Feia

Cerca de 552 frases e pensamentos: Feia

A coragem é uma senhora forte, andrajosa e muito feia. Que só se revela ao longo do caminho, quando já portamos conosco muito medo entranhado em nossa bagagem. Não adianta planejar ser corajoso. A coragem brota num impulso desatinado, de quem está disposto a pagar o preço com sua própria vida! O ato heroico pode, também, ser chamado de Suprema Felicidade. Só a reconhece quem o testemunha, porque para o herói era somente o que precisava ser feito.

Ana Fraiman
Inserida por edufmartins
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Ser otimista significa nunca desistir, mesmo que de auto “cara feia”; não tem nada a ver com ficar o tempo todo com um sorriso superficialmente plástico e artificial, do tipo dez para as 2h.

LivroAzul.com.br
Inserida por AlexSandroMartins
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Uma lagarta feia e até nojenta se transforma numa linda e majestosa borboleta...
Então porque algo ruim não se converte em algo bom?
Deixe o impossível pra lá,
Venha viver do que é possível.

Devanir Silva
Inserida por DevanirSilva
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Não olhe para a fome apenas
com cara feia, isso irá fazê-la
mostrar-lhe a língua.

valdemar rodrigues
Inserida por valdemarodrigues
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A grande oportunidade poderá vir travestida de mulher feia,
banguela e arrogante.

valdemar rodrigues
Inserida por valdemarodrigues
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Não existe pessoa feia ou pessoa bonita, existe mesmo é uma pessoa agradável ou não.

Charles Canela
Inserida por charlescanela
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Não existe mulher feia ,existe cachaça ruim.Rsrsrs

Lian Lucas
Inserida por lianlucas
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A lagarta feia de hoje será a linda borboleta de amanhã.

Bruno Santorio
Inserida por Bruno-Santorio
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Não existe ninguém feio ou feia, e sim quem não se valoriza.

Sérgio o Cancioneiro
Inserida por sergiocancioneiro
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Sempre me lembro dos detalhes mais banais
Da cara feia quando eu conheci seus pais
Seus olhos verdes meio cinza no verão
E daquela canção

Fly
Inserida por LorrainyBonomo
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A coisa mais feia
que existe é uma
pessoa querer
crescer em cima
da outra.
Respeite as
diferenças para
elas poderem
respeitar a sua.

AULOS CARVALHO
Inserida por auloscarvalho
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Toda ilusão é linda. Toda realidade te surpreende, as vezes é feia, as vezes é mais bela ainda.

Vaguinevaldo Júnior
Inserida por Vjnr
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Anfíbia acha euzinha aqui feia? To pouco me fu..to pouco me lixando...Tem quem me ache bela... Pra você vai o meus 50 tons de foda-se!!!!! rs...Tenho espelho em casa demonia, e o seu será que quebrou?

Helaine D Ventura
Inserida por HelaineDventura121
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Ele era um idiota, não era? Ele te chamava de chata, de feia, de boba, ou de qualquer coisa que pudesse te ofender. Ele implicava com os seus gostos, ele dizia que a sua banda preferida era ruim. Sempre reclamava das suas roupas, sempre dizia que você era insuportável. Até que um dia, ele percebeu que não poderia deixar essa insuportável ir embora. Vocês passaram a conversar mais. Foram horas, horas e horas passadas juntos. Ele te xingava, você o chamava de puto. Se batiam, e mantinham uma determinada guerra entre si. Logo com o tempo, ele tornou o seu melhor amigo. Ele seria capaz de matar o cara que partisse teu coração. Ele tinha mania de ligar todas as noites de madrugada para dizer o quanto você era especial. Tu o chamava de anjo, e não conseguia se imaginar em momentos felizes sem a sua presença. Ele tornou-se uma parte do seu pensamento, ou até melhor, se tornou dono dele. Você dizia que estava com frio, esperando pelo teu abraço. Você dizia que estava carente, o desejando por qualquer coisa. Ele a queria. Ela o queria. Eles se queriam, mais do que deveriam, mais do que podiam. Ele ouvia músicas de rock, ela ouvia músicas tristes. Ele gostava de andar de skate, ela preferia ler romances. Nada poderia ser feito para que o amor diminuísse. Ele acabou descobrindo que todas as noites de insônia passadas porque estava pensando em ti, que todas as vezes que ele disse que não sabiam se eram apenas amigos, que todas as vezes que disse que a amava… Bom, ele descobriu que nada disso foi em vão. E que a partir dali, daria de tudo para poder passar o resto de sua vida chamando-lhe de tua. E você não poderia fazer nada, porque era óbvio que também gostaria de chamá-lo de seu. E que gostaria de passar as noites frias acolhida em seus braços. Vendo o tempo passando, vendo que o amor não diminuía nem um pouco. Percebeu que alguma coisa estava sendo verdadeira até agora. E que quando se imaginasse em um futuro, com certeza seria do teu lado.

