Eu Gosto do Risco dos que Arriscam
Sabe do que eu gosto mesmo?
De ser livre para ser eu...De não ter que me preocupar com o que vão pensar - ainda que sempre pensem!
Gosto desta liberdade que me permite morrer de rir por coisas tolas, de fazer as pessoas rirem, de fazer qualquer momento uma oportunidade de se divertir.
Gosto de quem não tem medo de se mostrar, de ser transparente...Amo pessoas autênticas, bem humoradas, aquelas que o sorriso chega primeiro.
Tenho poucos amigos, mas que significam muito pra mim!
Gosto - gosto muito - de ter nascido assim, com esta vontade de ganhar da vida...o viver!
Eu gosto,não eu amo.
Sim eu amo…
Amo receber pequenas declarações de amor que surgem do nada,ainda mais quando elas vem de você.
Amo os apelidos bobos que você coloca em mim…
Amo esse seu jeito de que tudo sempre ta bom,que tudo é festa,alias você ta certo nos temos que curti e muito a vida.
Acho mega,super,hiper fofo o fato de que você quer me levar para todos os lugares aonde você vai,me sinto mais importante quando você faz isso.
Alias qualquer coisa vinda de você me trás segurança,leveza,você me faz pensar em sair por ai vivendo,sendo feliz sem ligar pra nada.
Quando eu te vejo,converso com você eu sinto que sim,eu posso ser livre.Talvez eu nunca tenha te dito isso,mas você me faz mega bem.
Gosto de escrever sobre o que sinto…
Mais ainda do que escrever eu gosto de sentir tudo ao máximo,gosto de acreditar em amores que talvez nunca existirão,gosto de curtir ao máximo meus sentimentos.
Gosto de conversar com você, de ter sonhos quase impossíveis de nos dois juntos…
Gosto muito dessa sensação boa quando eu converso com você,gosto de colocar apelidos fofos e de recebê-los também.
Gosto desse seu jeito de me fazer sonhar e de me fazer ir nas nuvens.
Amo sonhar com você,imaginar o gosto do seu beijo,o calor dos teus braços.
Gosto de me sentir viva,gosto de tudo o que é intenso…
Gosto de tudo o que me faz bem,mesmo que seja apenas em sonho.
Alias eu amo sonhar __ainda mais quando você ta no sonho.
Têm horas em que eu gosto de ficar sozinha,ouvindo minhas músicas e escrevendo as minhas besteiras.Não gosto que me interrompam nesses meus devaneios,gosto de me escutar pensando e depois me traduzir no papel.É o meu jeito,eu me tranco dentro de mim mesma e me concentro em minhas emoções,é bom isso.A gente coloca tanta gente no centro e esquece da gente mesmo.Ai eu paro,pra me ouvir,pra me entender,pra me transcrever,pra me sentir eu mesma.Paro pra me reencontrar,antes de tudo.E aí eu me encontro,me acho em memórias perdidas e em músicas antigas que antes eu nem lebrava, e volto a ouvi-las como se fossem trazer tudo de volta.Nesses meus minutos,me irrito com as pessoas,é engraçado isso,mas gosto de ficar só e me desvendar.É o meu espaço,meu tempo de “solidão boa”,meu tempo louco de me descobrir e de me fazer também.Contruo ideias,me descubro em poemas e me esqueço em melodias singelas.Minha loucura é minha marca registrada,minha estranhez é o que me devolve ao mundo real.Poucos me compreendem,ou talvez ninguém o faça.Eu não me importo,aprendi a apreciar o meu vazio e enchê-lo de minhas próprias incoerências.Sou agora independente das aparências,vivo pra mim mesma e pra minha felicidade.E faço alguns felizes também.
