Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais
Não me venha com promessas de vida eterna se o elenco for esse; prefiro a brevidade de um instante real ao tédio infinito de uma existência rodeada de gente irrelevante!
Difícil esse mundo… você conhece uma pessoa pela internet, começa a gostar de verdade, aí descobre que ela mora do outro lado da Lua. 😂
Algo que costuma diferenciar o verdadeiro crítico é o fato de que esse geralmente lhe procura e lhe corrige. Quem procura outros para lhe criticar, deixa de ser crítico e revela-se invejoso.
Não temo mais a dor como antes. O que me assusta é o vazio que ela deixa. Esse lugar sem cor, sem eco, sem direção. Um espaço onde até a saudade parece distante. Como se eu tivesse me desligado de mim mesmo por um instante.
Lembre-se: por trás de toda essa sensibilidade e de todo esse esforço para cuidar de tudo e de todos, existe uma alma forte, intuitiva e cheia de vida esperando a hora certa de voar.
SerLucia Reflexoes
É um dom incrível esse seu de se fazer de vítima no incêndio que você mesmo começou.
SerLucia Reflexoes
O “quase” tem esse jeito estranho de permanecer aberto dentro da gente. Não termina completamente. Não vai embora por inteiro. Fica ali… como uma porta entreaberta na alma.
A memória não se refere ao passado, pois esse não existe, é uma ilusão. Só podemos nos fiar no momento e na nossa pequena bagagem.
Te ver ali, a poucos metros de distância, e não poder encurtar esse espaço com um toque ou um abraço, é uma das tarefas mais difíceis que já tive que enfrentar.
Olho nos teus olhos e as palavras travam. Existe um universo de "eu te amo" que morre na minha garganta toda vez que você sorri, porque me dói imaginar que esse sorriso, embora brilhe na minha frente, já não é mais o porto onde eu posso ancorar. Eu sinto o teu perfume de longe e ele me traz memórias de planos que agora parecem morar em outra vida.
O que mais me consome é essa encenação diária. Por fora, eu sou o retrato da calma, alguém que aceita o fluxo do tempo; por dentro, cada fibra do meu ser grita o teu nome. É exaustivo sorrir para o mundo enquanto desmorono por dentro, sabendo que você é a pessoa mais próxima de mim fisicamente, e a mais impossível emocionalmente.
Dizem que a distância machuca, mas eles estão errados. O que realmente fere é a proximidade sem o pertencimento. É saber que esse amor que eu sinto não é uma invenção da minha cabeça — ele é real, é denso, é vívido — e, ainda assim, ele não tem lugar para existir no nosso presente.
Fico guardando cada vontade, cada sonho e cada detalhe que eu só consigo enxergar se for através de nós dois. É um amor intenso que sobrevive no escuro, esperando por um tempo que talvez nunca chegue, mas que se recusa a apagar.
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
Eu tentei procurar
Uma poesia que pudesse passar
esse sentimento que tenho por ti
É estranho, eu não consigo explicar
Nem mesmo pude encontrar
E por isso, então, eu escrevi
Ahhhhhhh! Esse seu sorriso!
Ele sempre me pareceu
Como aqueles que você dá com a alma
Aqueles que vem e acalma
Que contagia e você nem percebeu
Eis que tive a oportunidade
De poder observar de pertinho
O seu jeito e como chama seu paizinho
E todo o seu carinho
Pela nossa brasilidade
Você veio até mim
E como um final de semana sem fim
Vários momentos foram eternizados
E nem por quem fossem narrados
Conseguiriam se sentir assim
De ver o Sol nascer,
Tomar chimarrão e conversar
Aquelas conversas que encantam o olhar
Que fazem a alma e o corpo arrepiar
E o brinde que fez o olho brilhar
De cavalgar na lua cheia,
Dormir de conchinha e te ver na areia
Te ouvir dizer que era isso que precisava
E quando eu te fotografava
Em minha memória também ficava
Sua luz virou em minha alma poema
E então apareceu esse dilema:
Que sentimento é esse?
