Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica

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EM BUSCA DE REDENÇÃO

NO ESPAÇO QUE O TEMPO ROUBOU
MINHA SINA É TIRA VOCÊ DO MEU CORAÇÃO
JUNTAR OS FRAGMENTOS DO EU QUE SOBROU
PEITO ABERTO SEM EXITAÇÃO
SENTIR QUE A ALMA CHOROU

SAUDADE VAI SE PERDENDO COM O TEMPO
VAGOS MOMENTOS BONS EU LEMBRO
TENRAS PALAVRAS SE FORAM COM O VENTO
DIAS CIZAS DE NOVEMBRO A NOVEMBRO

ANIMAL SEM INSTINTO AO RELENTO
UNIÃO QUE PARA O MUNDO É TRADIÇÃO
AMOR É UMA DOLOROSA ILUSÃO
O SONHAR QUE A REALIDADE LEVOU

PROMESSA DE FELICIDADE NÃO SE MANIFESTOU
SENTIMENTOS BONS NÃO É MAIS ADVENTO
SINTO NO FUNDO DO MEU AMAGO TODO SEU REBENTO
AMPUTOU-SE O PRINCIPAL MEMBRO
NESSEE PROCESSO SEM CULPA EU ENTRO

CRAVADO EM ETERNA REGENERAÇÃO
(RBJ)

Inserida por RBJ

Permaneça, me aqueça e nunca esqueça, que você me completa, não sai da minha cabeça!

Inserida por halissoncaleffi

Metamorfoseando-se

Quando a noite cai faço da lua minha companheira

Brinco com as estrelas
E durmo embalada pelo som do mar

meus sonhos são feitos de aurora boreal

metamorfoseia
Minha alma de tal forma
Que por uma fração de segundo Me sinto imortal, no momento único que somos uno.

Poesia De Tecla

Inserida por Poesiadetecla

Te fiz um poeminha, meu grande amor
Vem, senta, vou mostrar minha alma
Ela já não é mais campo florido
As flores todas murcharam
Também não corre mais aquele rio cristalino
No qual banhávamos sem pressa

Que fizeste com as cores que circulavam o céu ao qual chamávamos arco-íris
do qual me fazia laços de fitas?

Traz um pouco pelo menos do azul do mar
Do mesmo mar que assistia nossas juras eternas

Olha, as estrelas que me destes
Também sentem sua falta
E... e eu não sou mais aquela menina
Agora sou mulher feita

Vem, senta aqui, mostra-me um pouco da tua alma também
Quem sabe elas se reconhecem no prelúdio dos
acordes de nossos sonhos

Te fiz umas bem traçadas linhas
Vem, vem ver nosso poeminha!

Poesia de Tecla

Inserida por Poesiadetecla

''Eu que sou um sonhador,
Encontro minha
Alma na dor.
Na dor de um lamento,
De um universo
Imenso.
Meu coração é
de um rasta,
Minha alma
De um cristão.
Minha arte
É escrever poesias e transmitir
Informações, ou ate mesmo convicções,
Por que não?
Nessa vida somos um em um milhão,
Querendo chamar atenção.
A bondade esta coração de poeta,
Seguindo sua meta.
Escrevendo poesia,
Pra ver se algum dia,
Alguém se interessa,
Essa é a dor de um poeta.
Esquecido no mundo,
Fingindo ser cego surdo e mudo,
Essa é dor de um poeta,
Que segue sua meta.

Inserida por patricchar

Um último suspiro
Então acabou
Já se foi o amor
A esperança e a dor
O prazer e o calor
Minha paz e meu pavor
Ao te ver partir de onde estou

Assim a alegria não existe mais
Nem um sorriso da minha boca sai mais
Se sentindo mais vazio do que os demais
Que perdem alguém por não ser capaz

E ainda fico aqui te aguardando
Com a vontade me matando
De te ter em meus braços e me abraçando
Como um casal num rio se amando

Os dias parecem não ter fim
Infinitos igual ao verde de um jardim
Longos que nem se percebem o início e fim
Com manhãs ásperas e noites juvenis

A vida perde o sentido sem você
Te quero ao meu lado com muito prazer
Estando longe ou perto te amo sem querer
Pois tudo o que eu preciso é te amar pra valer