Pablo Reis Expresiones
Inserida por Expresiones
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O vento chacoalha a arvore e derruba
as folhas, que deixam ela feia e triste,
para nascer novas folhas e até flores.

As vezes eu sou o vento.

DesertRose
Inserida por Gfersan
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Meus 15 anos!
Eu sempre me senti diferentes das outras garotas. Não mais bonita, nem mais feia, só diferente. Nunca gostei de maquiagem, quando usava me sentia o curinga personificado. Minha moda? Eu mesma criava o meu jeito de me vestir. Saltos? Nunca gostei, eu preferia All Star. Roupas com decote? Eu passava longe!
Eu estudava em uma escola de tempo integral - Escola Estadual de ensino integral Emanuel Rosa Sales. Meu tempo de escola não era diferente desses famosos clichês que passam nos filmes: "Garota bonita vs Garota feia".
Bruna, é uma daquelas garotas que todos os meninos são loucos para "pegar". Realmente linda e atraente, mas posso dizer que tinha muita beleza e pouco conteúdo. Eu era exatamente o oposto dela. Enquanto os garotos faziam fila para namora-la, eles também faziam fila para fugir de mim.
O meu primeiro e tão sonhado beijo, aconteceu com um garotinho da escola, que tinha por nome Pedro. Eu estava feliz, cheguei a pensar que ele e eu namoraríamos (quanta inocência)... Depois de alguns dias trocando beijos e acreditando que estávamos juntos, Pedro me deu um belo fora dizendo:
- Não posso mais ficar com você, meus amigos estão me zoando e falando que estou namorando uma garota que parece menino.
Eu chorei muito ao ouvir aquilo, eu tinha apenas 13 anos e não entendia porque insistiam em me rotular gay.
Comecei a perguntar a mim mesma se aquilo era resultado do modo como eu me vestia ou talvez o jeito masculino como eu andava (eu já tinha ouvido alguns colegas dizendo que eu não sabia rebolar e andava de um jeito masculino. Eu nunca imaginei que existia regras na forma de andar, onde diferia homens de mulheres.) Talvez a minha falta de feminilidade tenha contribuído em toda essa construção pejorativa que as pessoas tinham com a minha aparência.
Um dia almoçando sozinha na escola, sentou uma garota na minha mesa (de nome Nicole) para me fazer companhia. Isso raramente acontecia... Ela me tratou bem como há muito tempo não acontecia, disse que entendia tudo que eu estava vivendo pois também passou pelo mesmo ao se assumir.
Fiquei brava por ela ter agido como se eu também fosse lésbica. Levantei furiosa e fui embora pra minha sala deixando o almoço quase intacto na mesa. Sentei na minha cadeira e comecei a refletir que talvez aquela menina tenha sido a única que me tratou bem, não se importando com o que falavam sobre mim. E se eu tinha tanta raiva daqueles que me julgavam, porque logo eu iria julga-la? Voltei ao pátio e olhei em volta para encontra-la e fui até onde ela estava para me desculpar.
Ela desculpou-me e se tornou minha melhor amiga. Quando alguém zoava a gente nos chamando de lésbicas ela sabia exatamente como nos defender, até parecia que ela acostumou com aquilo ao ponto de ser mais forte e pouco a pouco ela me ensinava a ser forte também.
Depois de um tempo esse tal menino - o Pedro - começou a me zoar com os demais amigos... Me chamava de "Maria macho", "sapatão" e uma série de coisas desse gênero. Eu chorava e tinha vergonha de ir a escola. Eu implorava que minha mãe me tirasse de lá, mas ela inocentemente achando que era preguiça de estudar, não atendeu meu pedido. Eu comecei a rezar que a convivência na escola melhorasse, mas tudo só piorava, passei a ter medo de me aproximar das pessoas e chorava quase sempre que estava sozinha.
Eu comecei a cair em uma depressão enorme. Piorando eu morria de medo de falar para minha mãe o que estava acontecendo. Eu tinha medo que ela também achasse que eu era lésbica. (eu era só uma garota de 13 anos sentindo-se só).
Os boatos sobre minha sexualidade se espalharam e logo todos os alunos e alguns professores já estavam sabendo da história e tomando essa mentira como uma verdade absoluta. Eu me afundava a cada dia em uma solidão absurda dentro de mim. E sempre quando me viam chorando nos cantos da escola, afirmavam que era vitimismo para chamar atenção.
Tentei me afastar da Nicole para diminuir os boatos, mas sem ela a escola era ainda mais difícil de suportar. Nossa amizade só crescia e os boatos de que estávamos namorando se espalhou pela escola.
Em uma manhã de quarta-feira fui ao colégio, mas não tive coragem de entrar na sala de aula. Eu tive fobia/medo daquelas pessoas que se diziam meus colegas. Covardemente desisti de entrar na sala e segui de uniforme, livros e mochila até a saída para tentar ir embora da escola, mas infelizmente os portões já haviam sido fechados e eu em uma atitude desesperada para não entrar na sala, segui em destino ao banheiro do vestiário feminino. Fiquei lá por quase 4 horas sentada no chão do banheiro, por mais desconfortável que fosse, era melhor para mim que entrar na sala.
Na hora do intervalo um grupo de meninas da minha sala entraram no vestiário para retocar a maquiagem antes de irem almoçar. Ironicamente notei que o assunto da conversa era sobre mim. Elas falavam em alto e bom som, para que quem entrasse naquele banheiro pudesse ouvir que os diretores deveriam expulsar-me, pois pois era inaceitável um namoro lésbico na escola. Todas caiam na risada, pareciam contar a mais engraçada de todas as piadas.
Abri a porta do banheiro e com toda a raiva que eu estava sentindo, empurrei uma delas contra o banco do vestiário. Por ironia, era a Bruna. Mas meu ódio me cegou e não consegui parar de machuca-la, suas amigas tentaram separar a briga e chamar socorro, mas até lá eu já tinha feito um estrago no rosto dela.
