Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Inescrupulosa. De coração frio e sem afetos. Insensível. Intransponível. É, talvez eu tenha me fechado mesmo. Talvez eu seja aquela garota que todo garoto quer fugir e tem medo. Talvez essa seja eu. Vagando num mundo de gelo. Atirando bolos de neve em todo e qualquer homem que ousar... Essa talvez seja eu. Mas eu não era assim, me tornei assim... Tranquei a porta desde então. Me desapeguei do castelo e das princesas com seus finais felizes. Não quero mais essa utopia. Quero apenas o que for verdadeiro. Apenas. E nada mais. Nada.
Se você não se ama, eu me amo e tu fica aí com sua inveja de mim e solta essa língua dependurada na sua face de insatisfação consigo mesmo e com os outros, vê se, se enxerga urubu!
Para que eu vou continuar amar você?
Se você não me ama?
Vivo por você, mas de que adianta eu viver, mas você não?
Eu te amo com todas as forças do meu coração, só que você... não.
Quero ser mais do que sua simples amiga, eu quero ser sua.
Nem sempre o meu querer é poder, pra que eu possa, você tem que me deixar ser sua.
Solidão é como independência; eu a havia desejado e conquistado no decorrer de longos anos. Ficava fria, ah, sim, mas também quieta, maravilhosamente quieta e grande como o espaço frio e silencioso no qual giram as estrelas.” (O Lobo da Estepe)
Vontade de você
Vontade danada de te amar
Eu queria entender meus sentimentos
Não dá para encarar
Falo coisas sem sentido
Digo não, mas meu corpo diz sim
Tá difícil resolver essa situação
Apenas quero seu abraço
Quero seu beijo
Fazer parte de você
Respiro fundo
Encontro me perdida
Tento ser mais que prazer
Quero entender o que se passa
Meu coração está cansado de brincar
Eu quero amor de verdade
Chega de brincar
Não estou reconhecendo você
O que está acontecendo
A cama está vazia
Estamos tão distante
Estranhos nessa relação
Uma metade do que foi um dia
Desse jeito está complicado
Cada vez mais distante
Não vamos chegar a nenhum lugar
O coração está magoado
Chega dessa amargura
Essa disputa tem que acabar
Venha ! Mas dessa vez só se for para ficar
Encare o que está por vir
Não tenha medo de me amar
Não sou um prêmio
Sou apenas a mulher que vai te amar.
Poesia de
Islene Souza
Enviado por Islene Souza em 21/05/2016
Código do texto: T5642430
Classificação de conteúdo: seguro
Eu sempre soube que vivi um pouco diferente de outros homens. Quando eu era um garoto não vi nenhum caminho antes de mim, simplesmente dei um passo e depois outro. Sempre em frente, sempre para a frente, correndo em direção a algum lugar que eu não sabia onde. E um dia eu virei e olhei para trás e vi que cada passo que eu tinha tomado era uma escolha, ir para a esquerda, ir para a direita, ir em frente ou até não ir. Cada dia, cada homem tem uma escolha entre o certo e o errado, entre o amor e o ódio, e às vezes entre a vida e a morte, e a soma dessas escolhas torna-se sua vida. O dia que eu percebi isso foi o dia que eu me tornei um homem.
Deixe que eu lhe diga em seu sono o quanto eu a amo. Porque as palavras que lhe digo quando está acordada são sempre as mesmas, não são suficientes. Enquanto você dormir em meus braços, posso lhe dizer coisas que soariam tolas e loucas, e seus sonhos entenderão a verdade delas.
Obrigado...Por ter se mandado
Ter me acordado pra realidade,das pessoas que eu já nem lembrava
Pareciam todas ter a tua cara
Obrigado
Por não ter voltado pra buscar as coisas que se acabaram
E também por não ter dito obrigado
Ter levado a ingratidão bem guardada
Pelos dias de cão, muito obrigado
Pela frase feita
Por esculhambar meu coração
Antiquado e careta
Não quero uma pessoa perfeita, eu quero alguém que me faça feliz. Quero alguém que me surpreenda sempre, mesmo que seja com uma ligação no meio do dia, ou mensagens no meio da noite, dizendo que sente minha falta... Quero alguém que me segure quando eu estiver prestes a cair... alguém que nunca desista de mim! Não! Eu não quero muito. Só quero que seja verdadeiro... Sem falsas promessas, sem meras mentiras, sem beijos artificiais, sem falso amor!
