Curta e Grossa

Cerca de 169 curta e Grossa

Não vou falar nada.
Odeio ser grossa e muito espontânea gratuitamente.

Gabi Matias
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Tem gente que é igual pão de forma... é chato, quadrado, casca-grossa, fácil de dobrar e miolo mole... "

Bárbara Coré
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Eu sou a garota dos pulsos cortados,que a sociedae julga como "grossa e explosiva" sou anti-social,fria,pessoas felizes me dão arrepios,não creio mas no amor,pra mim ele é você acaba quebrando a cara ou invenção destas pessoas tolas,eu parei de me importa com quem me fazia mau,agora sou apenas eu e meu fone,eu e minha lamina,eu e minha dor,eu e minha grosseira,eu sou a menina estranha mas não sou fingida,minhas roupas são rasgadas,rosa é uma aberração,por minha mente passa 1001 estupides,quem se importa,se é apenas uma fase eu quero vive-la,eu sou a garota suicida,mas é isto,quem sabe um dia eu descubra o quão sou forte.

Birulinha
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Podem me chamar de orgulhosa, que eu não presto, de grossa de tudo.. querem saber minha opinião sobre isso? To adorando.

Vanessa Pimentel
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Ela é boba, ri de tudo e faz palhaçada. Ela sabe ser seria, fria e grossa. Ela é romântica, sentimental e quando ama é pra valer. Ela se apaixona por sorrisos, gosta de abraços apertados e de andar de mão dada. Ela gosta de gente que a valoriza, gosta de se sentir importante e mais ainda quando é mimada. Ela ama fazer carinho, mexer no cabelo dos outros . Ela é uma garota difícil de lidar, está cada hora de um jeito e é péssima em demonstrar o que sente. Ela se importa, tem medo de perder e sente muito ciúmes. Ela é um doce de menina, mas não a machuque pois esta pode ficar amarga. Ela sou Eu.

Marília Cunha
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QUAL SERÁ O FUTURO POLÍTICO DE PONTA GROSSA?

Se existe algo sobre o qual é difícil emitir um juízo de valor é a perspectiva futura da cidade de Ponta Grossa, que chega a seus 190 anos.
Texto de: Fabio Anibal Goiris*
O que dizer objetivamente sobre uma cidade de quase 200 anos de idade que tem 335.000 habitantes enquanto cidades do mesmo Estado com pouco mais de 70 anos como Londrina com sua região metropolitana já se aproximam de um milhão de habitantes?. Sociólogos, historiadores, antropólogos, cientistas políticos e economistas se debruçam tentando achar uma explicação científica para essa defasagem. Outro exemplo: a renda ‘per capita’ de Ponta Grossa em 2010 era de 19.012 enquanto que a de Maringá no mesmo ano chegou a 23.140.
A pergunta é: o que levou a ocorrer discrepâncias tão significativas? Uma das explicações mais convincentes aponta para o fato de que a infraestrutura econômica (ou base material) que se instalou em Ponta Grossa determinou um atraso na mudança social. Esta infraestrutura econômica incluiu: a) os meios de produção, b) os objetos de trabalho (terras e matérias primas) e c) as relações de produção (claramente de exploração capitalista), que atuaram em conjunto dentro de um sistema escravagista e de servidão. Isto redundou no monopólio privado da terra e na exploração da mão de obra gerando uma massa de miseráveis no campo, que, finalmente, se deslocaram para as regiões empobrecidas e periféricas da cidade. O sistema de Sesmarias (1704-1822) e os processos latifundiários subsequentes (1823-1889) contribuíram enormemente para a materialização daquela infraestrutura.
Por seu lado, a consolidação ideológica e superestrutural desse processo ocorreu mediante a ação facilitadora do próprio Estado oligárquico (e seus Aparelhos Privados de Hegemonia) aliado a ideias conservadoras e patrimonialistas que incluem o positivismo de Augusto Comte, o integralismo de Plínio Salgado, o nazismo, o militarismo e, sobretudo, a clássica cultura política não democrática.
Todo este histórico processo – que inclui aspectos materiais e ideológicos - não se observou em Londrina, em Maringá, em Cascavel e tampouco em Foz do Iguaçu. Ponta Grossa atravessou, pois, numa viagem sui generis, um longo e tortuoso caminho a partir do semi-feudalismo até o surgimento do capitalismo moderno. A cidade de Ponta Grossa viveu 66 anos da sua história sob o penoso regime monárquico; depois conviveu durante 95 anos (a partir de 1889 e até 1984) com uma república de lógica liberal e práxis autoritária, na qual o povo foi sistematicamente mantido à margem de qualquer possibilidade de participação. Somente a partir de 1984 com a Campanha das Diretas, numa forma de Segunda Proclamação da República, conheceu a democracia que permanece até hoje sem rupturas.
O que fazer para compensar este longo e demorado processo que ficou conhecido como ‘modernização conservadora’?. Em primeiro lugar é preciso democratizar a Sociedade Civil: depurar os fenômenos sociais e antropológicos tão atávicos quanto adversos como o patrimonialismo, o utilitarismo e o conservadorismo. Em segundo lugar, melhorar a política social e a política partidária. A política social auferiu nos últimos 10 anos os positivos apoios federais sustentados nas políticas públicas dos governos de Lula e Dilma. A política partidária princesina, por seu lado, afastando-se da visão autoritária da política recebeu a injeção de ânimo do pluralismo ideológico (leia-se vereadores do PT, do PC do B, do PSB, etc) e da inovação política e ideológica representada principalmente por Péricles (PT), os irmãos Sandro Alex e Marcelo Rangel (PPS) e Márcio Pauliki (PDT). Além disso, a recente nomeação de um Secretário de Estado princesino como o Doutor João Carlos Gomes veio mitigar um antigo defeito relacionado às relações políticas da cidade.
Ainda assim: o que mais pode ser feito para desenvolver o progresso da cidade?. A resposta seria: apoiar o grande processo de incorporação de novas indústrias na cidade como a norte-americana Paccar que pretende investir R$ 200 milhões e a Companhia de Bebidas Ambev que ambiciona investir mais de R$ 250 milhões. Mais ainda: o próprio Estado do Paraná parece aderir à ideia de impulsionar novos tempos em Ponta Grossa. Aprovou a Lei de Inovação uma forma de diálogo – até então inexistente - do público com o privado e de realizar a duplicação da BR 376, a ‘Rodovia do Café’, cujo trafego diário chega a 10 mil veículos.
Por fim, de um passado oligárquico profundamente conservador, Ponta Grossa passa por um positivo processo de desconstrução. Esta palavra, expressada por Jacques Derrida, significa uma real transformação a partir de condições de atavismo. Lutando contra os resquícios de uma estrutura social e econômica de tipo verticalista que deixou como herança uma maiúscula desigualdade social, a Sociedade Civil tenta se desvencilhar dos seus fantasmas e reinventar um novo contrato social, de inspiração rousseauniana, que traga uma combinação de democracia na área social e republicanismo na vida política.
http://folhacentrosul.com.br/post-politica/1949/qual-sera-o-futuro-politico-de-ponta-grossa

