Medo de Mudar

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O sol se pôs atrás dos prédios
Passou uma moça com tristeza nos olhos
Será que é o medo do futuro?
Ou será que é a esperança do presente?

Ao investir vá sem medo, meta os dois pés à frente. Invada este mundo que é só seu.

Só que tenha prudência:

Use seus dois olhos para ver pelo retrovisor o que está passando, para não tomar um golpe.

Audaz sem ser besta!!!

Tolo é aquele que apaga uma fogueira por medo de incendiar e morre de frio.

Aquele que renuncia ao materialismo não tem medo de perder nada. 🙏

Quando o medo se transforma em informação, a razão passa a ter o controle.

As multidões muitas vezes, são manipuladas pelo medo, pois os Lideres sabem jogar, sem medo de errar.

O ateísmo é um conto de fadas para quem tem medo da luz

Das pessoas que têm medo em investir e perder dinheiro, mas não têm medo de perder a vida por dormir com pessoas estranhas.


Mentes poluídas

JÓIAS DEVOLVIDAS.
Do livro: Quem Tem Medo da Morte?
de Richard Simonetti.
“Jóias Devolvidas” é um dos contos mais conhecidos e emocionalmente penetrantes da literatura espírita contemporânea. A narrativa apresenta uma reflexão profunda sobre o apego humano, a transitoriedade da matéria e a verdadeira natureza dos vínculos afetivos sob a perspectiva da Doutrina Espírita.
O enredo gira em torno de uma mulher que perde prematuramente os filhos e mergulha numa dor devastadora. Revoltada contra Deus e incapaz de aceitar o sofrimento, ela procura um sábio homem espiritual em busca de explicações. Esperava consolo imediato, talvez alguma fórmula para anestesiar a própria angústia. Entretanto, recebe uma comparação inesperada.
O mentor lhe pergunta se ela possuía jóias valiosas guardadas em casa. A mulher responde que sim. Então ele questiona:
“Se alguém lhe emprestasse jóias preciosas durante alguns anos e depois viesse buscá-las, você acusaria essa pessoa de roubo?”
A mulher responde negativamente, afirmando que aquilo que é emprestado continua pertencendo ao verdadeiro dono.
É nesse instante que surge o núcleo filosófico do conto.
O sábio explica que os filhos não pertencem aos pais em sentido absoluto. São Espíritos imortais confiados temporariamente ao cuidado da família terrestre. Deus os concede por empréstimo sublime para que haja aprendizado, reencontro, reparação e amor. Quando regressam ao plano espiritual, as “jóias” são apenas devolvidas ao verdadeiro proprietário da Vida.
A alegoria é profundamente coerente com os princípios espíritas sobre reencarnação e sobrevivência da alma. Segundo O Evangelho segundo o Espiritismo, os laços familiares transcendem o túmulo, e a morte física não rompe os vínculos do afeto legítimo. O corpo perece, porém o Espírito continua sua jornada evolutiva.
O conto não banaliza a dor materna nem reduz o luto a um discurso frio de resignação. Pelo contrário. Richard Simonetti trabalha a dimensão psicológica da perda mostrando que o sofrimento nasce, muitas vezes, da ilusão de posse. O ser humano acostuma-se a dizer “meu filho”, “minha esposa”, “meu pai”, como se as almas fossem propriedades definitivas. O Espiritismo, entretanto, ensina que ninguém possui ninguém. Todos são companheiros temporários na travessia terrestre.
Há também um aspecto moral extremamente elevado na narrativa. A maternidade e a paternidade aparecem como missões espirituais e não como direitos absolutos. Os pais são administradores de consciências em formação, responsáveis por oferecer amor, orientação ética e amparo moral enquanto durar a experiência encarnatória.
Sob prisma psicológico, o conto toca numa das maiores angústias humanas: o medo da separação. A perda física parece insuportável porque a consciência materialista encara a morte como extinção. Já a visão espírita modifica radicalmente essa percepção. A ausência transforma-se em distância temporária. O túmulo deixa de representar destruição definitiva e passa a simbolizar apenas mudança de estado existencial.
A força do texto reside justamente na simplicidade simbólica da metáfora. As jóias representam aquilo que mais amamos. E quanto mais valiosas, menos realmente nos pertencem. O amor verdadeiro não aprisiona, não reivindica posse e não exige permanência eterna na matéria. Ama sabendo libertar.
O conto também dialoga profundamente com a questão 934 de O Livro dos Espíritos, quando se discute por que criaturas boas sofrem tanto na Terra. A resposta espírita demonstra que as provas dolorosas frequentemente possuem finalidade educativa, expiatória e evolutiva. Muitas vezes, reencontros familiares são breves porque certas almas necessitam apenas de pequeno contato regenerador antes de retornarem ao mundo espiritual.
Richard Simonetti consegue transformar uma reflexão doutrinária em experiência emocional. Não escreve apenas para instruir intelectualmente, mas para tocar regiões profundas da alma humana. Seu conto convida o leitor a substituir revolta por entendimento, desespero por esperança e posse por gratidão.
A verdadeira tragédia não é devolver as jóias ao Céu. A verdadeira tragédia seria jamais ter recebido seu brilho por um único instante sequer.