Mas o erro está aí
Você me ignora e me deixa partir
Me trata como um lixo e me recicla por aí
Me vê chorando e ainda zomba de mim
Como se eu fosse um brinquedo velho sem pilhas
E abandonado nos confins

Então não sirvo mais para você
Tudo o que eu fiz era para merecer
Mais abraços e beijos do que prazer
Sua voz doce e suave no meu ouvido ao amanhecer
Seu corpo pálido encostado ao meu
Sentindo seu desejo remanescer
Como duas almas que se uniram
Por um propósito a se esclarecer

Mas como você não quer
Nada eu vou poder fazer
Porque se de tudo eu fiz
Não tenho mais nada a dizer
E se me quiseres de volta
Terás de lutar para mim saber
Se o que sentes é de verdade
Ou é apenas seu dever
De fingir que me ama
Sem ter nenhum prazer

Por isso acabou
Já se foi o amor
A esperança e a dor
O prazer e o calor
Minha paz e meu pavor
Ao te ver partir de onde estou

Inserida por CaioBrites

A Budiudiuca

Chegou no início da tarde e acomodou-se ali no último compartimento da minha prateleira que ficava encostada no meu tanque de lavar roupa. Sequer me pediu licença. Decerto já sabedora da minha paixão por seus iguais. Para ser mais exata, de minha enorme paixão por todas as criaturas do Uno.
A princípio arredia. Bastava que ela ouvisse minhas passadas para cair no mundo como se só a minha presença a colocasse em perigo real. À medida que eu fui me aproximando sem fazer barulho, pé ante pé, de mansinho, passinhos sonoros para não assustá-la, ela foi se assentando e aceitando a minha presença. Não me evitava mais. E eu, de minha parte tentava fazer o menor ruído possível ali na área de serviço. Não sacudia mais, depois de lavadas, minhas sacolas plásticas para não levantar suspeita de perigo na minha inquilina.
No entanto, ela só aceitava a mim. Bastava que chegasse visita para ela fugir em vôo disparado. E, assim, foi ficando, foi ficando e um belo dia ouviu-se o ruído denunciador da minha condição de avó. Haviam nascido dois.
Minha mãe com experiência na área sentenciou, assim os viu:
— São macho e fêmea.
— Por que sabe? Fiquei curiosa
— O macho é maior e mais forte.
Batizei-os de Leo e Léia.
O que mais me encantava naquela família era a dedicação total da recém-mamãe.
Saia logo cedo e após uma hora mais ou menos voltava com o papo cheio de comida para os filhotes. E ficava lá em cima deles esquentando-os, o restante do dia.
Porém, um dia, saiu e não voltou. Só comecei a me preocupar por volta do meio dia. Disse para minha mãe que aquilo não estava certo, ela havia abandonado os filhotes que ainda não voavam.
Eu olhava ao redor, em cima da casa, no arvoredo próximo e nada da mãe fujona.
Afligi-me com aquela traição e fui para a internet ver o que podia fazer. Que comida dar para os filhotes, enfim, eu tinha de suprir, como avó, a ausência da mãe desnaturada.
Encontrei, para meu espanto, vários relatos de abandono de ninhos pelas mamães rolinhas:
São ‘levianas’, pensei de pronto. Muito magoada e com um enorme dó dos dois pequerruchos despenados, considerei seguir um dos conselhos de um tratador de filhotes órfãos: mingau de fubá sem sal. Quando a papa ficou pronta minha mãe recomendou;
— Coloque bem perto deles, pois eles não vão deixar você pegá-los para colocar goela abaixo.
Assim que me aproximei qual não foi meu espanto quando eles assustados, ensaiaram um voo e caíram desajeitados no chão com grande estardalhaço e por mais que eu tentasse não conseguia pegá-los. Rápidos eles se escondiam entre as bacias e baldes e quando eu conseguia retirar o que me estorvava alcançá-los, eles pulavam para debaixo de outra vasilha. Ficamos lá nessa luta inglória muito tempo, até que desisti e deixei a comida no chão bem à mostra de seus olhares famintos assim que eles resolvessem sair do esconderijo, por conta da fome.
Sai para resolver uns problemas no banco e quando regressei encontrei a mãe andando pelo quintal, vagarosamente como se carregasse o peso do mundo.
Fiquei catatônica.
— Como assim, você não havia sumido?
Ela me olhou demoradamente e eu li naquele olhar a pergunta?
— O que você fez com meus filhotes?
— Eu tentei alimentá-los e eles fugiram, estão por aí debaixo das coisas. Respondi amargurada.
Ela ficou por ali muito tempo e nada de localizá-los. Então resolvi procurá-los para mostrar pra ela que eles estavam ali mesmo escondidos.
Não os localizando, chorei.
— Perdoe-me. Pedi aflita para a mãe. Será que você consegue me perdoar? Implorei para aquele olhar postado em mim doloridamente.
Após vários minutos ela desistiu e partiu. E eu fiquei remoendo a minha dor de haver interferido na didática de ensino da ave. Certamente ela saíra para dar aos filhotes a oportunidade de se virarem sozinhos. Era um meio de forçá-los a saírem para o primeiro vôo a demora do retorno.
Passei o restante do dia moída de remorso. Até pareceu-me que eu tinha declarado a terceira guerra mundial e estava à beira de acabar com toda a vida do planeta terra, tal era a minha dor.