Fábio Aníbal Goiris
Inserida por Acirdacruzcamargo
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Era aquela menina que ao dia sorria até a barriga doer, e ao ir dormir os olhos incharem de tanto chorar. Era a conselheira incapaz de seguir seus próprios conselhos. Era a que mais amava mesmo sabendo que muita gente a odiava. A grosseira mais meiga do mundo, tentando de tudo para fazer alguém feliz, ainda que isso custasse a sua felicidade.

Creydslanne Dinarte
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Sou grossa, mas também sou meiga;
Sou tímida, mas sou extrovertida;
Não sou nerd ,mas tiro notas boas;
Sei ser antipática; mas também sei perdoar;
Sei ser chata, mas ser legal;
Não me julgue pela aparência, você não me conhecer.
Tenho cara de quem gosta de rock, mas não, não acho graça;
Tenho jeito de homem, mas não, não sou assim;
Pareço ser metida, mas não sou;
Meu jeito te incomoda, mas por quê?
Qual o problema em ser como você ou como os outros?
Me acha estranha, mas sou apenas diferente;
Não me visto igual a você;
Não escuto a mesma musica que você;
Não aos mesmos lugares que você;
Mas sou ser humano, tenho meu gosto, meu estilo;
Então:
Não me julgue pela aparência por favor!!!

karine kelly de Oliveira
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Não gosto de ser chamada de princesa, simplesmente odeio, sou muito pé no chão e ciente da minha realidade. Contos de fadas não me pertencem e não me enche os olhos, e se fosse pra ser um personagem, eu seria o menos fofo, talvez até o vilão. Olha pra mim; não pareço ser delicada, sou taxada de ignorante, de grossa, de fria; já me disseram que eu sou bruta e meio masculina, mas acho que pra ser feminina não preciso ser estérica, andar rebolando, estar no salão toda semana, gostar de rosa, gostar de música de dor de cotovelo(que vocês julgam ser romântica) e usar salto... Uso maquiagem pra tirar foto e no dia a dia estou de cara limpa, não tenho saco pra ficar me maqueando, e antes cara limpa do que sair com meio quilo de maquiagem na cara, com um olhar artificial... não me preocupo com tamanho de cabelo, se tiver que raspar eu raspo, cabelo cresce, tô nem aí! Adoro uma mudança, mas tem que ser radical. Odeio meio termos. Tenho amigo homem que é mais feminino do que eu, seguindo os "critérios" dos que me chamam de masculina...
Mas acima de tudo eu faço o que muita gente não faz. Tomo conta da minha vida, não me meto na vida de ninguém. O pouco tempo que tenho, eu cuido de mim e do que é meu. E por fatores particulares, nem tão cedo eu quero um homem na minha vida, a não ser que ele vá fazer toda diferença. Eu não preciso de metido a macho enchendo o saco, achando que pode me dizer o que fazer. Quero um cara que pense com a cabeça de cima e que seja racional. Se ter bigode é ser homem, vou deixar de depilar o buço pra além de ser a mulher da minha vida, ser o homem da minha vida também.