Eu não sei, e nem consigo explicar
E olha que procurei das montanhas até o mar
É um sentimento que quero contemplar
Eu quero apreciar, olhar e admirar
Toda a beleza que tua alma é
E poder fazer isso durante o café
Do encontro que o universo vai arrumar
Quero ver você voar
Como o voo de uma borboleta
Que vence o vento e a tormenta
Enquanto escolhe o lugar para pousar
E eu fico aqui, cuidando do jardim
Esperando que os ventos te tragam até mim
E que as flores mais bonitas e cheirosas
Aquelas bem majestosas
Façam você ficar enfim...
Mundo de Tela com faixa protetora
Que mundo é esse?
Pensei hoje que para tudo existir tem hora para fazer o agora agir.
Vivemos num tempo
onde tudo que parece miragem,
pura sombra ,imaginação ,utopia
.
Só telas de TV,celular, iPhone
Tanta notificação nos telefones.
tem feed,telegram,pod cast também,
Vai e vem mensagem ,parece vir do além.
Lixo que satura nossa caixa de memória
E o contato físico e a boa conversa ficam na história .
Nas escolas, cadê as brincadeiras das crianças?
Elas já não se comunicam e nem fazem alianças.
As queimadas,jogo de pique-esconde,
peteca vôlei e basquete,
raquete de tênis e de ping-pongue.?
As boas amizades estão apenas ,nas lembranças...
E os brinquedos ,aonde?
Nas prateleiras das crianças.
"Bora"Fazer amigo,lazer coletivo ,brincar
E nunca deixar de estudar ler os livros
que permite sonhar
Para no futuro realizar.
Toda palavra pensada, falada ou escrita tem poder.
Use esse poder a seu favor,
que saiam de você apenas
palavras de amor!
Existem pessoas que são como um abraço na alma. Obrigado pela sua amizade e por esse carinho que sempre traz paz ao meu coração.
Ian N.T
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.
Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.
Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.
Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.
É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.
Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.
Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.
É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…
Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.
E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.
Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.
Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.
Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.
Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.
O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.
O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.
Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.
Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.
Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.
O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.
Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.
Que a dor seja escola, não vitrine.
E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.
Amém!
Bastou o encardido encontrar o ponto fraco do povo — esse abismo sutil entre a religiosidade e o fanatismo — para politizar as igrejas.
A religiosidade, quando saudável, nasce da consciência da própria fragilidade.
Ela é ponte: liga o humano ao divino, o erro ao arrependimento, a culpa ao perdão.
Já o fanatismo é muro.
Ele não aproxima; separa.
Não ilumina; incendeia.
Não convida ao amor; convoca à guerra.
Entre uma coisa e outra existe um terreno perigoso: o ego travestido de fé.
É ali que discursos políticos encontram abrigo, não para servir, mas para dominar.
Quando a fé deixa de ser transformação interior e passa a ser instrumento de poder exterior, o altar vira palanque — e o púlpito, trincheira.
Não é a política que contamina a fé; é o coração que, seduzido por certezas absolutas, troca o Evangelho pela ideologia.
O problema não está em cidadãos que creem participar da pública — isso é legítimo.
O problema começa quando a fé deixa de ser farol moral e se torna escudo partidário.
O fanático não se percebe capturado, acredita estar defendendo Deus, quando, na verdade, está defendendo homens.
E homens passam.
Projetos passam.
Mandatos também.
Mas o dano causado quando se confunde Reino com governo terreno atravessa gerações.
Talvez o maior sinal de maturidade espiritual seja justamente este: saber que Deus não precisa de cabos eleitorais, nem de militantes inflamados, mas de consciências coerentes.
A fé que se ajoelha não precisa gritar.
A fé que ama não precisa esmagar.
A fé que é verdadeira não teme perder espaço político, porque jamais dependeu dele para existir.
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