À noitinha saí para dar mais uma olhadela em torno da extensa casa, comprida a perder de vista, e para minha surpresa, avistei o macho, em cima do telhado da cozinha, bem rente à cumeeira de separação com a sala de jantar. Gritei de alegria.
— Léo, você voltou pra vovó.
Ainda em estado de êxtase supliquei esperançosa.
São Francisco de Assis, protetor dos animais, me ajude a encontrar a Leia.
Ele me atendeu prontamente. Léia saiu debaixo do tanque dando saltinhos miúdos, sinal da sua fraqueza por falta de alimentos. Consegui pegá-la desta vez e depois de alimentá-la com uma pequena colher boca a baixo, joguei-a para cima em direção ao telhado. Ela ensaiou um meio voo e parou em cima da casa.
— Léo, cuide da sua irmã até sua mãe voltar, por favor, querido.
Eu tinha certeza que a Budiudiuca voltaria para resgatar os filhos, e ali em cima do telhado era mais fácil avistá-los.
De vez em quando eu saia ao terreiro para ver como eles estavam se saindo. Lá pelas tantas da noite, não conseguindo dormir, voltei ao terreiro e fiquei demasiadamente comovida: eles estavam tão próximos um do outro como se tentassem suprir um pro outro a falta da mamãe.
— São Francisco, por que a Budiudiuca ainda não veio cuidar deles? Perdoe-me a insistência, mas eu preciso que ela volte, a culpa foi minha. Ou então faça com eles arrisquem um voo e sejam vitoriosos.
Fui dormir depois da minha oração muito esperançosa, tenho muita fé no Santo protetor dos meninos irracionais (ou não)? Confesso que ainda alimento muitas dúvidas a esse respeito. Acho que eles pensam e amam como nós humanos, só não desenvolveram a linguagem de palavras.
Ao acordar, corri para vê-los e fui presenteada com uma maravilhosa surpresa: no ninho, que eu não tinha tido a coragem de desfazê-lo, encontravam-se mãe e filha. Ela aconchegada debaixo das asas, só se via a sua pequena cabecinha. A mãe me olhava fixamente. Chorei desta vez de alegria.
— Eu te amo São Francisco. Preciso dizer que beijo teus pés e tua boca, se puder, claro.
Léo não estava lá. Mas a mãe me olhou tão calmamente que eu compreendi o que ela me dizia.
— Meu filho agora é dono do espaço, ele se foi.
Corri a contar para minha mãe que sentenciou:
—Léo voltará, fique tranquila.
Minha irmã não concordou.
— É claro que não volta, ele é novo e não tem noção de rumo, de espaço. Ele se foi pra sempre.
Nós três, eu e as duas aves fêmeas, ficamos num namoro demorado e apaixonado durante a manhã toda. De vez em quando eu ia vê-las e lá no meio do dia em um dos meus regressos no quintal, não as vi, elas não estavam mais lá.
— Foram embora. Nunca mais vou ver nenhum dos três. Fiquei aliviada e feliz pelo desfecho, só que eu teria uma alegria ainda maior...
À tardezinha, fui recolher minhas roupas que já haviam secado e me deparei com a cena mais bela de toda a minha vida. Estavam os três em cima do telhado e em vôos curtos e rápidos, mas numa bela coreografia ensaiada.
Estão se despedindo de mim. Tive a certeza disso e gritei.
—Sejam felizes e se cuidem. O céu é o limite. Amo vocês do fundo do meu coração.
Decorridos três dias, ela voltou passeando pelo chão, deu a volta no quintal todo e de vez em quando me olhava.
— Desmamei-os. Eles agora são donos de suas vidas.
No dia seguinte, apareceu com um galho no bico. Eu a toquei desta vez.
— Vamos nos mudar pequena, não posso deixar a prateleira pra você. Procure outro lugar pro seu ninho, me perdoe.
No dia mudança, eu fiquei pra trás aguardando o caminhão enquanto eles colocavam a mobília no baú e então, ela chegou.
Ficou em cima do muro do outro lado da rua, andando de um lado para o outro, parava e me olhava, muitos, muitos minutos.
— Vou sentir muita saudade Budiudiuca. Acho que desta vez não nos veremos mais. Você não saberá pra casa eu fui e eu não tenho como te levar não é mesmo?
Ela veio para a árvore defronte a casa e pousou no galho mais baixo. Ficou lá até o caminhão sair.
— Meu coração é seu, pequerrucha.
O caminhão foi embora e eu saí, também, olhando pra trás. Ela ficou lá no galho quieta como se com isso fizesse com que eu mudasse de idéia de partir.
Embora, talvez ninguém acredite nisso, eu posso provar. Minha mãe e minha irmã são testemunhas vivas desse meu caso de amor.
Depois de vários meses na residência nova, minha mãe me chamou.
— Vem ver quem está aqui.
Minha amada filha Budiudiuca e seu companheiro. Eu soube assim que a vi. Meu coração a reconheceu. Eles estavam em cima do muro nos fundos da casa e fui lá conversar com ela.
— Minha casa é muito pequena agora e a prateira está cheia de louças que não couberam na cozinha minúscula. Não tem espaço pro seu ninho aqui, mas você tem um vasto mundo pra isso e não ficará com raiva da mamãe, não é mesmo?
Após alguns minutos eles se foram, mas de vez em quando ela volta e o nosso namoro de mãe e filha continua.