Queria fazer uma declaração de amor para a mulher da minha vida e dizer que eu sou completamente apaixonado por ela. Eu te admiro muito. Você foi minha força quando eu estive fraco, minha voz quando eu não podia falar. Foi meus olhos quando eu não podia ver e enxergou o melhor que havia em mim. Você me ergueu quando eu não conseguia alcançar, me deu fé porque acreditou em mim. Eu sou tudo o que sou porque você sempre me amou. Obrigado, mãe.
A existência é... o que isso importa? Eu existo da melhor forma que posso. O passado é agora parte do meu futuro. O presente não está na minha mão.
Cometi erros irreversíveis
Eu tinha a necessidade neurótica de mudar quem amo, tinha a melhor resposta para tudo, tinha tudo ao meu tempo, era do tipo “bateu-levou”, decepcionei muita gente com quem convivi, gritava enquanto o outro se calava, fiquei desorientada demais em cima do meu eu.
As experiências negativas me marcaram profundamente, afastei de mim pessoas excelentes, perdi apoio, abafei os beijos, os elogios, o encorajamento. Comecei a ter fobia de relacionamentos, pânico de sofrer, raiva de casais felizes, rejeitava o fato de estar sozinha por consequência das minhas atitudes.
Discriminava casais que não combinavam no meu soberbo julgamento, debochei de quem vivia de aparências, fui agressiva com quem me deu amor, ofendi publicamente quem estava ao meu lado, humilhei sem medidas, traí, precisava ser forte e grosseira para abafar meu complexo de inferioridade.
Não conseguia entender a falsidade que rodeava os relacionamentos, as crises que fazem perder a sobriedade, a pessoas que se afastam da família e dos amigos e nem parecem as mesmas pessoas, a falta de generosidade ou a generosidade em excesso.
Os amigos de infância que partiram para nunca mais voltar, ué, será que eu estava certa e o mundo inteiro errado? O processo de autoanálise é complexo, eu tinha um quê de superioridade que dificultava tudo.
Eu precisava aprender a amar de verdade, eu precisava que alguém me chamasse para uma conversa franca, apontando os traumas que me fizeram desse jeito, eu estava cheia de relacionamentos saturados de atritos, mas eu não fazia o menor esforço em evitá-los.
O pior de tudo é que eu me sentia bem comigo mesma, era radical, mas precisava falar e agir como penso, excluía pessoas da minha vida segundo meus julgamentos, não me esforçava para agradar, acolhia com alegria quem eu admirava, apostava em quem só me fazia mal e não respeitava minha intuição.
Cobrei e exigi de pessoas que não estavam preparadas, nem tinham nada a me oferecer, eu com a minha mania de achar que as coisas insignificantes iam se transformar em extraordinárias.
Tinha ideias fixas por controle, não superei os traumas das rejeições e traições, não acreditava em segundas intenções, eu sempre me doei totalmente sem perceber os riscos, estava presa emocionalmente, tinha medo de perder quem eu nunca tive de fato, um sentimento de culpa que me invadia e me dava à certeza de ter feito tudo errado outra vez.
Eu era responsável por fazer os outros felizes, mas por viver em crises profundas, uma necessidade em estar certa, uma educação desequilibrada, eu não tinha nenhuma vantagem em ser assim.
Fui insegura, ansiosa e eu não entendia nada de mim mesma até que descobri a força da palavra: Equilíbrio.
“Você não me quer, como eu quero você. Você não precisa de mim, como eu preciso de você. Você não pode me ver, como eu te vejo. Eu não posso ter você, como você me tem. Eu não posso te roubar, como você me roubou.”
PRA VOCÊ EU QUERO...
Ser menina nas brincadeiras
Na cama ser mulher
Ser sua melhor amiga
E desconhecida para que sempre tenhas algo novo a descobrir
Eu quero ser o porto onde desejes ancorar
Mas também quero ser o vento que te leva a outras águas
Eu quero ser primavera para que regues minha flor
Também quero ser outono para que comas do meu fruto
Eu quero ser poesia em sete versos e assim me leias com um olhar
E seu romance de cabeceira para que me leias a vida inteira.
