E Ruim Nao poder Falar o q Pensa
Brasil: país da impunidade.
Não é de graça a dificuldade
de si pensar em clemência
para os envolvidos do 8 de
janeiro, por parte da mídia.
Não sabia colocar palavras num poema
até que leão rugiu balançando as letras
numa cena de caça da linguagem; e o Léo escreveu, ah rapaz, essa poesia e
muito mais!
Um poema
Não tem tamanho
Não ocupa espaço
Porém fica no olhar
Uma folha de papel molhada pode apagar
Ajuda dá opinião
Mexe na emoção
É uma arma carregada de balas intelectuais
Dessas tantas perdidas na poeira das prateleiras...
Já foi o melhor amigo de gerações
É o melhor amigo da educação
Ele alegra o homem com imaginação
Não morde e quando morde
é palavra no contexto exato
Deixando alguém mais esperto
Ele tem o que nele não cabe
É apenas uma chave
Junta as pistas de um fato
É os cisnes dos patos
Pro alfabeto não passa nem perto do patinho feito
Para as letras ele tem o charme
Se é um poema não me fala de algo alheio
Ele é eu no meio...
Leonardo Mesquita
Concha
Lá longe não se sabe onde
A ideia pega salga e sopra
Vem rolando o manto azul
Num vai e vem e alguém
num barco pesca
Passa e deixa
Segue o manto que banha tudo
Sobe e baixa
Cheio de peixes lá no fundo
Olha o tanto que dá pra escutar
Será concha será letra será
O uuuuuh do vento
E o sentimento na areia
Sai no banho não sai não sai a palavra mar
Vem o manto banhado tudo
E o som no último verso a quebrar
Leonardo Mesquita
Dos animais o jabuti é um bem poeta
ele não tem pressa em sua natureza
e isso lo completa; o poeta chegara na palavra certa, a natureza das letras sem pressa sem pressa
já o poema já o jabuti
o poeta e a meta...
e o leitor é quem completa
Um poema bom mesmo
não fica na frase
cai na boca, se prende na mente
freia a gente
reaviva marcas, tem a bala de prata...
nisso a gente se amarra
se armar e, atirar na calma
sem perder o alvo
com a palavra certa
parar o leitor no poema da gente...
Um rio tem curso e não diploma
um poema, mesmo, tem discurso
para, só, emocionar não funciona
tem o ponto da surpresa
a força do pensamento e a
claridade da beleza
os braços do argumento
e pontos profundos
tem o peixe para o anzol do outro
e um banho de dopamina
o ah! ah! ah! de raciocínio
no decorrer do discurso
derrubando barreiras
tirando a palavra poema
do preço de peixes baratos
e vendendo-a ao valor do mar aberto
esperto é o pescador
que um peixe esperado assim
morda a isca
Leonardo Mesquita
Sabe aqueles donos irresponsáveis
— "pode entrar ele não morde" ai: au-au — aí cachorro — "ele mordeu"; assim é o dono da fofoca pode entrar...
Leonardo Mesquita
O poeta acompanha umas coisas que não são apenas pensamentos; é o tempo com significando, como o ouvido pendurado na conversa às nove e quarenta e cinco da manhã...
Leonardo Mesquita
Antes da LEI
Jó viveu muito antes da "LEI"! NÃO ERA DESCENDENTE de Abraão. Ele foi salvo não pelas obras Da LEI, mas pela fé em no redentor Jesus Cristo, que havia ainda de vir! "Eu Sei que o meu redentor vive, por fim, se vai levantar na terra... Depois de consumida minha a carne... Eu ainda o verei"!
Como Abraão antes da LEI foi salvo pela fé, para sim fazer boas obras, assim como Ló, também Jó foi salvo, do mesmo modo! E é muito possível que nem fosse circuncidado! De onde ascendia Jó? Como Abraão era descendente de Arfaxade, de sem, de Heber. Jó era descendente de um sobrinho de Abraão. De um filho Naor, irmão de Abraão. Milca mulher de Naor lhe deu filhos. Um dos seus filhos, foi de Uz.
Jó ascende precisamente a Uz, descendente de Naor, irmão de Abraão. Estes dois eram filhos de Terá. Terá terá saído da Suméria de Ur dos caldeus. Veio Terá até Haram, com Sarah, Abraão e Ló também, sobrinho de Abraão, filho de Haran, que morreu em Ur dos caldeus. Tera morreu com a idade 205 anos em Haran. Segundo a interpretação da Bíblia, Naor terá vindo também a Haran. De onde saíram depois Abraão, Sarah e Ló até à terra de Canã.
Jó era uma pessoa justa e temente Deus. Em certo lugar da Bíblia, Deus diz: ninguém foi justo como Noé, Jó e Daniel. Assim antes da LEI, já Jesus Cristo Apóstolo e sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, se manifestava, nas Teofanias e nas profecias. Jó e tantos outros foram salvos, mesmo antes da circuncisão, antes da LEI, pela fé naquele que disse: "Antes de Abraão eu sou!
Se és judeu, pensa nesta verdade!
“O mal, em sua essência, não possui substância própria; é apenas o vazio deixado onde o bem se recusou a habitar. Assim como as trevas não têm existência senão pela retirada da luz, o pecado nasce onde o Espírito se cala e o coração humano se afasta do Eterno. Na política dos céus, até mesmo o silêncio de Deus é justiça, pois onde o bem não governa, o homem constrói seu próprio abismo.”