Inserida por elenimariana

Miligrama de verso XXII

O teu olhar ficou preso em minha mente
E prendeu a mim, também, na redoma
Da paixão.
Que não consigo enxergar nenhum outro semblante
Que não o teu
O que eu faço agora é te seguir
Por essa estrada que já não se me apresenta
Interessante sem ti.

Inserida por elenimariana

Musa, por tantas noites foste minha inspiração, hoje és um mero bloqueio de criação

Inserida por igorminoroliveira

Vejo nos dias de hoje pessoal de pouca fé
Já dizia minha mãe o primeiro infiel
Que blasfema contra Deus
Será muito castigado e muito já não percebem
O que está acontecendo tomaram um outro rumo

Aqueceram da promessa e de tudo que foi dito
Pelo meu jesus querido,não olhe para direita
Nem tão pouco pra esquerda
Siga firme no caminho
Que vou limpando os espinhos

Se sentir fome ou sede olha pro alto e clama
Lembre-se desse versículo
Fui moço, e agora sou velho;
Mas nunca vi desamparado o justo,
Nem a sua semente a mendigar o pão",
Embora existam muitos justos

Que morreram sem terem acesso à bênçãos
Porque Deus enxerga as coisas em termos de eternidade
Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o SENHOR
Ama o juízo e não desampara os seus santos;
Um homem bom são confirmados pelo SENHOR,
E deleita-se no seu caminho.

E pela fé eu verei os meus sonhos realizados
Então compadece-se sempre, e empresta,
E a sua semente é Abençoada e trás retorno garantido
maria de fatima

Inserida por mariadefatima1

Eu, de minha parte, serei inacabado até o fim.
Só a morte me conclui.

