De todos os Amores por Mim Vividos Ate hoje

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A vida é um samba de uma nota só, até a tua chegada em contraponto.

A fé que me move não nasceu em templos, mas nas noites em que chorei até não restar voz, foi ali que descobri o Deus que me reconstrói em silêncio, não preciso vê-lo para saber que Ele me sustenta, sinto-o no lugar exato onde a dor tentava me matar.

O sofrimento pode até roubar seu conforto, mas ele te entrega a coragem e a força que só os verdadeiramente fortes possuem.

A vida pode até tentar te enterrar, mas Deus te fará florir do próprio chão que tentou te cobrir.

Vencer não foi destino, foi decisão cotidiana, repeti atos simples até que virassem caráter, agora caminho com a certeza do que plantei.

A vida me testou até o limite e eu descobri que o limite era mentira.

A vida me doeu até eu aprender a sorrir com verdade.

Já desisti tantas vezes que aprendi o gosto amargo do fim, até perceber que, no fundo, eu já havia desistido até de desistir.

Aprendi a agradecer até pelo que não entendi.

Até aqui, minha existência tem sido uma verdadeira odisseia. Sobrevivi a provações que desafiaram os limites do possível, aprendi a domar o ímpeto do coração e a pronunciar um “te amo” somente quando a alma reconheceu a verdade do sentimento. Vivi realizações tão grandiosas que reduziram meus antigos sonhos à mera sombra do que a realidade me concedeu.

Já chorei tentando entender os porquês da vida, até descobrir que a paz mora em confiar nos pra quês de Deus.

Cada lágrima que caiu construiu a ponte que me trouxe até aqui. As pontes feitas de lágrimas ligam o passado ao presente, cada gota virou caminho que trouxe aprendizado.

Perdi a esperança, reencontrei na manhã, a primeira luz trouxe novo ponto de apoio, até a noite mais longa se dobra ao sol, a esperança volta com cada amanhecer.

Fui refém da culpa até o perdão me soltar, perdão abriu a porta da liberdade interna, soltar a culpa foi voltar a caminhar leve, liberdade veio quando deixei de me prender.

Quando o peito pesa, lembra, até a rocha mais dura guarda fendas onde o broto insiste em nascer.

A fé não apaga a dor, mas tinge de esperança o caminho até a cura e dá cor aos dias cinzentos.

Quando as mãos se tocam com ternura, até o tempo aprende a ficar.

Quando tudo naufragou, a fé foi tábua, na escuridão, a fé manteve-me flutuando, segurei nela até ver a margem chegar, a fé foi ponte entre o afogar e o chegar.

Quem ama com coragem constrói abrigo até nas noites sem lua.

Guardamos fantasmas até aprender a oferecer-lhes chá e perdão.