Fui suspensa após isso e quando finalmente voltei à escola minha vida se tornou um inferno ainda pior. Bruna começou a espalhar boatos mentirosos sobre mim, afirmava aos quatro cantos da escola que me viu beijando uma garota e eu havia batido nela para que ela não falasse a verdade sobre mim.
E enquanto pessoas como a Bruna e o Pedro se voltaram contra mim, a Nicole se aproximava cada vez mais e me fortalecia.
O tempo foi passando e eu acabei me encantando por aquela garota. Me encantei por ela e não por ser uma menina. Acabei me apaixonando pela forma que ela me cuidava e me protegia do mundo. Eu não sei se nasci lésbica ou se me tornei devido as circunstâncias, mas até hoje não me arrependo.
Parei de me importar com o que as pessoas falavam sobre mim e passei a ter orgulho de quem eu era. Tomei coragem e me assumi para minha mãe que, graças à Deus, me aceitou bem. No início eu tinha receios de assumir até a mim mesma, mas depois que eu me aceitei vi que minha sexualidade não me fazia menos que as demais pessoas.
Fomos o primeiro casal lésbico da escola. Era algo novo e inusitado, após isso muitos outros casais gays começaram a assumir também.
Ao me assumir, uma porção de barreiras difíceis começou a surgir para que eu quebrasse. Eu era vítima de preconceito constantemente. Até daqueles que deveriam nos defender. Acabei sendo obrigada a mudar de escola após uma conversa de diretores com minha mãe. As pessoas não aceitavam e parecia que a minha sexualidade desmoralizava a todos.
Pessoas se afastaram e deixaram de ser meus amigos, no início não entendia o que estava acontecendo comigo. Eu era uma menina como todas as outras, a única coisa diferente era o que eu trazia no meu coração. Mas desde quando a minha forma de amar muda quem eu sou?
(...) ANOS PASSARAM
Deixei de ser a menina assombrada, para me tornar a mulher destemida. Concluí o ensino médio e iniciei a faculdade de Psicologia.
Um certo dia vindo da faculdade, encontrei uma garota desolada, com a cabeça baixa, sentada em um banco na rodoviária. A faculdade é em uma cidade vizinha, então fazia parte da minha rotina descer do ônibus na rodoviária e ficar na espera da minha mãe ir buscar-me.
Já era tarde e não tinha quase ninguém na rua, era por volta de quase onze e meia da madrugada. Me aproximei e quando a tal garota levantou a cabeça, vi que se tratava da Bruna. Nesse momento eu gelei, fiquei paralisada e sem ação.
Ela tentou ignorar a minha presença, continuando sentada em um banco, tentando abafar o choro. Creio que se sentiu intimidada. Tentei me aproximar, porém eu estava com certa vergonha. No fundo eu sentia muita mágoa, raiva e desprezo ao lembrar de tudo que ela me causou anos atrás, mas ir embora e deixa-la para trás naquele estado me traria peso na consciência. Já era tarde e seria perigoso para qualquer garota ficar ali naquele horário sozinha. Insisti para que ela se abrisse e eu pudesse entender o motivo do choro. Mesmo com muito medo que ela me tratasse mal como tratou em todas as vezes que cruzamos.
De início ela me tratou mal e disse que eu estava tripudiando da tristeza dela. Ela implorou para que eu me afastasse, mas eu fui insistente. A verdade é que ela estava insegura, achando que eu estava ali para me engrandecer com sua dor.
Sentei ao seu lado no banco em que ela se encontrava e disse:
- Eu não quero te fazer mal, se o destino fez que a gente se encontrasse a essa hora, talvez fosse mesmo pra ser assim, do contrário, as forças superiores teriam enviado uma daqueles suas amigas do ensino médio. - Rimos juntas.
Ela começou a chorar e me abraçou, fortemente como se fosse um pedido de desculpa por ter durante tanto tempo me perseguido. Creio que a minha piadinha fora de hora sobre ensino médio tenha despertado tais lembranças nela.
Ela ainda presa no meu abraço, contou-me que acaba de ser expulsa de casa e o motivo era sua sexualidade. Eu fiquei surpresa. Puts! Sempre imaginei ela héterosexual e agora essa revelação, caramba me pegou realmente surpresa. Ela chorava mais que antes e me pedia desculpa por tudo que me causou e me abraçou ainda mais forte.
Quando minha mãe finalmente chegou para me apanhar da faculdade, eu expliquei toda a situação e pedi permissão para leva-la para dormir aquela noite em casa.
Minha mãe respondeu algo que me fez agradecer aos céus por ter a sorte de ter nascido daquela mulher:
- É claro que pode Lanny. Algumas vezes na vida, nós pais tememos tanto que nossos filhos sofra, que brigamos para que eles sigam um caminho que a nossos olhos seria menos doloroso. Talvez seus pais só esteja com medo de tudo que você vai enfrentar pela sua sexualidade. No início eu também agi assim, mas depois me preocupei em não der para minha filha um exemplo dessas pessoas que não se importam com com a felicidade. Nós as vezes buscamos tanto o melhor para nossos filhos e esquecemos que o melhor nem sempre é o caminho mais fácil e sim o caminho que mesmo difícil os fazem mais felizes. Eles vão te aceitar Bruna, é questão de tempo até que eles vejam a filha maravilhosa que você é.
Naquela noite e por mais alguns meses Bruna passou a dormir em minha casa. Esquecemos sobre o passado e firmamos uma amizade forte. Hoje somos quase como irmãs. Após alguns meses sentindo na pele o peso da rejeição e do preconceito ela foi finalmente aceita por seus pais e hoje é namorada de uma garota linda que costumo chamar de cunhada.
Não sei se dá pra tirar uma moral dessa história, mas se desse seria: O mundo gira e as pessoas que hoje você oprime, amanhã pode ser uma das poucas que vai te estender a mão quando precisares.




