Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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Foto "Preto&Branco"

É a elegância e o charme. Que esse alguém busca expressivamente a composição que não existe nas cores presentes. Que nós, por sermos fotografados, associamos às nossas memórias quando fechamos os olhos.

"Ah, esse amor, um acaso cheio de intenções."

“Ninguém pode validar a sua vida, ou a sua presença, apenas você tem esse poder.”

Nos dias de hoje, sentir-se desejado não é algo difícil. Mas, para alguns, quando esse desejo parte da pessoa amada, ele tem um valor inestimável.


​Talvez eu seja ingênuo, mas por que haveria de existir fetiche maior do que ser amado?


​Garanto que qualquer um que tenha provado disso jamais se contentará com desejos superficiais.

Reflexo


Olha, jovem:
esse reflexo na água
revela as marcas do tempo,
memórias gravadas na pele
de tantos caminhos vividos.
Instantes de alegria,
de dor e amor;
gestos de ternura,
sonhos pacientemente
tecidos em silêncio.
Ah, esses olhos que hoje ensinam
um coração outrora partido,
tantas vezes refeito
nas madrugadas da vida.
Ah, esse reflexo que sussurra:
jovem de ontem,
homem maduro de agora.
E no coração ainda repousam
as cicatrizes do tempo,
lembrando, à margem,
que o amanhã
de algum modo
sempre encontra
o caminho de volta.

Eu não te perco Tatiane, está na minha razão.
Fortaleço todos os dias esse, e outros sentimentos que tenho por ti, sei que é recíproco.
O meu amor tem paixão, e nunca se perderá, mas não sabe ser platônico.
Agnaldo Souza

Viver é recomeçar a cada instante,
se esse recomeço for com alegria,
melhor ainda.

O amor é como apreciar o pôr do sol, você não tenta possuir esse momento e nem mesmo teme que ele se acabe…

Você deixa fluir, admirado, desapegado e apenas vivencia o instante!

Esse calor de domingo só tem uma coisa bonita, o brilho do sol.

Que luto é esse?

O que é pior?
Esquecer alguém que morreu
ou enterrar alguém vivo?

As lembranças vêm à tona o tempo todo…
Ele está ali.
Existe. Respira. Caminha no mesmo mundo.

Mas eu não posso vê-lo,
não posso senti-lo,
não posso tocá-lo,
nem ao menos ouvir a sua voz.

Que luto estranho é esse
que não tem velório,
não tem despedida,
não tem última oração?

É o luto de quem precisa
eliminar da própria vida
alguém que ainda vive.

Não apenas nas memórias,
não apenas nas fotografias —
mas vive, aqui, na realidade.

E o pior de tudo…
vive aqui dentro de mim.

Como uma presença silenciosa
que o tempo ainda não levou.

Que amor, meu amor!


Que amor é esse que se proclama sentimento, mas se recusa a ser atitude? Que diz habitar o peito, mas corre para a porta no primeiro sinal de aperto? Não se constrói castelo em areia movediça, e não se chama de amor aquilo que, em cada discussão, ensaia o adeus como se o tempo juntos não passasse de um rascunho descartável.
É um amor estranho, esse que assiste ao pôr do sol e, em vez de gratidão, escolhe a dúvida. Que questiona a lealdade das últimas doze horas e apaga, num sopro de insegurança, o valor dos anos que se foram. É exaustivo viver sob o tribunal de quem nunca está satisfeito com o que já foi provado.
Dizem que sentem na pele, que o ar preenche os pulmões até o limite... mas, na hora da verdade, a voz não sai. É um amor mudo, um amor de esconderijo, que tem medo da luz e pavor do compromisso público. Se o peito está cheio, por que o mundo continua sem ouvir o grito de quem ama?
No fim, a conta é simples, mas amarga: amor que se esconde, que desiste e que ameaça, perde a substância. De tanto ser incerto, ele deixa de ser abrigo. E quando o respeito e a segurança se esgotam, sobra apenas o vazio de algo que já não tem mais espaço — nem direito — de ser chamado de meu amor.

Conselhos deveriam ser como remédios amargos em uma prateleira de farmácia.
Pois só quem busca esses medicamentos são pessoas que realmente necessitam e buscam a cura do mal que os aflige.
Conselhos são para quem realmente os segue e querem mudança.

Eu mexendo em minhas coisas, e achei esse envelope. Eu sabia o que tinha dentro, cada palavra inscrita. Só que na minha cabeça tinha sido enviada, a dois anos atrás. Vc tinha lido e preferido não responder. E ficou assim, entendido que vc preferiu o silêncio. Hoje vasculhando uma velha agenda, ele caiu no meus pés. Foi aí que percebi, o quanto ainda sou covarde, o quanto ainda sou fraca. Preferi acreditar na minha própria mentira e continuar fugindo. E ficou assim! Só que dessa vez fiz diferente, te envie e você silenciou novamente só que dessa vez foi para sempre. Porque rasguei para não correr o risco de daqui a um tempo, eu fingir te enviar, e acreditar no teu silenciar.
Tem feridas que precisa ser cicatrizadas.
10/03/2026
Janayne Oliveira

Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações. Que possamos ter esse amor como guia da alma e luz em nossos caminhos.

Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações. Que possamos ter esse amor pulsando em nós, mesmo quando o mundo parecer frio.

Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações. Que possamos ter esse amor como força para seguir, perdoar e recomeçar.

Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações.
Que possamos ter esse amor como presença divina em nossas vidas, o amor que cura, que compreende e que não exige nada em troca.
Que ele transborde de nós e alcance aqueles que mais precisam sentir o toque da graça de Deus.
Porque onde há amor, há paz; e onde há paz, Deus habita.

⁠O relógio é esmagador. Ele tenta enganar os olhos do tempo. Tempo esse tão rápido, preciso e inquietante. Armaguras soltas decidem pintar a tela branca da vida, que num piscar de olhos, chega no fim.

Manter as aparências pode fazer você pagar um preço muito alto. Preço esse que não vale a pena correr o risco, porque a aparência traz para quem a vive três prisões, infelicidade absoluta, a falta real de paz e o abandono total de uma vida sem abuso e história tranquila.

Breve. Leve esse momento que nunca mais pousará em suas mãos.⁠