Menina que Existe dentro de Mim

Cerca de 211280 frases e pensamentos: Menina que Existe dentro de Mim

Na morte da inocência,
nasceu em mim a visão,
não sou mais cega ao mundo,
nem refém da ilusão.

Três dias de silêncio profundo,
Deus me trouxe de volta à vida,
e ao despertar, vi com clareza
a verdade antes escondida.

A dor me fez mais atenta,
a queda me deu intuição,
hoje leio nas almas e gestos
o que antes passava em vão.

Não sou mais a mesma de antes,
sou filha da luz e da fé,
quem quiser andar ao meu lado
precisa ser mais verdadeiro que é.

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.


Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.


Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.


Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.


É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.


Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.


Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.


É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…


Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.


E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.


Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.


Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!

Eu acredito muito em um amor que vai além do formato do relacionamento. Para mim, o verdadeiro amor deve ser incondicional e livre de dependência, muito parecido com o carinho puro que sentimos por um filho. Mesmo que uma relação mude ou chegue ao fim, o que importa é guardar o respeito, o perdão e a gratidão por tudo o que foi vivido. Amar assim exige muita evolução e fé em Deus, pois significa escolher olhar para o outro sempre com carinho, independentemente dos erros ou do destino de cada um.

Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.


Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.


Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.


Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.


E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.


Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.


Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.


O ciclo da nova Diane Leite começou.


Autoria: Diane Leite

COISAS QUE PARA MIM SÃO IMPORTANTES NAS RELAÇÕES


Amor-próprio é meu ponto de partida.
Eu não entro em nenhuma relação para ser salva, completada ou reparada.
Eu já me basto — e é justamente por isso que só escolho vínculos que honram quem eu sou.


Verdade é essencial.
Transparência me preserva, coerência me aproxima.
Gosto de quem fala claro, sente claro e vive claro.


Caráter não é detalhe, é fundamento.
Caminho apenas com quem honra o que promete, respeita limites
e entende que dignidade não é negociável.


Profundidade é necessária.
Conversas que expandem, que tocam, que iluminam.
Não tenho espaço para superficialidade — minha alma pede densidade leve e consciente.


Presença limpa.
Sem vícios, sem fugas, sem dramas repetidos.
Quero quem esteja inteiro, não quem peça resgate emocional.


Reciprocidade verdadeira.
Não precisa ser espelho — precisa ser justa.
Minha entrega é inteira, mas não ultrapassa meu amor-próprio.


E, acima de tudo, paz.
Relações que respeitam meu silêncio, meu foco, meu ritmo.
Eu escolho o que me soma, o que me eleva e o que conversa com a mulher que venho me tornando.

Ruínas de mim








Num giro de olhar desgovernado


O coração vem e vai


Em devaneios múltiplos


Em poesia encarnado




Em ruínas escancarando


A vida , a morte, a sepultura


Mesclando o podre e o sublime


E versos virgens e podres escarrando




E não adianta subjulgar-se


O nada vence o tudo


Num fluxo irremediável


De piora


Com o tempo tudo piora


Esmorece, morre apodrece






Conto nos dedos


O que não se conta


Estórias são histórias furtivas


E versos são suspiros reprimidos


Pelas paixões cativas




De mais a mais


Tudo acaba, bem ou mal


Tudo tudo


A carne , e até o osso vira pó


Pó de osso,


Fim de verso




E nesse ócio que são


As ruínas de mim


Olho para trás e vejo


Olho por olho dente por dente


E o povo nesse dilema


Vai seguindo em frente

Não crie suas expectativas em cima de mim, por favor...

O vento veio me contar os seus segredos
Respirei
E em mim encontrei a maresia
De uma paz infinita
Somente minha... 🌷💌🍀

Meu Pai do Céu, eu nunca me esqueci.
(Cresci)
Teu amor velou por mim.
(Protegendo)
Que seja feito assim.
Conforme a tua vontade!
Juntos em oração.
Não nos deixeis sozinhos.
Nesse mundo de maldades.
Cuida das nossas crianças.
Livrai-nos de todo o mal.
Livrai-nos da omissão.
Onde houver trevas, que o amor prevaleça.
Começa mais um dia comum.
Terminem, como crianças.
Que elas cresçam na Fé .
Com a paz de Jesus Cristo.
Onde não houver saída.
Dei-lhes uma solução.
Faça-se voltar à infância.
(Á)
Esses pobres pagãos...

Do que se trata a vida? Para mim, de idas e vindas, de chegadas e partidas, de choro e risos, do coração apertado e do desejo de chegar, sabendo que um dia irei voltar.

Sublime para mim é ver homens de joelhos.

Senhor, livra-me do homem mau e do homem sanguinário; mas também livra-me de mim mesmo.

A miséria não respira, sem a indiferença humana:
- Que seria de mim? (Miséria)
- Sem a nossa indiferença! (Humanos)

Entre mim e os meus caminhos, há sempre uma parede de silêncio.

- O que é que tu sentes por mim?
- Infinito!

O mar para mim dissolve a ilusão de fronteira entre o que sou e o que contemplo.

A Casa que Fazes em Mim


Quando visitas o meu pensamento,
as horas derretem-se
como se o tempo tivesse aprendido
a respirar ao ritmo do teu nome.


O amor torna-se simples,
quase uma luz que se acende sozinha no silêncio onde cabemos os dois.


E há em ti qualquer coisa de infinito,
um gesto que me chama,
um abraço onde o coração
encontra casa.


Se amar é perder-me,
que seja sempre assim:
perdido em ti, e finalmente inteiro.

⁠A melhor academia para mim é estar no coração do povo. O coração do povo me basta. Não vivo de enfeites.