Kleber Plinio: A CONVIVÊNCIA. Sem saber já no ventre...

A CONVIVÊNCIA. Sem saber já no ventre somos parte de uma convivência que só percebemos ter depois de um certo tempo.
Conviver é uma tarefa diuturna, é obstáculo conseguir encontrar a harmonia nas vinculações, sem no pendulo do equilíbrio, da razão, das emoções e sentimentos, todos compartilhados com visões de mundos diferenciados, em momentos e situações inesperadas.
Vivemos um aprendizado diário, encontramos na família e amigos, momentos de alegrias que se alternam, que se conflitam com cada ser, havendo discussões, interpelações, mas sempre um aprendizado, um ganho, e estas discussões, dependendo do tom e teor, abalam uma relação, um relacionamento, que apesar das dificuldades, dos altos e baixos nas relações interpessoais , precisamos do contato com outros humanos pra viver bem.
Sendo um ser sociável, sociabilidade que se constrói e nos concebe por toda nossa existência, e com ela aprendemos a confiar, a estimar e perceber que é do que somos capazes, confiando em si e não temendo o que enfrentaremos.
E nessa base, como convivência inicial e que forja nossa personalidade e educação, a família, pilar, gerido por membros que conflitam sempre entre a razão e a passionalidade, mas com a certeza de tentar sempre fazer e querer o melhor pra nós.
A edificação de todos laços sociais que vem com o nosso nascimento, tendo em vista já os vinculo estabelecidos entre a mãe e o bebê.
Bom saber o tom, o limite. Esperar é sapiência, conviver sabedoria, viver uma arte, arte onde com ausência, vem a saudade; com a saudade, percebemos o amor; com este, fica a sensação ambígua de felicidade por ter vivido amor e a tristeza de não poder mas ver, tocar.
By Kleber Plinio

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