Inserida por moisesjdecarvalho

QUANDO VI TEU ROSTO:

FOTOGRAFIA COLORIDA
RETIDA NA MINHA LEMBRANÇA...

MINHA SAUDADE
FEZ-SE PEDRA PONTIAGUDA
A ESTILHAÇAR-ME A ALMA.


Ausência
(Para minha mãe ,Laura)

Inserida por moisesjdecarvalho

Minha vida não é perfeita por que tenho você, pois eu não a tenho mais... Mas ela é perfeita por que eu penso em você

Inserida por DavidJackson

Se quem eu amo é feliz longe do meu caminho tenho que deixar ir, mesmo que isso seja minha infelicidade... Posso não ter sua presença, mas tenho você em meu coração

Inserida por DavidJackson

Sei que nunca serei normal aos olhos humanos, mas minha diferença faz-me especial ao olhar de Deus.

Inserida por GILBEARAL

ANJO PROTETOR
.
Anjo meu,
meu protetor,
desça do céu e traga-me
o alimento que minha alma necessita,
cubra-me com teu manto sagrado.
.
Estou sedento pelo teu amor,
sei que o amor não se vê com os olhos
que só se pode percebe-lo com o coração
e antes que tua pureza se instalar nele
purifique-o meu Anjo Protetor,
para que eu possa vive-lo plenamente.
.
Anjo meu, protetor,
fortaleça-me,
inspire-me com bons pensamentos,
envolva-me com energias limpas
para que minha alma sorria de alegria
e da carne toda a dor seja expulsa.
.
Sei meu Anjo Protetor,
que tudo podemos nesta vida
mas jamais teremos
o pleno domínio sobre o coração,
simplesmente,
porque não somos capazes de domina-lo
e assim,
somos forçados a obedece-lo.
.
Por isso,
Meu Anjo Protetor,
por mais que eu queira ser observado,
ainda assim não consigo ser belo,
por mais que eu cometa erros,
ainda assim sou amado por ti,
tento o tempo todo ser bom,
mas jamais serei um anjo.

Inserida por SIDINEIDEABREU

O canto do sabiá noutro lugar não me satisfaz completamente: quero ouvir-lo em minha terra,lá, a sua melodia, tem mais graça (27.02.17).

Inserida por NemilsonVdeMoraes

MINHA HISTÓRIA COM A LITERATURA

A minha história com a literatura é coisa antiga e se deu pelo gosto aos gibis; pelo exemplo do prazer de ler que papai tinha; pelo tio escritor e por brincar, juntando uma palavras com outra, formando frases e textos (27.02.17).

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Da minha própria definição da filosofia como 'unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa', decorre que a primeira obrigação do filósofo é abrir-se a todas as correntes de pensamento, a todos os valores que estejam em luta no seu tempo, deixar-se impregnar por eles sem nenhum julgamento prévio e, aos poucos, ir buscando alcançar uma atitude intelectual de conjunto que faça justiça aos vários pontos de vista, baseando nisso a construção da sua personalidade e o seu senso de orientação na vida e no conhecimento. Isso implica que ele só deve começar a expor publicamente os seus pontos de vista quando alcançar um certo nível de maturidade intelectual (foi por isso mesmo que só publiquei meu primeiro livro aos 48 anos de idade, uma das estréias mais tardias da literatura nacional). E é óbvio que qualquer investigação dos capítulos da sua vida anteriores a esse momento revelarão aspectos da sua formação que depois se integraram num quadro maior com novo significado, e que isoladamente NÃO SÃO provas de 'adesão' a esta ou àquela idéia. Só à luz da sua filosofia atual se pode compreender esses capítulos, mas o observador ignorante ou malicioso pode fazer aí uma confusão dos diabos, tomando etapas de um aprendizado como se fossem dogmas de uma crença. No Brasil, onde tantos, em compensação da insignificância das suas vidas, gostariam de posar de detentores de 'inside informations' escandalosas e demolidores de reputações, a tentação de fazer isso é quase irresistível.

Inserida por LEandRO_ALissON

Quando tenho fome de Deus, alimento minha alma com bons pensamentos.

Inserida por gilbearal2