Eu Errei me Perdoa Poesia
E eu vi ainda. Estrelas que brilharam de todos os lados. Não alcancei seus feitos, mas observei em silêncio os seus raios que ofuscaram mais que aos meus olhos, iluminaram minha alma.
Hoje pensando em quando eu era criança e das dificuldades que tinha quando queria subir em uma cadeira, pular um muro, subir na cama ou no sofá, achava que jamais iria andar em uma bicicleta sem as rodinhas de apoio e isso me entristecia por não me sentir capaz. Nos dias de hoje, percebo como é simples fazer todas essas coisas e outras até mais difíceis, que até nos pareciam impossíveis. Nessa comparação, me vêm às dificuldades da vida, os obstáculos que nos deparamos no nosso dia a dia e situações o qual nos vemos e achamos que jamais iremos conseguir superar. Do mesmo modo de quando somos crianças, tudo é uma questão de tempo e paciência. Basta saber esperar o momento exato de cada coisa, pois tudo tem seu tempo, e o que hoje parece ser impossível, amanhã será realizado e superado com facilidade. O que devemos fazer, é sempre acreditar em nós mesmo. #SauloRodrigo
É questão de princípios. Você tem os seus, eu tenho os meus. Se não concorda com eles, pelo menos os respeite!
Deixa eu te contar... fiquei sem chão. E não é um: "hoje eu tô sem chão, meu filho". NÃO. Eu to sem saber se vou ou se volto, se espero ou se vou atrás de você e te peço insistentemente que volte, até que não tenha como dizer não. Eu to tanto faz. Tanto faz o que tem pra comer, tanto faz onde vou dormir, tanto faz se assobia ou silencia. Não importa o que passa na tv, se a luz está acesa ou apagada, tanto faz se o mundo acabar agora ou depois. Eu não tenho nada a perder, essa é a pior parte. Me sinto uma criança perdida, então vai logo, fica um ano, dois... mas não demora.
Não adianta pedir como foi, o que aconteceu ou como eu me senti, aquele momento foi inteiramente dedicado para você
Na verdade, isso que você pede pra eu ser, você só encontrará em outra garota, porque essa dos seus sonhos, não sou eu.
Fico pensando quando é que você vai admitir que eu sou a unica garota em quem você confia. Fala de uma vez que gostou do meu beijo e que quer de novo e pare de jogar comigo. Você tá fazendo manhã e tá jurando que é bom, mas teu olhar não mente e eu aposto que a gente tem futuro mesmo que não seja sério.
Várias vezes eu deixei de ser sincera pra não me comprometer com nada e acabava me comprometendo com todas essas coisas que eu guardei só pra mim: me perseguiam, me julgavam, me massacravam.
Alí, nas horas que se aproximavam, eu provavelmente iria me esquecer do dia anterior se fosse um dia qualquer como os outros da minha vida.
Vou deixar como está: Me decepcionando cada vez mais, assim eu aprendo e me arrependo, ou pelo menos finjo que aprendo para que no dia seguinte, eu faça tudo de novo, e me arrependa novamente.
Faz algum tempo que você bateu aquela porta. Porta esta, que eu abria sempre com um sorriso, mesmo que por algumas vezes meus olhos denotassem tristeza e sentisse uma estranha dor... Mas nunca deixei que soubesse... Seria um aviso? Não sei. Hoje sento e choro diante dessa porta fechada e que aos poucos tornou-se também, sombria. Onde errei? Onde erramos? Sinto-me impotente ao me fazer essas perguntas e no chão permaneço. Estou presa em lembranças. Por vezes ouço vozes. Vejo a maçaneta girando... Ilusão. Alucinação. Mais um pesadelo. Só há uma pessoa que poderá abrir essa porta de novo. Ao pensar nisso, uma lágrima escorre. Decidida, levanto-me e abro-a e num ímpeto rápido a fecho de volta prendendo toda e qualquer lembrança. Aqui fora faz sol e a vida segue
-" Venha sem chão". Que eu já conheço todos os caminhos possíveis dessa parte. Quero o que ainda não conheço. Quero mudar o ciclo. Inverter os fatos.
Tem dores que eu não gosto de nomeá-las, pois elas me lembram aquilo que eu ainda não consigo esquecer. Uma delas: Saudade.
A grande diferença entre eu e você é que você precisa se agarrar em algo que seja capaz de te dar segurança. Alívio aos pés cansados. Alívio a mente distorcida. Alívio à vida. Alívio ao coração desolado. Alívios. Eu sou diferente. Eu desconfio de todo e qualquer caminho certinho demais. Eu aperto o passo, corro se for preciso. Às vezes até ultrapasso meus limites, mas não desisto. Eu jamais serei uma mulher de me contentar com alívios imediatos. Não há como me fazer mal se não me causa de alguma forma. Tem que causar. Tem que deixar marcas. Tem que confundir. Tem que me tirar os pés do chão. Alguém só me leva pra sua vida, se eu respirar vida por todos os poros de minha pele.
