Minha Vó

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Aprendi, em cima da minha moto, que uma vida equilibrada pode te levar muito longe.

Você sempre foi o único amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o único que sempre entendeu também, depois, eu dormir meio chorando porque é impossível abraçar sequer alguém, o que dirá o mundo…

Que você sinta minha falta como eu sinto a tua...

Fique com sua tristeza, com seu egoísmo, com sua arrogância, pois eu levarei apenas a minha alma um dia doada a você, mas não desistirei do amor por sua causa, pois você não vale tal sacrifício!

Na minha perspectiva, liderar significa pôr se no lugar do outro e ajudá-lo(a) a se superar!

Para o meu coração basta o teu peito,
para a tua liberdade as minhas asas.
Da minha boca chegará até ao céu
o que dormia sobre a tua alma.

Acolhedora como um velho caminho.
Povoam-te ecos e vozes nostálgicas.
Eu acordei e às vezes emigram e fogem
pássaros que dormiam na tua alma.

Pablo Neruda

Nota: Trechos de "Poema XII"

Agradeço a Deus por existir e estar bem!
Agradeço à minha família por cuidar de mim!
E, por fim, agradeço pelos meus amigos por fazerem meus dias tão felizes!

Deus criou o mundo, fez a natureza, aí num belo dia encontrei você, minha princesa.

SONHOS

Em que palco da vida se
perdera a minha linda bailarina
que tão famosa seria?

O mundo inteiro viajaria...
a todos eu encantaria
com minha elegância e magia.
Uma famosa Bailarina eu seria!

A dor suportei!
Cai, errei, levantei, não desanimei!
Retornei, ensaiei, acertei.
Acreditei!

Querer, poder ser, ritmo ter...
Enternecer e o mundo conhecer!
Plumas... paêtes... estrelar...
E brilhar!

Uma famosa Bailarina eu seria!

Arabesque, developeé, sauté,
penchée, grand jetés, pas-de-deux,
em meu dicionário... não mais!
- Por quê?

Sonhos!
Os sonhos me dão...
o que a realidade me tira!

Uma famosa Bailarina eu seria!

Eu preciso de você, perto ou longe, sendo meu ou não. Preciso do seu cheiro impregnado na minha roupa e do seu sorriso que foi gravado em minha memória. Preciso da sua voz sussurrando em meu ouvido e do seu olhar que me constrange. Eu preciso de você, não importa como.

Minha mente minha pior inimiga, às vezes me frustra, tantas outras me intriga, me faz refletir sobre coisas sem sentido, me faz ver um mundo dividido entre conflitos, e de emoções sem equilíbrio.

Minha felicidade incomoda um certo grupo de pessoas: as invejosas! :(

Minha ideia de uma boa companhia é a companhia de gente inteligente e bem informada, que sabe conversar, é isto que eu chamo de boa companhia.

"Toda a minha vida não passa de conflitos. E se não há conflitos por aí, ora, invento um, num piscar de olhos. Ontem eu disse que não estava mais amando? Estou mais apaixonado hoje do que nunca. Tudo voltou… […] Ela é tão jovem, tão bonita e tão triste que eu seria capaz de chorar. Esse é meu sentimento. […] Em seu mundo, todos penduram um Picasso em um local de destaque. Então está muito bem, por ela eu também penduraria um Picasso em um local de destaque. Como meu conhecimento da decadência do modernismo e a loucura cega do progressivismo como um estado de ânimo, uma rebelião estúpida e óbvia contra ressentimentos imaginários, medida contra meu amor por uma garota de 50 quilos? O que importa se eu alcancei grandes verdade sociais & espirituais na solidão do meu quarto e em meu livro enorme e em anos de meditação cuidadosa e compreensão psicológica - o que é minha arte? Meu conhecimento? Minha poesia? Minha ciência? - comparado a seus pezinhos? Sim, sim, sim, acabei de notar a “ondulação de seus dedinhos”. O velho Dimitri, já falei? Aqui não sou Dimitri, sou maior que Dimitri, porque sou o pai de Dimitri, o próprio pai Karamazov. Sou eu desperdiçando fortunas e o amor dos filhos por uma garota - e olhando com ansiedade da janela de minha miséria esperando por ela. Picasso… eu gostaria mesmo de pendurar Ticiano e Grant Wood. Paris… o que quero mesmo ver é Montana. O balé… são os filmes que passam a noite inteira na Times-Square que quero ver. Mozart… O que quero mesmo ouvir é Allen Eager. Mas por ela eu usaria um cavanhaque e fingiria ser um gênio literário, e faria observações proustianas, e seria, é óbvio, sensível."

Quanto mais olho para minha sogra, mais me convenço de que o divórcio é apenas uma questão de tempo.

Escrevo diante da janela aberta.
Minha caneta é cor das venezianas:
Verde!... E que leves, lindas filigranas
Desenha o sol na página deserta!

Não sei que paisagista doidivanas
Mistura os tons... acerta... desacerta...
Sempre em busca de nova descoberta,
Vai colorindo as horas quotidianas...

Jogos da luz dançando na folhagem!
Do que eu ia escrever até me esqueço...
Para quê pensar? Também sou da paisagem...

Vago, solúvel no ar, fico sonhando...
E me transmuto... iriso-me... estremeço...
Nos leves dedos que me vão pintando!

Mario Quintana
Quintana de Bolso. Porto Alegre: L&PM Editores, 1997.

Quando considero a curta duração da minha vida, engolida pela eternidade que passou e passará antes e após o pequeno intervalo que preencho, ou que possa ver, engolfado pela imensidão infinita de espaços que me são inescrutáveis e que não me conhecem, tenho medo, e me surpreendo de estar aqui e não acolá, agora e não antes ou depois. Quem me pôs aqui? Quem deu a ordem e direção para que este espaço e este intervalo de tempo sejam ocupados por mim?

Não tenho responsabilidade de ser bonita. Não estou viva com esse propósito. Minha existência não é sobre o quão desejável você me acha.

Acredito que amanhã os angolanos hão-de entender o real motivo da minha luta. E neste dia, homens e mulheres da minha pátria, letrados ou não, hão-de caminhar em busca da verdadeira paz, em busca da verdadeira democracia. Terão a coragem de enfrentar o Regime. Porque não há na historia da humanidade um governo que pode oprimir um povo eternamente.

Não confio em ninguém, nem mesmo em minha sombra, pois tem hora que ela não aparece.