Eu tenho que admitir: eu sou mesmo é do contra! Confesso que nem de Big Brother eu gosto, mas fico extremamente incomodada em ver as pessoas vestirem um manto de superioridade e intelectualidade para empinar o nariz e dizer que não suporta esse tipo de cultura inútil, com o intuito de denegrir e ofender, mesmo que mascaradamente quem gosta desse tipo de programa. Certo, é um absurdo a apelação de audiência com mulheres de corpos esculturais em biquínis minúsculos e rapazes bonitos em corpos sarados, porque na realidade, na balada, a gente vai atrás mesmo é de gente feia! Surreal tanta picuinha, jogos e disputas pelo poder, líder, anjo, o grande prêmio milionário. Disputa é algo que não acontece nas nossas rotinas, seja ela de trabalho ou amorosa. Abandonando a ironia... O grande sucesso desse programa é é o reflexo que ele traz de nós, da sociedade brasileira. Não há quem não se identifique com algum dos participantes. Sinta as suas dores, conquistas e tome para si a ofensas e injustiças gritantes, mesmo quando cometidas há quilômetros de distância, por gente que a nunca vimos na vida. Tal vínculo torna-se tão íntimo pela chance singular de perceber que pessoas aparentemente perfeitas, são frágeis. Possuem defeitos, sonhos e medos. Sim, aquelas pessoas existem, e são como a gente. Muito além de um jogo, é uma chance de observar o comportamento humano em sociedade, ascensões e quedas, a liderança nata e a sede de poder. Estratégias sendo lançadas. Pessoas de visão que observam a fraquezas dos oponentes e criam proveito disso, afinal, quem não quer ser o milionário? Há também o medo de encarar o paredão e sair, que se equivale ao medo da morte. Os participantes se alienam de forma tamanha que o mundo se resume àquelas paredes, e fazendo uma adaptação de uma famosa expressão jurídica, ao tema “o que não existe no BBB não existe no mundo!”. É a vivencia, atual e descontraída do ‘Caso dos exploradores de caverna’ de Lon Fuller. Como negar a cultura a todo esse jogo de comportamento, aliado a miscigenação de pessoas tão distintas? A diversidade de sotaques, grau de instrução e experiências de vida. Nordestinos e paulistas. Gregos e troianos. Enfim, é como eu costumo dizer: é tudo uma questão de ponto de vista. A cultura está nos olhos de quem vê. Há quem olhe uma janela e enxergue um mundo enquanto outros não veem nada.
Mas eu não gosto do certo, do fácil, do caminho mais curto. Eu me interesso pelo errado, difícil, longo. Não consigo querer o que me quer. Não sei desejar o que posso ter. Não sou capaz de cuidar do que já floresceu: sempre acabo dando mais atenção pra semente que ainda vai brotar. O racional não me interessa. Eu não sei gostar do lógico.
Mas eu gosto de cara romântico, aquele bem do século passado. O cara que abre a porta, e puxa a cadeira pra tu sentar. Aquele que te põe à frente e se ajoelha, se preciso, pra te ajudar a calçar o teu sapato. Aquele cara que canta olhando no teu olho. Que manda flores. Que escreve cartas de próprio punho. Que te beija a testa e a ponta do nariz. Esse tipo bem bobo que as garotas dizem ser " sem graça". Me encanto mais ainda por aqueles que tem coragem de admitir que choram, que são fracos , que são frágeis. Sou apaixonada por homem que sabe que acima do fato de ser homem, é humano.
Eu falando sobre o quanto te gosto, de novo.
Eu gosto do azul da sua boca. Ou quando naturalmente você olha pra mim tentando descobrir alguma coisa sobre mim que eu ainda nem se quer sei. Eu gosto da sua barba bem feita, e dos seus dentes alinhados de uma forma única e tua. Eu gosto da sua mão alisando a minha como se não fosse soltar nunca mais. Eu gosto da sua manha ao tocar uma melodia no violão, e de como você fica quando eu lhe digo algum elogio tão obvio que soa clichê. Eu parada olhando para você fico tão demodê.Eu gosto do jeito que põe o cabelo para trás e dos seus pêlos. E os arrepios que me causa quando encosta o teu corpo ao meu, ou quando senta a minha frente quase colando meu rosto no teu. Eu gosto do seu jeito de falar e dos apelidos que você me põe para mostrar o quão somos íntimos. Eu gosto das suas costas, e da maneira displicente que você fala de outras garotas que nada significam só para despertar um ciúme inadequado em mim. Eu gosto do tom da sua voz, e de como você me tem cada vez mais e nem imagina. Eu gosto de quase tudo em você. Mas o importante é que eu gosto de você.
Vejo as pessoas que me relacionei aos 12 e agora aos 22, que bom que EU evolui. Não gosto de trocar seis por meia dúzia.
Porque eu gosto de caminhar na chuva, não tenho guarda-chuva. E penso que este artefato é um tanto mentiroso. Ele me guarda da chuva, mas não guarda-chuva. Não tem reservatório, não tem calha, enfim não tem vocação nenhuma para usar este nome. Sugiro mudar o nome para repelente de pingos de chuva.
Eu gosto de beber, mas bebo pela beleza do ato de beber, e isso basta. Já fiquei bêbado, mas tanto faz ter que escolher entre o vinho e o suco de uva.
Só hoje entendi porque gosto tanto das mulheres!
Meu pai me disse que eu nasci de parto normal;bom então ai está o segredo: Cheiro x Cebo!
Mas se tem uma coisa que eu detesto, é gente pela metade. Sou toda aos extremos. Ou eu gosto, ou não gosto. Ou consigo, ou nem tento. Ou é tudo, ou é nada. Sem meio termo.