O que eu gosto nele é aquele jeito sem pudor. No dizer popular “safado”. Toda mulher gosta de um homem “safado”. Deixando claro que safado a qual me refiro é no sentido de deixá-la querendo mais. Nós sabemos que são poucos os homens que conseguem essa proeza. E ele faz isso comigo. Claro, que ele não sabe, não sempre. Mulher inteligente nunca deixa o homem desvendar todos os seus segredos. Acho que carreguei isso da minha mãe. Baú aberto não protege tesouro. A pulsão incontrolável de contornar o meu desejo e deixar esvaziá-la em mim mesma. Quando estou em suas mãos sou dele. Isso sim, eu faço questão que saiba. Homem gosta de se sentir o “rei do pedaço”. O único de uma mulher. O responsável por satisfazer toda e qualquer fantasia sua. Detenho o meu poder nesse momento. O poder é todo dele e de forma sublime, como sempre. Enquanto ele me olha com aquele olhar desconfiado e inseguro, eu apenas o abraço e respondo a sua pergunta sem dizê-la verbalmente. Nesse momento não há jogos de poder. O tempo necessário pra que se confirmem algumas coisas. Sabemos que o prazer é efêmero. Precisa ser confirmado sempre que posto em questão. Sou como o prazer, deixo ele achar as respostas em determinados momentos, mas nunca o tempo todo.
Não que eu queira as coisas sempre tão fáceis, mas não suporto nada tão difícil. Estou cansada de tirar férias desse amor líquido que se dissolve (sempre) diante dos meus olhos. Não sei se devo ir ou se devo ficar. Esta à espera é estar a deriva, de nada! Ou é, ou não é. Ser morno nunca convenceu ninguém. Instâncias imprevisíveis nunca me satisfazem. Nunca me levaram a lugar algum. O intervalo do amor ruim, é aquele leve suspiro de desespero o cair bruto e árduo ao chão. Não, eu não estou pronta pra cair. Eu não vou cair de mãos vazias! As dificuldades ganham forma em minha mente eu sei, mas, estou dizendo que não aguento mais nada tão difícil ( sempre). Nunca sei o momento certo de me retirar, mas, os sinais avisam e gritam em coro: Saia. E saia depressa! O cansaço cedeu. Me venceu. Bandeira branca. Chega!.
Eu não tenho tempo pra meias verdades. Pra pessoas covas rasas. Pra assuntos “senso comum”. Sem tempo algum pra mentiras. Eu realmente não tenho tempo pra culpas. Pra atrasos. Pra raivas desmedidas. Pra enganos. Pra contorcionismo da mente em busca do prazer efêmero que substituem a dor latente. Não tenho tempo pra apatia. Pra sorrisos forçados. Pra agrados. Pra “améns”, sem o meu consentimento sincero. Eu não tenho tempo pra amar quem não me ama, nem me satisfazer com pouco. Eu sinceramente não tempo pra nada que não me faça sentir verdadeiramente. Nada que negue minha integridade e minha identidade, de ser sempre eu.
E quando eu falei de amor com ele, ele correspondeu. Falamos a mesma língua. Não gritei, apenas sussurrei. O amor têm urgência de ser. Eu e ele, nada explica. Melhor assim. Deixo-me levar certa, pois quando dois falam de amor, o resultado final é amor, puro e simples amor!
Quando eu notei era amor. Daqueles leves, calmos, sem esperas dramáticas e pensamentos efusivos e destoantes envolto a pessoa. Quando me dei conta vi que era amor, pela paz, pela calmaria que a presença dele me remetia. Era amor, quando percebi que suas palavras invadiam a alma e ali ficavam fazendo brincadeiras com minhas mágoas e meus medos mais íntimos. Era amor, quando os olhos buscavam além do desejo uma alegria em meus sorrisos e isso bastava. Quando eu notei era amor porque até então tudo o que sabia do amor, eram teorias e mais teorias que nunca davam certo na prática errante dos meus relacionamentos intempestivos. Era amor e não poderia ser outra coisa. E mesmo sem compreender os seus inúmeros benefícios tão precocemente presentes nos últimos dias, percebi: É amor que eu quero pra vida inteira!
Eu sei guardar minhas intempéries. Minhas crises de identidade e as vezes meu mau-humor. Não posso dissertar sobre minhas quedas, meus motivos de sair correndo ( as vezes) e minhas demasiadas inseguranças. Talvez eu até conte sobre um dia triste, mas bem pouco pra você poder me oferecer o ombro amigo, o seu tempo quem sabe. Te ofereço minha sinceridade e minha paciência e vale lembrar que não é só isso o que se sabe de mim, mas posso lhe garantir uma coisa, não é uma oferta muito comum. Então, vem comigo?
