Coleção pessoal de AutorMisterioso

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Os mais altos gemidos de um coração são os que se ocultam no silêncio de uma agonia.

Autor Misterioso
Tags: amor sofrimento

É justo isso?
Apenas responda-me.
É justo?
Diga-me então tu, dor, uma razão apenas para tua existência e não te questionarei nada mais.
Como posso dar-me por satisfeito?
Sou tão ruim ser assim?
Mereço isso mesmo?
Só diga-me.
Por favor.

Autor Misterioso

Aceito, quando boas, as razões de sua felicidade. Pois da sua, também faz-se a minha.

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O amor que contamina-se por ciúme, perde sua natureza de verdade, revelando-se, às vezes, nunca tendo sido amor.

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Sinto ser um pássaro engaiolado, de pio triste, esperando que se faça a gentil mão da liberdade conceder-me a chance do voo alto, de canção melodiosa.

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A natureza do 'inesquecível' deveria valer-se não a tudo que não se pode, mas para aquilo que realmente não se deve esquecer. Ainda assim, conheço algo de ambos: do que não se deve, nem posso esquecer.

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Não tenho orgulho de muito do que faço, mas tenho apreço por tudo e todos que amo.

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Não situa-se, a questão, no que você aparenta, mas no que você é. Afinal, é meu coração que você inquieta e é sua essência, o que ele mais admira.

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Vivo no que há entre as incontingências do amor e os receios do vício e da tentação.

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Que defesas pude ter eu contra você?
Desarmado por sua visão.
Hipnotizado por seus olhos.
Tranquilizado por seu sorriso.
Calmo por sua voz.
Que podia eu fazer?
Segurei então sua mão.
Levei-a ao meu peito.
Onde ainda pulsava, inteiro, meu pobre coração.
E você, sem nada fazer, o tornou seu.
Em nada pude pensar.
Logo, feito estava.
Nada mais pude falar.
Pois logo comecei, acordado, a sonhar.

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Mesmo agora, desejo muito poder dizer que pesadelos pouco me assustam, que cresci o suficiente para enfrentá-los e mesmo dizer que sou forte contra meus medos. Eu queria. Mas não posso. Em muitas vezes, ainda faço-me criança. Tenho medo dos meus pesadelos. Hoje... Não foi diferente.

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E agora, atormentam-me os sonhos.
Descanso onde repousa a mente já não encontro.
Que forma vil toma meu amor em Domínio de Morfeu.
Não é real.
Não pode ser.
Que não se faça assim meu sofrimento.
Para que não pereça meu ser, nesse, de olhos fechados, terrível lamento.

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Estava escuro.
Muito escuro.
Mãos pútridas erguiam-se do profundo breu.
Impediam meus movimentos.
Silenciavam meus argumentos.
Estava escuro.
Era impossível enxergar.
Eu estava só.
Acorrentado às tentações e desesperos.
Foi quando sua voz então veio.
Trouxe-me de volta à luz.
Afastou-me daquele mal que seduz.
E do tormento, fez-se o alívio.
Sua lembrança e sua voz, fizeram-me lutar.
E aí, veio a vitória.
Pus-me logo a sonhar.
Lá, fui ao seu abraço.
E parei de lamentar.
Para você, senti, eu tinha muito a importar.
E desse sonho, acordei.
Novo dia a raiar.
Amor, jamais esquecerei.
A esperança que você me é.
Aquela que me faz acordar.

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Celestia! Celestia! Eu me enganei! Deixei-me apanhar na escuridão! Quanta dor devo ainda passar?! Quanta dor?! Eu realmente a mereço? Celestia, eu perdi minhas asas. Criei Lumnai para substitui-las, mas nem próximo a ela meus pés podem ir. Quebrei meu coração na esperança de não sofrer e de escuridão os pedaços se cobriram. Ah, Celestia... Ah, Celestia... Por quê? Minhas cicatrizes não mais doem. O que agora dói, é o vazio do meu peito.

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Agora, o silêncio.

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E vi, certa vez, uma rosa enamorar-se por um pássaro. Sim, um pássaro. Mas não qualquer pássaro, digo eu, mas sim uma nobre ave de tom precioso: um verdadeiro cavalheiro dos ares de pio agudo e indômito. Frente a isso, percebi: que rosa maldita e infeliz! Tola! Por que procurar verdadeiro amor em ave livre, quando prendem, para sempre, vossos pés à terra? Por que prestar-se a esse sofrimento, se jamais os pés de seu amado se quer poderão tocar-lhe o caule, cheio de bravos espinhos? Pobre rosa. Rubras eram suas lágrimas, como sangue a verter das pétalas morosas e tristes. Cheguei-lhe para uma difícil pergunta: existe razão para tamanha dor? Para meu espanto, confirmou-me ela que sim, questionando-me se haveria de fato algum impedimento para amar, se nem perante a iminente morte, vê-se tal sentimento acabar. E assim vi: quando falso, traz o amor, a agonia, mas quando real, é ele caminho da sabedoria.

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Guerras não geram lendas, pois da sua natureza gera-se apenas o sofrimento, pois sem importar lados, só há, aos que sobrevivem, razões para chorar e, aos mortos, apenas o silêncio. Sempre o mesmo. Afinal, os mortos serão sempre, para assim, iguais: frutos da insensatez que leva, primeiro, ao túmulo da Paz.

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É a provação cujo quinhão não foi a desistência que obteve êxito como aprendizado.

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É isso que desejo para sempre: o seu sorriso. Não para mim, mas, antes de tudo, para você mesmo, amor, e para todos que o amam.

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Tags: amor felicidade

O mais forte consolo da vida.
A mais sincera dedicação.
O mais caloroso carinho.
Tudo mais.
De menos, só a preocupação.
A preocupação de quem espera.
A preocupação de quem cuida.
A preocupação de quem protege.
E antes de tudo, mãe...
Você é a primeira certeza de se amar.
E mais ainda, de ser amado.
Algo que não só digno é de agradecer.
Sendo muito mais uma das razões de se viver.
Porque sou também uma sua.
Uma razão.
Dessa corajosa mulher de quem sou filho.
Aquela que sempre terá comigo, o eterno e mais verdadeiro sorriso.

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