Repentinamente me vejo sendo outra vez aquela garota de quinze anos. Isso é tão assustador!
Me vi presa outra vez dentro de mim mesma, com medo de sair do quarto e viver. Parece tão louco me sentir assim. Eu sempre me achei/pensei ser tão segura de mim mesma.
Me sinto de mal com o espelho, quando fico diante dele vejo um reflexo errado de mim. Por mais louco que seja, ele mostra a imagem de uma garota de quinze anos chorando, mas eu sou uma mulher. Ele deve estar refletindo errado ou sera o reflexo da minha alma?
As pessoas me olham, mas sinto que são sempre olhares focados para as minhas "imperfeições" e nunca olhares de admiração. Eu já desisti de conhecer novas pessoas por vergonha da minha aparência, recusei alguns encontros por puro medo do que os outros pensariam de mim depois de me conhecerem a fundo.
Sei que muitas pessoas não entendem meus sentimentos, minhas escritas, minha palavras. Mas a confusão dessas palavras combinam com meu excesso de sentimentos confusos. Sou tão de mal comigo mesma que me recuso a pensar na ideia de alguém me ver com bons olhos... É como se fosse impossível na minha cabeça.
Cinco anos passaram e a garota de quinze anos ainda não morreu dentro de mim. Ela continua chorando e se sentindo abandonada nesse mundo onde só parece caber pessoas de boa forma e pouco conteúdo.
Gosto de pessoas que buscam despir não só meu corpo, mas minha alma também.

