Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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⁠Será que um dia alcançaremos esse nível de automação residencial, onde teremos robôs preparando nossa comida apenas com o uso da voz?

Querido Papai do Céu, venho aqui te agradecer por mais esse lindo dia em minha vida. Agradeço por tudo o que tens feito mim, por meus filhos e amigos. Senhor, meu amor e minha fé por ti é com certeza uma grande bênção... Obrigada, Deus, por estar ao meu lado e ao lado dos meus!

⁠"Esse não saber...
A porta fechada...
O pijama morando no corpo...
A luz do futuro apagada...
Então a tristeza também é isso?"

⁠Confesse que tenho dúvida sobre esse amor, falar no discurso que ama é lindo, mais nas atitudes e uma decepção.

Poucos vão entender esse sentido...
Quando alguém morre, eu não fico triste, eu fico alegre, pois a morte está me mostrando que estou vivo, que eu não morro.

⁠Esse seu olhar que quer tudo
Mas tem medo de iniciar
E mataressa curiosidade⁠

Enquanto o povo for adorador de cultura alheia e se curvar a gringo viveremos esse absurdo.


O tempo chegou ao fim. Ficar em cima do muro invisível não é garantia de sobrevivência.


Abusadores de crianças dos EUA já declararam que tá tudo bem ser assim e as pessoas precisam se acostumar. E aí?


No Brasil profissional da justiça de alta autoridade passando pano pra homem de "consciência formada" se relacionando com menina de 12 anos. Quem manda na sociedade é o povo, não uns poucos bilionários e seus mercenários.


Os tempos mudaram e eles perceberam a séculos e fazem de tudo para continuar se beneficiando do mais valia. O povo precisa se unir contra o absurdo.


Quem se corrompe pela moeda imaginaria não terá uma segunda chance com facilidade. Aqui é a intersecção com o infinito e a possibilidade de uma vida curta com a consciência em paz e personalidade original.


Um egoísta pode precisar de seu algoz para escrever no código da vida. Como o egoísta cultiva o afeto essencial do amanhã?


Quem está precisa fazer onboarding para quem vai vir, não destruir e consumir tudo como se não houvesse um depois.


A consciência deu livre arbítrio para que o homem criasse as próprias leis, que são avaliados. Quem desrespeita a lei do homem se beneficia injustamente do livre arbítrio e natureza original do outro.


Que após a violência se torna corrompido para encarar a sobrevivência que a vida exige. Cadê os profissionais de capa de revista que só se preocupam com status imaginário e não ligam para o mínimo processo para que haja gestão?


A borboleta voa longe e a terceira lei de newton nunca falha. Negligência é equivalente a ódio, e ódio é a natureza do egoísmo. Sentimento que precisa ser superado, não motivado em nome do lucro de uma minoria de egoístas. Casa e comida para todos é uma realidade possível.


Mas eles não podem gastar o dinheiro imaginário para que o próprio povo se una e faça isso.

A honra do Ninja está em voltar para casa. Cumprir sua missão e permanecer em silêncio. – Esse é o código Shinobi! - Ser sutil, eficiente e despercebido. Proteger o estado e sua família! E estar sempre disposto a responder o chamado do clã.

Esse é o perigo de falar. Você fala, fala, fala toda a baboseira e logo, logo não sabe mais o que está dizendo... eu não sei... é por isso que me sinto muito melhor quando estou principalmente calado.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

" Ninguém pode validar
— a sua vida —
apenas você tem esse poder."

A Ditadura do Vencimento


Não se engane, caro leitor. Não somos mais Homo sapiens. Somos, essencialmente, Homo Boléticus. Nossa vida não é medida em anos de felicidade ou de sabedoria adquirida; é contada na dolorosa sucessão de datas de vencimento.
O boleto não é apenas um pedaço de papel (ou, mais modernamente, um QR Code azul). Ele é o nosso antagonista existencial, a prova incontestável de que, no grande teatro da vida moderna, nosso papel é o de um mero alimentador de um dragão invisível chamado Sistema.
O ciclo começa sempre com a doce, breve ilusão. É o dia 5, ou 10, e a conta bancária está sorrindo para você. Por um breve, glorioso momento, você se sente um magnata, flertando com a ideia de comprar algo desnecessário. Mas o magnata dura pouco.
Mal o dinheiro assenta, e lá vem ele, o Mensageiro da Ruína, a notificação silenciosa no celular: Seu boleto da fatura X está disponível. É o chamado do dever. O dinheiro chegou com hora marcada e, antes que a endorfina do salário baixe, ele já tem donos mais urgentes que a sua alegria.
A pior parte é o Boleto Fantasma. Aquele que você não esperava, que se materializa na sua caixa de entrada, geralmente vindo de um serviço que você contratou em 2017 e jurava ter cancelado. Ele surge como um fantasma vingativo, exigindo não apenas dinheiro, mas também a humilhação de ter que ligar para o atendimento ao cliente.
E quando finalmente chega o Dia D (Dia de Desembolsar), a cena se repete: você entra no aplicativo do banco e executa o balé da quitação. É um ritual de sacrifício. A cada confirmação, um pedacinho da sua alma — ou, pelo menos, do seu churrasco de domingo — se esvai. Você paga o aluguel, o plano de saúde, o streaming que você não assiste e, finalmente, a conta de luz, que sempre parece estar cobrando o custo da sua culpa por ter deixado o carregador na tomada.
O ápice cômico-trágico é quando, após pagar rigorosamente todas as contas, você olha para o extrato e percebe: você trocou todo o seu trabalho mensal pela permissão de continuar trabalhando no próximo mês. A vida moderna não é sobre acumular riqueza; é sobre zerar dívidas para que novas dívidas possam surgir.
O boleto é a única prova de que você existe e consome, e isso, de alguma forma, nos conforta. É a nossa âncora na realidade.
No fim, a gente se deita, suspira aliviado por ter vencido o mês, e mal a cabeça toca o travesseiro, o cérebro sussurra: Só mais 30 dias... E o IPTU, você já viu?
A vida é isso: a arte de sobreviver entre um vencimento e outro. E a única certeza que temos é que, enquanto houver vida, haverá boletos. É a nossa maldição e nossa métrica.

