Me Enganei a seu Respeito

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O desgaste emocional é o preço de viver tentando agradar a todos, exceto ao seu próprio centro.

A beleza do ser reside na sua imperfeição, no seu jeito torto de amar o mundo.

Em um mundo onde é fácil se perder, e a visão fica turva pela rotina, basta um momento ao seu lado para que tudo se reorganize. Sua proximidade é meu porto seguro.

As expectativas alheias são roupas emprestadas, não servem, apertam e sufocam o seu verdadeiro eu.

Não se compare, a beleza está no fato de que o seu caminho é um roteiro inédito.

O verdadeiro renascimento exige que você queime a ponte que o ligava ao seu "eu" de ontem.

A vontade de desistir é um animal que aparece ferozmente. Eu o observo, ofereço água e digo seu nome. Nomeá-lo enfraquece o monstro e devolve-lhe forma humana. Com isso, a desistência perde parte de seu reino. E eu continuo, passo a passo, com pés que querem aprender.

O que é seu, chega pelo esforço silencioso e pela dedicação invisível. A superação verdadeira é aquela que você conquista quando ninguém está olhando.

Seu trauma não é uma sentença final, é o solo fértil de onde brotará sua mais indestrutível armadura. É no ponto exato da sua maior dor que reside a semente do seu poder.

A pressa é o ruído que impede você de ouvir o seu guia interior. Troque a velocidade pela cadência e comece a caminhar com o propósito que não grita, mas se irradia.

Seu passado não é uma bola de ferro. É a biblioteca de cabeceira que te ensina as melhores estratégias. Use a sabedoria antiga para moldar o capítulo inédito de amanhã.

Você é maior do que pensa, mais forte do que imagina. Quem duvida disso é o seu medo, projetando uma sombra onde a luz deveria estar.

Seu lar não é um lugar. É o seu caráter. Onde quer que você vá, ele é o único bem que o destino não pode tirar de você.

Não se compare. O seu percurso é único e a sua linha de chegada também será, o caminho do outro é apenas distração no seu mapa.

Não permita que a pressa alheia determine o ritmo do seu crescimento, o tempo da lagarta é diferente do tempo da borboleta.

Desça à caverna sombria e abrace o pequeno náufrago que ainda treme em seu peito, a cura é o ato primal de autopiedade feroz, o afeto que, negado, cria a ferida e, oferecido, a estanca.

A vida é um pulso elétrico efêmero entre o nada que nos precedeu e o nada que virá, que o seu preenchimento não seja o volume, mas a densidade atômica de cada momento vivido, e que sua intensidade seja o único legado.

Sua vida é o manuscrito sangrento que constitui seu único legado, viva-o sem o censor da culpa, pois o julgamento da plateia é um fantasma pálido diante da verdade brutal que reside em suas vísceras.

Que a sua vida seja um texto solar, visível, mas com entrelinhas e cifras que só o olhar do seu centro possa decifrar, a transparência é uma escolha, mas a intimidade é o santuário resguardado para um só.

Puxe o ar até o fundo da alma, que o caos ululante do mundo seja um som distante, pois seu peito é um santuário autônomo onde a tempestade externa não tem permissão para entrar.