Momentos de Dor

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A velhice tem gemidos,
- A dor das visões passadas -
A mocidade - queixumes,
Só a infância tem risadas!

Aprendi com minhas perdas
Que a solidão, nem sempre é dor.
Às vezes, ela pode ser
um ótimo remédio.

Quanto maior é a subida, sobre mentiras, maior é a queda e a dor, na descoberta da desilusão

Se você nunca sentiu medo, vergonha ou dor, é porque nunca correu riscos!

A vida é sofrimento, sobreviver é encontrar significado na dor, se há, de algum modo, um propósito na vida, deve haver também um significado na dor e na morte.

Gordon W. Allport

Nota: Esse pensamento é erroneamente atribuído a Nietzsche e Viktor Frankl. O trecho pertence ao prefácio de Gordon no livro "Em busca de sentido", de Viktor Frankl.

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A dor muda de forma, mas nunca acaba. As pessoas tem essa visão errada de que você pode lidar com coisas e dizer: acabou, estou melhor. Elas estão erradas. Eu sinto falta de coisas, as grandes coisas que nunca vão acontecer.

Pela minha experiência, pais causam dor. Seja pela presença, seja pela ausência... Um tipo de ruína que somente um pai pode causar.

A solidão nunca vem sozinha, ela traz consigo a dor, a saudade, a tristeza e o vazio

Está tudo bem?

Eu finjo que dói menos,
que não existe dor
sorrindo...
que nada sinto.

Posso fingir para o mundo
inteiro
mas para mim mesma nunca
nem para meu travesseiro!

A dor da perda é implacável... como uma flecha, só quem um dia perdeu pra saber o estrago que fica no coração...

A vida de uma bailarina é cheia de desafios e obstáculos que nos causam dor e sofrimento.Porém não há emoção maior que a glória e o prazer que sentimos no dia de um espetáculo.

Fim sem começo

A dor que sinto pelo desprezo
e pela crueldade das palavras,
Talvez não me doam mais que o olhar.
O olhar diz mais que as palavras.
Procuro evitar olhar-te nos olhos,
pois seus olhos me mostram a inocência,
que muitas vezes divido que exista,
e na dúvida é melhor não cruzar os meus aos seus.

Eu sei quando estou te ferindo,
mas, será que você sabe quando está a fazer o mesmo comigo?
Foi de proposito?
Sem querer?

É complicado dizer que o amor ao fim,
mesmo sem começo
não nos deixe mal,
porque mesmo sem início
se iludia a expectativa de que poderia ter sido bom.
Bom mesmo é se estivesse acontecido!
Pelo menos teria do que me arrepender por fatos
e não por teorias!

Agora eu me pego a perguntar a mim mesmo:
Será que era verdade?
Ou será que só eu sofri nesta história!
Ficção ou realidade?
Prefiro acreditar que era ficção!
Pelo menos me conforta de certa forma!

Não penses que te quero mal
Afinal de quem foi o culpado?
Eu por amar de mais ou você por fingir não amar?
Ou ser verdade em não amar
e me deixar se iludir só?

Não quero mais!
A distância vai me machucar,
mas é melhor me ferir agora,
pois amanhã eu posso não ter mais tempo pra me curar.
O fim raramente é bom,
principalmente se não tiver começo.
Fim sem começo.

É uma arte viver com a dor … mistura a luz com as cinzas.

Deixe, deixe a onda da dor passar por você, ela pode até te derrubar, te afogar um pouco, te chicotear com o sal, te assustar com tanta grandeza, mistério, profundidade e experiência, mas acredite em mim, você não vai morrer.

A dor de perder alguém só é aumentada quando não te dão o direito de saber o porquê.

A flor e o espinho

Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua
É no espelho que eu vejo a minha mágoa
É minha dor e os meus olhos rasos d'água
Eu na tua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua

Nelson Cavaquinho
A flor e o espinho, 1973.

Nota: Música composta por Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha.

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⁠A Dor do Esquecimento

Lembro-me das conversas longas, daquelas em que o tempo não existia, onde as palavras fluíam como se cada uma fosse uma promessa, uma descoberta. O brilho no olhar, o interesse genuíno, como se cada frase minha fosse uma novidade que valia a pena ser ouvida. Havia uma admiração que preenchia o espaço, onde as horas se tornavam invisíveis e a presença se tornava tudo.

Era uma troca constante, um cuidado silencioso, onde a preocupação com o outro se via em gestos pequenos, mas imensos. Como foi seu dia? Como posso ser o seu colo quando o mundo se torna pesado? O outro se tornava parte de nós, um reflexo de amor e carinho que parecia eterno.

Mas então, algo foi se perdendo. O olhar já não brilha da mesma forma. As conversas se tornam vazias, as palavras se dissipam no ar, como se já não houvesse mais interesse, nem admiração. O que antes era constante, tornou-se silêncio. E o amor, que deveria ser vivo e pulsante, começa a cair no esquecimento. Será que caímos no abismo do esquecimento de quem realmente nos amou de verdade?

O que acontece quando a presença já não é sentida? Quando a ausência, que antes era apenas uma pausa necessária, se transforma em um vazio sem fim? Será que, ao longo do tempo, a memória do amor se apaga, como as lembranças de um sonho esquecido ao amanhecer?

Entre a dor e o nada, eu escolho o nada...

A noite está fria...
Esquinas e cantos de minha alma...vazia.
Traz consigo a dor, o ódio, o sofrimento; não há nada em meus pensamentos, só você, miserável vida a quem devo meus tormentos.
Derrepente a chuva, aliada de minha alma, descendo entre curvas e vielas, levando consigo as lembranças...dentre as rosas a mais bela.
Razões para isso não tenho,
Palavras sequer sei falar,
Pensamentos se perdem no tempo,
Quem sabe o amor explicar?
Derrepente a chuva...eram lágrimas.

Quando a filosofia e a poesia se unem, liberta toda a tristesa, odio, dor e sofrimentos profundos do amor trasendo uma sensação de alivio e equilibrio espiritual.