Larissa Castro Rosa
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Se a nossa vida pudesse ser dividida em quatro partes, sendo elas, egoísmo, vaidade, orgulho e amor, certamente todos escolheriam a quarta parte, mas se disser que ela possui uma casca bem grossa e com muitos caroços em seu interior, enquanto as outras três já estão descascadas e lisas por dentro, certamente a maioria estariam optando por uma das três primeiras, porque as facilidades oferecidas é o grande chamariz para desviá-lo dos caminhos do bem

Jader Amadi
Inserida por Jaderamadi

Não seja tão rude com alguém que te ame tanto que muitas vezes em pranto te ama sem pensar,não seja tão rude e indelicada ao ponto de ser cega e quase irada que esnoba o amor de quem quer te dar

André Almeida
Inserida por decodj

Conheci várias pessoas tentando tampar um vazio que, em mim, sempre existiu. Achei que vivendo com cada uma delas encontraria a certa pra ocupar esse vazio, apostei demais em cada uma delas, confiei e elas foram embora.
Isso já aconteceu tantas vezes que comecei a achar que o problema era comigo. Me machuquei demais e a dor me mudo, comecei a ficar fria, grossa, falando coisas sem pensar.

Amanda Bissi
Inserida por AmandaBissi

Não sou criança que precisa
ser ensinada a viver,
As lições da vida e os sofrimentos
não me amarguraram
e não gosto que me digam como agir.
Já cresci e sei bem o que espero e quero
quero pensar pela minha cabeça,
quero andar com meus passos,
quero ser livre como sou e sempre serei
e cada qual no seu quadrado.
no diz respeito a mim -
SOU EU QUE DECIDO
francamente
eu já vivi bastante e patadas
não conseguem atravessar
minha pele grossa

Irma Jardim
Inserida por IrmaJardim

Não dou liberdade pra qualquer "pessoa" , então pense duas vezes antes de vim com gracinha pro meu lado, sou doce com quem merece e grossa com quem precisa.

Eliene Mendes dos santos.
Inserida por ElieneMendes

O moralismo sempre serve para o outro. Para si mesmo: a vista grossa.

Josie Conti
Inserida por josieconti

Quem ouviu a Rádio Central do Paraná na década de 1970 se apavora com o seu perfil atual. Programação tola e socialmente descartável. O prédio da emissora na Rua 15 de novembro, ao lado da antiga Rádio Vila Velha, está uma vergonha, sujo e abandonado.

Acir da Cruz Camargo
Inserida por Acirdacruzcamargo

Ponta Grossa (PR) é o exemplo de cidade governada por uma classe política perniciosa e cruel. A ela interessa apenas a gordura da cidade e a ostentação dos miseráveis cargos que exercem. Evidentemente não dá para exigir inteligência dos seus políticos (Executivo e Legislativo). Eles não tem condições de interpretar um texto que conste em livro do 2º ano primário. Talvez não sejam responsáveis por esse analfabetismo funcional. Quem percorre as ruas da cidade, exemplifico, Coronél Cláudio, Marina, Rio Branco e Ronda observará que a reportagem da RPC, de ontem, sobre buracos abertos, representam o estado geral de abandono dos municípes, cujo castigo por ter eleito essa praga é merecido. Isso seria resolvido se os burocratas da Prefeitura levantassem o cú dos bancos e andasem duas vezes por dia pela cidade.

Acir da Cruz Camargo
Inserida por Acirdacruzcamargo

Grossa?Além!

Ana Beatriz
Inserida por AnaBeatriz2004

Na sala de Coordenação da Licenciatura em Ciências Biológicas da UEPG, terça-feira passada, um dos Coordenadores do DCE-UEPG discute com a Coordenadora um projeto de Curso pré-vestibular popular para estudantes carentes. É de se emocionar. A iniciativa é das mais significativas. Os estudantes assim, respondem ao povo brasileiro o investimento público em educação. Uma boa universidade se faz no encontro com as necessidades da população brasileira, especialmente aquela esquecida pela escola elitista. A atitude daquele Coordenador do DCE contrasta com as notas absurdas e desconcertadas da ACIPG, as cervejadas de outros e o conteúdismo alienante do ensino brasileiro. 14.10.2017.

Acir da Cruz Camargo
Inserida por Acirdacruzcamargo

Desconfie de quem acha que grosseria é uma qualidade, que "sou grosso (a) mesmo" é lema de vida e que maltratar alguém a troco de nada é personalidade forte.

Thais Quintellas
Inserida por quintellas