Extraia o mal; veja o que sobra de Deus. Se o mal for visto como a 'ausência' de Deus e você o remove, o que sobra é a Plenitude. No entanto, para a consciência humana, a plenitude absoluta sem contraste é indistinguível do 'Nada'. Sem o mal para servir de contraponto, a 'bondade' de Deus deixaria de ser uma escolha ou um atributo moral e passaria a ser apenas a Existência Crua. Sobra o Ser puro, sem adjetivos.
A perfeição sabia o calor exato do fogo, mas jamais pôde se queimar. Ele sabia o que era a paixão mas jamais pôde amar. Ele sabia o sentido mas não podia escolher a direção. Para deixar de ser uma ideia e passar a existir, ele precisou se destruir. E você? Escolheria a perfeição vazia ou a imperfeição que sente?
Não me julgue pelo que você vê. A aparência engana e o que eu mostro é apenas uma pequena parte de quem eu sou. Muitas vezes, o que você enxerga é o que eu permito, mas o que eu sinto é o que me define. Sou feito de cicatrizes que você não vê, de batalhas que venci em silêncio e de uma fé que me mantém de pé quando tudo parece desabar. Não sou perfeito, sou humano. E ser humano é entender que a nossa maior beleza não está no rosto que o espelho reflete, mas na alma que só quem ama consegue enxergar.
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Cada um cria seu próprio universo, e alguns criam o universo de todos.
Extraia o mal do mundo; veja o que sobra de Deus. Sem o contraponto, a 'bondade' deixa de ser escolha e vira apenas Existência Crua. No fim, sobra o Ser puro, sem adjetivos. O absoluto é indistinguível do Nada.
Não busque ser completo; a completude é o fim do movimento.
Acreditar em Deus é tão ilógico quanto negá-Lo. O sábio se move na complexidade, não na resposta.
A Morte da Vida, Ascendendo à Amortalidade.
É ilógico duvidar de tudo, mas mais ilógico ainda é não duvidar de nada.