Consciência


Espera, espera só um momento, você não consegue perceber esse movimento?


Vamos lá puxa pela tua memória, tua intuição, aquilo já aconteceu e não tem muito tempo não...


A profundidade foi percebida, e a pessoa se sentiu atraída, mas com medo, de que não mantivesse em segredo aquele possível envolvimento foi desfeito.


Não arriscou, eles não se viram, estava tendo muito barulho, no chão, no coração na intuição que gritava, reclamava, para presta atenção não arrisca, não arrisque tudo aquilo em vão!!!


Então respirou, e naquele momento meio que tudo se encaixou, o segredo não seria a solução, mas olhar mais para dentro de si então, se não teus desejos teriam sido apenas o vilão.


Perceber que para você tudo aquilo poderia ter sido passageiro, deixo aqui então meu desejo, se encaixe no teu jeito, e pare de arranjar pretexto, olhe para o seu contexto...


Ouça teus sentimentos, ou será que você tentou calar, mas não teve jeito?

Por mais doloroso que seja o processo, um dia tudo fará sentido! E quando esse dia chegar, entenderemos que a dor do processo foi necessária para vivermos o propósito de Deus em nossas vidas! ⁠

⁠Deus é Amor! Foi em Jesus de Nazaré que esse Amor ganhou cara, voz, cheiro e jeito de gente.

Às vezes sinto que me afogo em minhas próprias escolhas, se pá nem fui eu quem escolhi; esse é o pior sentimento que já senti.
18 anos de pura ilusão, quando descubro a diversão, aparece minha mãe pra me jogar no chão.
Poucos vão me crer, nem todos têm a mãe ao lado para entender...

" Voltar-se para o que realmente permanece. Esse movimento interior constitui uma das formas mais discretas de progresso moral. "

Pode ser que daqui há 1 ano olhemos esse poema por outra perspectiva.


Sol alto, céu aberto,
azul tão limpo que parece recém-lavado pelo vento.
As nuvens passam preguiçosas,
como se estivessem apenas visitando o dia.


Na areia clara, quente de luz,
uma mulher ergue o rosto
como quem conversa em silêncio com o horizonte.


O chapéu de palha desenha círculos de sombra,
protege — mas não esconde —
a tranquilidade que mora no seu gesto.
As mãos seguram a aba
como quem segura o próprio instante.


Óculos escuros guardam o mistério do olhar,
mas o rosto revela serenidade,
uma pausa rara
entre o barulho do mundo e o som do mar.


O biquíni branco reflete o sol
como espuma que decidiu virar pele.
O vento brinca com os fios do cabelo,
e o tempo, por um momento,
parece esquecer de passar.


Lá atrás, no alto da colina,
uma igreja observa tudo em silêncio —
antiga, paciente,
como se conhecesse histórias de outras marés
e de outros verões.


O mar se move devagar,
respirando ondas na beira da areia,
enquanto pequenas figuras caminham ao longe,
distantes, quase parte da paisagem.


Mas ali, naquele ponto exato de luz,
existe um instante inteiro:


uma mulher,
o vento,
o sal no ar,
e a certeza simples
de que o mundo às vezes
se resume
a estar viva
sob um céu azul. 🌊☀️


Autoral: Martinha S. Dias

Se uma pessoa é capaz de me desanimar de algo, talvez esse algo não era algo que eu no fundo gostava tanto assim...
Ninguém é capaz de me desanimar de algo que eu no fundo quero.

Conexão P.3
Esse sentimento continua aqui, sendo gravado em palavras, palavras ditas ou não ditas.
O vazio preenche minha mente, e a conexão ecoa no centro da escuridão da minha subconsciência.
Ela pulsa como meu coração, é vermelha como meu sangue, castanha como meus olhos.
E eu consigo ver dentro de mim.

Calma, as vezes o recuo do mar não mostra coisas bonitas, mas, esse recuo é temporário e necessário....
para uma boa limpeza