Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
John Lennon tinha um problema: ele achava que era Deus. O meu problema? Eu acho que sou John Lennon.
Tu dizes que me amas; eu o creio, eu o sabia antes mesmo que me dissesses.
As almas como as nossas quando se encontram, se reconhecem e se compreendem. Mas ainda é tempo; não julgas que mais vale conservar uma doce recordação do que entregar-se a um amor sem esperança e sem futuro?
Eu queria ganhar seu coração,dizer o quanto estou gostando de você, mas há alguma coisa que me impede de expor esse sentimento, pode ser o medo de saber que para você eu não tenha o mesmo significado...Acredito muito no amor,mas ele é como se fosse uma moeda,tem seus dois lados,um lado que machuca e outro que nos traz a felicidade.Na verdade queria um amor recíproco,pois meu coração está cheio de amor para dá e ao mesmo tempo receber esse sentimento tão alheio a nossas escolhas,pois ele vem diretamente de onde menos se espera, vem da menor e mais humilde ocasião, pode estar num simples olhar de admiração, no mais afetuoso beijo e no pensamento distante das pessoas das pessoas de bom coração.
Vou te amar até que a lua se encontre com o sol,até que eu viva sem respirar,até que o mundo amanheça com o clarão da lua.
meu amor por ti é eterno,por isso te amarei para sempre!!!
Valeu, tô menos boba, mais madura, mais eu. A propósito, queria deixar meu agradecimento a cada idiota que já passou pela minha vida. Um dia me fizeram chorar, hoje me fazem rir. Aliás, sempre que eu perco alguma coisa e não entendo, eu penso em vocês pra lembrar o porque de certas coisas virarem passado. Só não lembro de como um dia foram presente, vai entender né.
Quero asas de borboleta azul
para que eu encontre
o caminho do vento
o caminho da noite
a janela do tempo
o caminho de mim
Esse poema é dedicado a uma grande amiga, a qual eu amo muito, e que há alguns anos vem passando por uns perengues, mais que logo eu sei que vai ter fim.
Loucura lacrada (?)
Inesperada visita,
Mas uma vez a loucura acaba de chegar
E instalasse em mim.
Mas uma vez vou abrir e remexer
Todas as caixas
Que tanto tento lacrar
De forma definitiva.
Em dias e momentos assim
“cato” todas elas, as abro e me
Embriago de lembranças
Junto a esse surto
Existem fotografias,
Bilhetes, cartas, declarações,
Velas para (te / nos) celebrar
Incensos para purificar o ar
Que insiste em ficar denso com o peso das recordações,
Insistentemente a chuva da minha alma
Começa a cair (deixando o meu céu fechado e branco)
E eu, sento incredulamente há espera de um milagre,
Onde mostre que o Reino da Imaginação é real.
Besteira minha,
Outra vez faço uma varredura (vasculho) em meus desejos
A espera de um final para os sonhos
Mas, tem instantes que minha amnésia manifesta-se
E a saudade aproveita para mostrar suas garras
E me trazer você ...
Ai, mergulho no vácuo criado pela ilusão
E alimentado por esses instantes
De ausência de sensatez
Que hora por outra me acomete.
Me perco completamente,
Entre o sonho, o desejo, as lembranças e
Os infinitos motivos e razões pra não te querer
De repente,
Um lampejo, um reflexo,
Um raio incandescente de razão
Se mostra e aos poucos
Vou recobrando a consciência
E o nexo (sentido) das coisas
Novamente percebo que
Preciso encontrar tempo e uma forma eficaz
De aprender a te esquecer ou
Ao menos te querer menos
E após esse lampejo de realidade
Junto todos os recortes e “cacarecos”
E novamente os guardo em minhas caixas de recordações.
_ onde vou continuar a procura de uma forma definitiva de lacre, onde não dê mais chances para a loucura fazer a festa.
Eu jamais chegaria aonde cheguei se só andasse em linha reta. Tive que voltar atrás, andar em círculos, perder dias, perder o rumo…