Lanny Ferreira
Inserida por lannyContos
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Ela tem à aparência tão feia quanto à atitude dela em falar mal das pessoas pelas costas!

Rávilla Mendes
Inserida por MendesBraz
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Menina Feia
Não se dá o Respeito,
Usando Roupa Curta,
E esse Batom Vermelho
Menina Feia
Andando sozinha
Tem amigos homens
Não usa salto
Nem vestido florado
Menina Feia
Tem que ser mais feminina
Alisa esse cabelo
Desse jeito ta feio
Menina feia
Se espelhe nas outras meninas
Todas Alisadas
Bem arrumadinhas
Palavras Que Ficaram na sua cabeça, Quase enlouqueceu.
Mas agora a menina ta mudada: Por dentro... Por fora?! é a mesma.
Veste o que quer vestir, faz o que quer fazer, não liga pra outras opiniões.
Menina agora se descobriu, sempre foi Feminista, e nunca soube, Agora a menina sabe, Coisa boa ser Feminista, Coisa boa ajudar os outros e se ajudar.
Menina agora é Mulher, e se aceita como é!

Suellen Lopes
Inserida por suellenlopes
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Um não pra cara feia...
Um não pro mal olhar.
Quem tiver a intenção de tirar meu
bom humor...
Nem queira se aproximar.

Anna L Ramos
Inserida por AnnaLRamos
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A ilha é feia
Apesar de terem primas
Que são irmãs
Seus amigos são pedras
Mais unidas do que rocha

Feia pra quem?
Pedras que são irmãs
Sugeriram os índios
Que tanto dançam
E contemplam
O valor da vida sem pensar no preço

É uma maravilha de ilha feia
Tão encantadora como uma das cabras

Apenas um pedaço de terra no meio do mar
Apenas um conforto dentro de um sonho

Guilherme Luiz da Costa
Inserida por Guipasta
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