Fontes:
Quem Tem Medo da Morte?
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
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Voar em sonhos com as asas da mente,
Sem medo, sem rédeas, sem porto final.
Busco o infinito em cada dia presente,
Nessa vontade de viver que é real.


Não sou apenas corpo, sou o pulo e a coragem,
A força da vida que em meu peito se investe.
Sigo firme e veloz em minha própria viagem,
Como o brilho do sol ou o vento do leste.


Na liberdade imensa desse meu jeito de ser,
Apaixonada pela luz que a vida me oferta.
Faço o que amo e nasci pra vencer,
Com a alma indomável e a porta sempre aberta.


----------- Eliana Angel Wolf

Te amei com a calma de quem entrega a alma sem medo,
mas teu silêncio foi virando
inverno dentro do peito.
Cada promessa tua ficou
perdida no tempo,
e o que era carinho virou
lembrança machucando por dentro.


Ainda lembro do brilho
dos teus olhos nos meus,
do jeito que tua voz fazia
o mundo parar.
Mas hoje existe um gosto
amargo entre os “nós” e os “adeus”,
como se o amor tivesse cansado
de tentar ficar.


Carrego ressentimento
nas partes que ainda te amam,
porque esquecer você nunca
foi tão simples assim.
Te culpo pelas noites em que
minhas lágrimas me chamam,
mas no fundo também me culpo
por querer você perto de mim.


E mesmo ferido, meu coração
ainda pronuncia teu nome baixinho,
como quem procura abrigo na própria tempestade.
Porque o ressentimento é só um amor perdido no caminho,
tentando sobreviver no meio da saudade.

A vontade de vencer deve ser maior que o medo de errar, pois ao carregar a Visão Trilionária no peito, você entende que cada tropeço é apenas um ajuste de rota para o seu triunfo inevitável.

Quando eu louvo
O medo se afasta
Tua voz me acalma
Eu não vou mais temer Quando eu louvo Eu sinto o Teu soprar Trazendo vida em mim Cadeias vão quebrar Babi G./ Carlos B./ Daniel S. / Elaine T. / Hananiel/ Heminy R./ Ohana M./ Simone D.

"Amor e Medo, nem rima e nem cabe na mesma frase."
Haredita Angel
02.11.15

Quando o caráter é definido pelo medo das consequências, não é caráter, é medo.

Aquele olhar discreto atravessando a sala, pesado de desejo e medo, dizendo: "Isso nos arruinaria, não é?"

⁠É estranho que as pessoas tenham medo de demônios, mas não de agir como eles.

Veigh

Nota: Trecho da música Ausência.

"Metade de mim é vida. A outra metade é...
medo da vida!"

☆Haredita Angel

O medo faz o coração bater mais rápido; em outros geram alegria, porque Deus é a sua segurança maior.

‎“A sociedade muda quando o povo deixa de ter medo de levantar a voz.”