Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
A cada dia, sou forçado a interpretar um papel, a usar uma máscara que não me pertence.
Sou feita de pétalas de rosa
Cheirosa, delicada e bela
Transmito paz, harmonia e bondade
Mas também carrego um pingo de maldade
Como todo mundo, sou um pouco sensível
Mas o mundo não sabe ser compreensível
Meus espinhos podem lhe machucar
Mas calma, isso vai passar
Posso parecer um pouco grossa
Porém, todos têm uma mossa
Entendem como o mundo é injusto?
Por isso fico escondida num arbusto.
Sou escancarada. Falo muita bobagem, muita brincadeira. Não dá para me policiar. Sou uma pessoa que, se eu tentar me vigiar, vou estar me matando. Vou estar matando a espontaneidade da vida em mim.
Vida após armário intelectual
Sou uma mulher, negra e servidora pública que sempre buscou fazer o melhor trabalho na instituição. Por anos, vivi em um "armário intelectual", escondendo parte de quem eu era.
Trabalhar na educação pressupõe que as pessoas sejam mais instruídas, menos preconceituosas e mais afetuosas. Mas, no início, ouvir comentários homofóbicos direcionados a colegas abertamente gays ou lésbicas na instituição me causou medo, me fazendo voltar ao "armário" em que fui criada em minha casa. Por muitos anos, foquei apenas no meu trabalho. Pouco importava o que pensavam, pois o que prevalecia era minha dedicação profissional.
Com o tempo, fui reconhecida pelo meu trabalho e, ao conhecer novos grupos dentro da organização, aprendi a me impor e a me respeitar, vivendo de forma independente da minha identidade de gênero ou sexualidade.
Participei de meus primeiros eventos sobre sexualidade e diversidade. Essa experiência foi transformadora, a ponto de eu passar a defender publicamente temas relacionados à diversidade no ambiente educacional. Isso não significa que o preconceito tenha acabado, mas hoje não sou mais aquela que vivia no "armário social".
Aos poucos, o armário virou um guarda-roupa de roupas coloridas e dedicadas à diversidade, à verdade e à escolha de ser quem sou. Hoje, vivo para mim, por mim e para a sociedade, com a beleza e a liberdade de ser quem sou, independentemente do que digam ou pensem.
Hoje, sou a protagonista da minha própria história e da minha personalidade forte, nordestina, feminista e diversa. O mundo em que vivemos é construído por nós. Mesmo que alguns acreditem que vida pessoal e profissional sejam coisas diferentes, temos todo o direito de sermos felizes com quem desejarmos. Somos livres para sermos profissionais e, ao mesmo tempo, homossexuais, bissexuais, lésbicas, transexuais ou qualquer pessoa da sigla LGBTQIA+PN.
Minha realização moral me permitiu entender que não me importo mais com a opinião dos outros. O que sou e quem sou depende apenas de mim.
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"Noites de sol em dias escuros, ao contrário. Sou um otário contrariando o mundo. Contrariando até mesmo os meus sonhos e tudo que escolhi pra mim, tudo que escolhemos pra nós."
da canção "Avenidas" da banda Subtropical.
Águia não sou, meu Senhor
Dela trago tão somente o olhar
E também, no coração
A aspiração do Seu voar,
Quero em meu posto ficar
A fitar o sol do amor,
Passarinho é o que eu sou nas mãos do meu Senhor
Sou pessimista em relação à humanidade, mas otimista em relação ao planeta. O planeta vai se recuperar. Está cada vez mais fácil para o planeta nos eliminar.
Quando sou atingido pela dor, procuro ocultá-la na minha aljava, para usá-la na alegria sem me machucar.
“Não se trata apenas de existir, mas de reconhecer no que se vive. Meu corpo é real ou sou prisioneiro do próprio sonho?”
Isso que Sou se dissolve Naquilo que Ele É.
Sou seu aprendiz e todo o resto é apenas consequência disso.
A gratidão não depende de ninguém, só depende do meu entendimento que nessa vida sou dependente de Deus!
Sou rosa pequena no vasto campo, curvando-me ao te ver passar. Agarrando-me à esperança que se desfaz na dor do teu frio desprezar.
Chorarei em silêncio até secar as últimas lágrimas pelo que de ti ainda habita em mim,
sangrando essa dor, as feridas do teu desamor.
Lágrimas de vidro
Sou como vidro,
Frágil e quebrável,
Fácil de ser contida,
Algo controlável.
Mas também sou como lágrimas,
Derrama as vezes sem motivo,
Sempre nas lástimas,
Sempre na conflito.
Lágrimas de vidro,
Muitas vezes insuficiente,
Porém em alguns momentos,
Sou o eficiente.
Sou como
um pássaro
preso em uma gaiola.
E, quando estou perto da liberdade,
eles cortam minhas asas de novo
e me colocam novamente na gaiola,
onde só há
silêncio
e
vazio.
Fazem questão de lembrar
que sou um pássaro que não pode voar,
que também não pode ser livre.
Não me alimento mais do que colocam na gaiola.
Não faz sentido querer continuar insistindo
naquilo que nunca vai acontecer.
Sou um pássaro perdido em um sonho impossível:
o de um dia ser livre para voar
para o mais alto
e mais longe possível.
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