Há sentimentos que não cabem em palavras. Não por falta de intensidade, mas por excesso de profundidade. São verdades que só entendem aqueles que já atravessaram certos abismos. O resto do mundo talvez nunca alcance essa linguagem.
- Tiago Scheimann
"Não é o mundo que está entrando na igreja é a igreja que está se vestindo como o mundo para não perder os bancos cheios."
Toda expressão artística contemporânea hoje não é mais um mero produto comercial no exercício repetitivo de cores, idéias e formas do belo mas sim uma manifestação sutil, espiritual e um dialogo personalíssimo existencial, complexo e intuitivo entre o artista, o autor e o espectador avido por respostas ou indagações em nosso tempo tão contaminado, com tantas imagens espalhadas e em movimento e de poucas palavras e linguagens, mesmo que visuais e simbólicas.
Se o caminho está difícil parar não vai fazer você chegar mais rápido. Então, erga a cabeça, há beleza a sua volta, aprecie. Encha o coração de fé, redobre a confiança em você e continue. A vida tem um único sentido, pra frente.
Sabe aquela história de que o tempo cura tudo? É mentira. O tempo não cura; ele apenas anestesia a carne para que a gente consiga andar sem mancar tanto.
Foram três anos, quatro meses e dezenove dias. Eu sei a contagem exata porque, no início, cada amanhecer sem o som da sua respiração do meu lado parecia uma pequena cordilheira que eu precisava escalar descalço. O nosso término não teve gritos, pratos quebrados ou traições escandalosas. Foi pior. Foi aquele silêncio resignado de duas pessoas que se amam profundamente, mas que entenderam, no meio do caminho, que as suas rotas futuras não cruzariam o mesmo mapa. Ela precisava partir para buscar os seus sonhos longe; eu precisava continuar aqui, cuidando do meu trabalho simples e das minhas obrigações diárias. Nos abraçamos no portão da antiga estação, o perfume do creme do lindo cabelo crespo dela grudou na minha jaqueta de jeans e, quando ela soltou a minha mão, levou consigo metade do meu oxigênio.
Os primeiros meses foram um borrão de sobrevivência. Eu via o rosto dela no reflexo das poças de água na rua, no letreiro do armazém, no sotaque das canções que tocavam no rádio de pilha. Tentei sair, conversar com outras pessoas, mas qualquer conversa parecia vazia. Eu voltava para a minha casa pequena e o silêncio dos cômodos me socava o estômago. Chorei até a minha garganta queimar, até não sobrar uma lágrima no reservatório da minha alma. Achei, de verdade, que morreria de saudade. Que o meu coração simplesmente pararia de bater por falta de motivo.
Mas a vida é teimosa. Ela continua acontecendo mesmo quando a gente quer que o mundo pare.
Devagar, quase sem perceber, a dor lancinante virou uma pontada crônica. Aprendi a guardar as fotos dela numa caixa de sapatos no fundo da gaveta e, mais tarde, no fundo da mente. Voltei a rir de bobagens na calçada. Voltei a focar na minha rotina, cuidei do jardim na frente de casa, adotei um cachorro vira-lata que me pedia atenção nos dias mais cinzentos. Aprendi a cozinhar para um só, a lavar a louça ouvindo o silêncio, sem achar que isso era uma derrota. Eu superei. Se alguém me perguntar hoje se eu estou bem, a resposta é um sim sincero e calmo. Eu simplesmente juntei os meus cacos e continuei a caminhar, aceitando a minha vida pacata.
Contudo, superar não significa esquecer.
Ontem à noite, uma chuva fina começou a cair e o vento trouxe um cheiro de terra molhada misturado com algo doce. Meu peito deu um nó instantâneo. Não foi uma recaída, foi uma constatação convicta. Eu posso viver mais cinquenta anos, envelhecer nesta mesma casa humilde, conhecer alguém legal e dividir os dias de forma tranquila. Sei que a vida segue e que sou forte o suficiente para ser feliz de novo. Mas ela sempre será o meu grande amor. Aquela cicatriz bonita que a gente olha com carinho, sabendo que foi ali que a vida nos marcou de verdade.
Eu superei o fim, segui em frente e arrumei a minha bagunça com a certeza de quem sabe quem é. Mas uma parte de mim, aquela mais pura e bonita, vai morar para sempre naquele abraço de despedida, congelada no tempo, amando-a em silêncio para todo o sempre.
Entendi que definitivo não significa necessariamente 'para sempre', mas sim a marca eterna que o outro deixa na nossa história. Existem amores e conexões que terminam, mas permanecem guardados nas músicas, nos silêncios e na nossa forma de ver o mundo, pelo que despertaram em nós. Eu guardo tudo isso com carinho. Mas também entendi quem eu sou: eu sou o Big Bang. Sou força que expande, que cria mundos e que se move para a frente, e isso não é ruim — é a minha natureza. Um universo não volta a se contrair depois de se expandir. O ciclo se cumpriu de forma definitiva, e o meu movimento agora é só para o futuro. Obrigada pelo que fomos, e boa caminhada."
Noele Batista
Uma pessoa perfeita não é a que faz tudo certo, é a que dá o máximo de si tentando se tornar uma pessoa melhor a cada dia.
Se dê um tempo, respeite o processo de cura para não machucar quem não tem nada a ver com a tua dor. Às vezes, você sai tão machucado de uma relação que sem querer acaba respingando sangue em qualquer um que se aproxima.
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