Esperar Acontecer
Sim eu aprendi com o tempo que ser decepcionado, traído e mal falado; sempre vai acontecer independente da pessoa, lugar ou circunstância.
Ricardo Baeta.
A realização pessoal, e o ideal de vida vão começar a acontecer, quando entendermos que o amor e a resiliência para como o que fazemos e a chave do sucesso.
O amor é uma das melhores coisas que pode acontecer na vida de uma pessoa. Um amor correspondido, cheio de afinidades, calmo, que traz satisfação, é uma das experiências mais enriquecedoras que alguém pode viver. No amor verdadeiro, no amor sincero, há troca, há cumplicidade, há companheirismo, e há apoio mútuo.
Quando vivemos um amor, a nossa vida fica mais plena, mais rica, mais leve. O amor pode transformar a vida de alguém. Muitas pessoas têm medo de amar, mas é preciso entender que o amor não mata. O amor traz vida, revigora, renova os ânimos e o fôlego. A vida, às vezes, pode ser muito dura, e ter alguém que nos ama e com quem podemos contar, alivia muito o peso da vida em nossas costas.
Amar é um compromisso com o outro. Para amar é preciso querer amar, é preciso saber fazer concessões, é preciso deixar de olhar para o próprio umbigo e entender que há outra pessoa olhando por nós, e muitas vezes com um olhar muito mais generoso e amoroso. Amar é um dos grandes aprendizados da vida, e como dizia o poeta, "só se aprende a amar, amando!"
Dia incomum. Dia de acontecer viagem. E acontece na leveza das ausências de pressa, bem vagarosa. Estrada de asfalto afora. Menino dorme, acorda, conversa - mais interrogações, que fala! Observa calado - olhos gigantes e atentos - tudo o que se passa. Estrada não acaba. Paciência se esgota! "Quantos quilômetros ainda, mamãe?" Ciranda de sonos e interrogações sem fim. Estrada se estreita.
Primeira parada. Máscaras nas laterais das portas do carro. Não pode esquecer. Tá no rosto. Inibindo o sorriso - não a vontade de correr pelo parquinho, pular no pula-pula, aproveitar minuto de parada e fazer o que toda criança ama: brincar. Fotos pra cá, pra lá, café e....estrada novamente. Alguns metros percorridos, corpo ainda acomodando nos bancos, e... sem ao menos se ajeitar: "olha lá o Chaves!" - mãe exclama quase quando carro se adianta! E assim nasce encontro entre Poeta e Poesia. Foi ontem. O Chaves.
"Uma escultura gigante do Chaves, imortalizado pelo ator mexicano Roberto Gómez Bolaños, deu graça e cor a paisagem cinza da BR-381 em Governador Valadares, no Leste do Estado. Sentado sobre um caixote, com mãos no queixo e olhar voltado para o KM 159 da rodovia, o menino travesso pode ser reconhecido de longe" - assim diz texto de internet.
A criação foi em 2015, e o Poeta, por motivos vários, nunca conseguiu visitá-la.
Sem ansiedades. De longe, admirava escultura enquanto carro abastecia. Quase num ritual...olhava, pensava como seriam as fotos. E lá estava, sonho simples e demorado... tão perto!
Seguir também é ficar. E algo permaneceu alí, na escultura. Registro não só de imagens. Na certeza de que tempo muitas vezes é só decisão. De parar...ver e seguir. E pensamento não perdoa memórias - bailavam na cabeça, estrada afora, entre intervalo do sono de menino e de mãe também.
É saudade das moradas infantis carregadas de memória...de uma geração onde a poesia estava nos pés descalços e nas brincadeiras de rua, longe do imediatismo das tecnologias... onde criança era criança sem querer saber do mundo, pois mundo era a própria imaginação. Saudades infantis pra serem lembradas e partilhadas...
Que a infância não morra em nós. Pra que nossos pequenos possam ter a ternura da infância com sua leveza.
Gratidão, Chaves. Gratidão, Bolaños.
Gratidão Faisal Homaidam e Evandro Caetano.
Gratidão por não morrer no Poeta a criança que um dia foi.
À todas as crianças que são crianças e àqueles que decidem nunca deixar de ser!
A vida nos refaz, nos renova, nos impulsiona para frente e nós fazemos acontecer quando não complicamos. Que tudo de mais positivo aconteça em nossa vida!
A verdadeira revolução vai acontecer quando o povo se der conta que está atual Democracia em que vivemos hoje, nunca passou de Regime disfarçado de liberdade!
Como costuma acontecer quando viajo, minha vulnerabilidade - não saber o que diabos vou fazer quando chegar - me torna mais aberto a interações externas do que quando estou em casa e acho que sei melhor o que precisa ser feito.
Não sei como será a vida ou exatamente o que vai acontecer. Isso não é um fracasso ou uma deficiência, é apenas a vida. Todos nós, “adultos”, estamos no mesmo barco. Não podemos controlar todas as circunstâncias, fatores ou outras pessoas, mas podemos controlar nossas expectativas, nossas reações, nossa atitude e como planejamos de acordo com as circunstâncias.
Nada possuí certeza plena, você não sabe o que vai acontecer quando acordar, tudo segue uma linha de aleatoriedade mesmo que tudo esteja indo como planejado, algo pode sempre estar mudando inusitadamente posso aparecer em sua vida.
