem que chamamos de vida (CLARIANO DA SILVA, 2020).
Por vezes o desejo que sentimos por alguem parece com o chocolate, é gostoso, é bom, mas quando o gosto se torna amargo, confundi nosso paladar, e nossa cabeça.
O nosso coração reserva na dor o amor que sentimos na honestidade do nosso ser, mesmo que o tempo não apague a magia do leal, somos o ideal para o coração um do outro.
A dor que sentimos por ver a nossa Pátria sofrer pela ganância dos seus filhos é maior que a dor de ver os nossos irmãos emigrarem para longe do seu leito-pátrio.
"O encanto das coisas está na forma como as vemos, sentimos e tocamos. Encante antes de conquistar!"
-Aline Lopes
Temos o costume de alguém,
sentimos a necessidade de tê-lo.
Esquecemos da vida sem esse,
Vivemos sempre colados um ao outro...
Passamos a condição do eu e a sombra: sendo um o tangível, o outro a projeção, esta última sempre escrava do palpável, vivendo às margens de sua exposição, escrava de seus movimentos, carente de cores, ameaçada por qualquer feixe de fótons que aconteça...
Dessa forma, o corpo sempre predomina diante da sombra, parece mais interessante, pois é o que limita seus contornos, suas formas, até seus movimentos...
Mas sempre haverá momentos que a sombra supera o molde, e isso é mais visível quando o corpo de afasta da luz! logo, o corpo não limita a sombra, mas apenas o propicia!
quanto maior for a distância da fonte de luz, maior a sombra se mostra, a cada ângulo sua altura supera aquele a quem está presa, até que chega o momento que passa a condição de escuridão!
É nesse momento que o corpo mostra toda sua fragilidade! que reconhece a grandeza da sua sombra, por não mais poder dominar ou limitar seu tamanho, passa a depender de fontes limitadas de iluminação, ao ponto da ausência de uma vela, poder gerar o pânico por não mensurar o que está ao seu redor.
Mas sou uma sombra acolhedora! eu te envolvo, desprezando o momento que você tentou se ver livre de mim, quando me torno incompreensível, é porque estou te abraçando, te cercando, ao teu redor, num silêncio tão tenebroso que causa o pânico, o medo e o desespero!
mas ainda sou tua sombra! apenas tornei-me escuridão, rimando estranhamente com solidão! como pode ser medonho o sentimento quando estou te envolvendo, te cercando, te abraçando? é porque nessas horas você sente medo de mim! se esconde em sua coberta, se agasalha pela sensação de frio, procura uma luz para tirar-me dos teus olhos que não se habitua com a densidade de minha dimensão.
Por este teu medo, espero ser novamente sua projeção, estar preso a você, viver as limitações dos teus contornos, cronometrado pelo dia, tonificado pelo ângulo do brilho que me define... até que você busque um abrigo e se veja livre de mim, por não entender que meu ser se define por você.
Quanto mais nos aproximamos do crepúsculo da vida mais sentimos necessidade de estarmos junto aos deuses
Cuidado com aquilo que se julga como verdade, muitas vezes sentimos o cheiro do torresmo ao longe, mas nós nos sentamos à mesa com os porcos
Sentimos muito por aquilo que nos falta, mas deveríamos ser eternamente gratos pela parte que nos resta
