Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica

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Da vida alheia eu evito falar, da minha eu estou aprendendo a calar, porque estou, a cada dia que passa, aprendendo a confiar num menor numero de pessoas. Estou criando uma proteção e me esconderei atrás dela, porque não quero ser, novamente, traída por confiar em quem não merece meu apreço.

O medo de permanecer desamado fazia de mim o mais inquieto dos enredos. Para abrandar a minha impaciência, sujeitava-me aos caprichos de muitos. Exercia a arte de me supor capaz de adivinhar os desejos de todos que me cercavam

Quando você estiver em último lugar na minha lista de prioridades vai entender o que eu senti quando pensei que estava em primeiro na sua.

Dentro de mim
Tem um não sei o que dentro de mim fazendo falta, tem algo doendo na minha alma. Eu não sei se é saudade, não sei se é medo de nada mudar, se é medo das mudanças ou se é tristeza pelo que já mudou.
Tem algo dentro de mim arranhando, ardendo. Aquela dorzinha que queima, que arde, por mais que o corte não seja tão grande. Existe algo dentro de mim sentindo falta do que nem sabe o que!
Há alguma coisa fora de ordem, deslocada, algo que não se encontra, que não se acha, algo que se agita, que se tortura, algo que busca, mas não encontra, algo que quer, mas não realiza.
Existe algo dentro de mim que esta perdido e não se encontra, algo que me fere e, de vez em quando, me tira a paz e no seu lugar coloca certa dose de saudade e outra, embriagante, de melancolia.
Um misto de querer tudo com não querer mais nada, um misto de acreditar e descrer, um misto de gritar e silenciar, um misto de sorrir e chorar, uma variação tola entre o são e o insano.
É algo que dói, é algo desencontrado, algo que se perde entre a extrema segurança e uma grande fragilidade, algo que se perde entre a independência e a carência, entre a necessidade de amar e de receber amor, algo que me faz ser várias numa só.
Existe algo de desequilíbrio, algo que ora sorri, ora chora, ora tem esperança, ora não, ora aceita os fardos da vida, ora se revolta e se sente fraco. É, existe algo dentro de mim que eu mesma não entendo!

A minha escravidão esta na mentira que vivo, minha liberdade esta na verdade que busco.

Os meus sonhos não superam os sonhos de Deus em minha vida.

A minha verdade consiste naquilo que sem os olhos da fé não vejo

Minha cabeça esta péssima... meu coração? tentando entender o que é à vida... minh'alma? procurando uma saída... meu espírito?... sempre acreditando que tudo é possível!... imagine à bagunça!

Decisão tomada

Tomei a decisão mais importante da minha vida. Colaborando com as minhas iniciativas de fazer eu mesma a minha história. Certo ou errado vou tomando caminhos, dando forma e colorindo. A única responsabilidade que eu tenho é de vivê-la..

um amor que me consome e não me dá nada de volta.
jogo minha essência e tudo de mim no lixo quando não posso expor pra você o que sinto.
criei um amor que corrói meu peito enquanto devora minhas células.
minhas lágrimas já sabem o caminho que devem percorrer e que elas vão se secar sozinhas.
eu poderia dizer que o motivo da minha dor é você, mas seria mentira, porque a culpa é só minha.
inventei um amor, te construí na minha mente e preguei seu sorriso no coração com meus ossos.
agora dói pra tirar.
não posso te obrigar a me amar e suas intenções são boas, mas não me abrace mais.
não pegue na minha mão ou beije a minha bochecha porque é cruel comigo provar um petisco quando eu quero o banquete todo.

ABRINDO O MEU CORAÇÃO...
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Com 10 anos de idade eu era engraxate, carregava minha caixa nas costas e também uma cadeira, aos domingos de manhã, ficava esperando a missa terminar, para assim vários pares de sapato poder engraxar, com batidinhas de escova e sambinha no pano, estava feliz, ganhar várias notinhas, este era o meu plano... Também com essa idade, vendia sorvete e pirulito no campo, em outra ocasião, juntava ferro-velho e também vendia alface, este era o meu trabalho, eu valorizava o meu trampo...

Com 13 anos trabalhei como auxiliar de serralheiro, cortando aço e manuseando solda, era arriscado, mas eu queria ganhar o meu próprio dinheiro...

Com 14 anos acordava às 04h00 da manhã e pegava em uma enxada, assim fui com vários amigos para a colheita de batatas, eu não era tão bom, eram sacos de 60 quilos, mas eu conseguia colher de 10 a 15 sacos, o eito era pequeno, mas eu dava enxadada, quem é fera no assunto, vai achar engraçado e dizer que isso era nada...

Com 15 anos comecei a trabalhar em um posto de gasolina, fazia limpeza interna dos carros e também fazia serviço de frentista, às vezes até lavava algum automóvel, dependia da gorjeta, esse era o meu negócio...

Com 18 anos tirei minha esperada habilitação, um mês depois eu já estava dirigindo um caminhão, viajando por todo Brasil sozinho, vivendo uma e outra emoção, fiz mais de mil viagens e conheci o Norte, Nordeste e Sul de nosso país, com tantas aventuras na estrada, escrevi o que passei, sem me esquecer, contei cada detalhe...

Daí com 34 anos, lancei meu primeiro livro, com essa idade, me tornava oficialmente um escritor, continuei a minha saga, precisava me adaptar, parei o caminhão e voltei a estudar, me aperfeiçoei na área que escolhi, com 41 anos de idade e descobrindo uma e outra novidade, me tornei Professor...

Passando a limpo a minha vida bem rapidinho, percebo que foi muito bom começar a trabalhar ainda menino, assim pude aprender a dar valor ao dinheiro recebido, pois como dizia meu pai, nada me foi dado de "mão beijada", a vida é feita de desafios, de conquistas almejadas, tive momentos incríveis, mas também decepcionantes, nada disso me fez desistir, ao contrário, estou mais empolgado do que antes...

Estou aqui e quero ainda muito mais, pois sou na vida, apenas mais um integrante...

RE-CONSTRUÇÃO

Não tenho medo que o tempo
apague minha memória, afinal,
ele constrói, reconstrói e destrói.
Talvez destruir, também,
seja um forma de reconstrução.

O tempo pode enrugar minha pele, mas não minha alma, essa eterna criança!

Esta é a minha casa. Preciso defendê-la.

Fiz minha família desaparecer. Estou livre!

Dos caquinhos de minha vida fiz degraus e cresço mais e mais....

Se não for andar comigo nas nuvens me deixe só. Você corre o risco de despencar da minha ilusão para a sua realidade... “

nunca fui boa com números
a minha relação com eles
sempre foi dramática
e já que eu não pude com eles
resolvi mudar o rumo da história
então passei a amar as letras
que quando juntas formam (doces) palavras
com todos os acentos
com todos seus significados possíveis
com toda emoção causada
que quando juntas formam um verso
e depois uma estrofe
que quando juntas formam poemas
ou então um soneto
ou uma poesia
que quando lida e sentida
tocam o meu coracao
e minh'alma
até o meu espírito se encanta
quando estou em outro plano
dormindo ou sonhando
sorrindo e rimando
flores com amores
paixão com coração!!!

Escrevo, relato minha indignação, meu medo, meu protesto, porque essa é a minha luta.

A morte
Quando chegar em minha casa
Me encontrar despido e preparado
Me faça um café, acenda meu último cigarro e me realize um outro desejo:
Seja gentil.