Charles Chaplin sobre a Danca da Vida
Quando vento eu for, não poderás mais me tocar apenas sentir...
Quando chuva eu for, cairei sobre ti e não mais poderás me segurar...
Então deslizarei em teu corpo tocando suavemente tua pele chegando até o chão...
Onde sumirei na terra, para morrer na mais absoluta solidão...
Vou te contar uma coisa sobre o medo: Ele só te paralisa se você deixar. Ninguém foge apavorado sem querer.
Não dá pra evitar o medo, mas dá pra firmar a tua fé em Jesus de tal forma, que você diga: “Quer saber de um negócio? Tô apavorada. Mas vou fazer o que tenho que fazer, apavorada mesmo.”
O medo é um leão sem dentes, que só ruge e perdeu as forças pra correr. Aí, só machuca quem desiste de correr dele.
O medo pode deixar tuas pernas tremendo, mas nunca poderá impedi-las de caminhar. Pode deixar tua boca seca, mas não pode fechá-la. Pode fazer teu coração disparar, mas nunca poderá impedi-lo de bater.
Enfrentar o medo ou deixar ele te derrubar? Você escolhe.
O mar nasceu
O sol desabou sobre as rochas
Teu sorriso então transpareceu
Em meio a ondas que transpiravam música
Filmes de terror que falam sobre fantasmas só podem variar entre duas possibilidades: os incrivelmente assustadores e os incrivelmente trashs. Ou se executa bem a produção a ponto de fazer o espectador sentir calafrios e não conseguir dormir durante a noite, ou o fracasso da trama é assumido e o público possui livre-arbítrio para gargalhar durante cada uma das cenas mais horrendas (de mal feitas). E os términos, os tocos, os pedidos de tempo e afins dos nossos relacionamentos não são muito diferentes dos filmes de terror.
Aquele “talvez ainda dê certo, talvez eu tenha que me esforçar mais ainda, talvez amanhã a gente acorde diferente, talvez eu ame um pouco mais algum dia, talvez eu não queira me desprender depois de tanto tempo, talvez…” é o que faz com que a maioria conserve um fantasma que também transita entre as duas categorias de terror. Relacionamentos que começam impulsionados num talvez seguem assustadoramente cômodos e são tramas sem pé nem cabeça que acaba se tornando trash pra quem as vive. Os términos e tocos que são evitados com a perspectiva do talvez se orientam pelo medo de viver numa casa abandonada ou pela comodidade que o sofá da sala de cinema a dois inspira. Mal sabem eles que só conversam um fantasma de um sentimento e de um relacionamento mal resolvidos.
É mais original e indolor dizer o famoso “não” de uma vez – e daí você evita que comprem bilhetes para assistir àquele filme ruim que ganhou só duas estrelas da crítica especializada. É mais terrível e dolorosamente assustador assumir que acabou. Porque, se alguém assume, a sensação é como se um tiro à queima roupa fosse desferido de uma vez só bem no meio do cérebro. As conexões são desligadas e cada parte dos fios que ligavam a sua cabeça ao sentimento pela tal pessoa que está bem na sua frente vai sendo rompida. O coração dá aquela alternada entre on e off e esboça aqueles últimos espasmos antes de falhar de vez. Voilá! Morte e sangue fresco nas telas e a plateia chega ao delírio. Tudo bem. Não precisamos ser tão dramáticos assim. Mas o final do filme é claro: você vai se sentir um monstro de primeira classe e achar que o seu ouvinte é uma daquelas clássicas vítimas que não mereciam isso. E vice-versa.
O que nenhuma das partes parece entender claramente é que sentimentos zumbis só existem no plano de ação. Deixá-los semi-mortos é uma bobagem. Você ainda beija, você ainda liga algumas vezes por dia, você ainda anda de mãos dadas, mas ele já morreu faz tempo. Pelo menos pra um de vocês. Ou, como é no início de uma relação: você não sente nada, mas a outra pessoa te adora, faz de tudo por você, é bacana e você não quer ficar sozinho. “Talvez dê certo” e o eco do talvez se projeta pelo resto da relação. A sinceridade e a reflexão sobre o término ou sobre a falta de vontade de levar a frente uma relação com alguém é aquele tiro na cabeça que enterra de vez o zumbi. Só que ninguém quer sujar as mãos com sangue e prefere passar a vida fugindo da visão de um relacionamento já massacrado. E daí, você tem duas opções: ou trancar todas as portas para conseguir dormir durante a noite, ou começar a rir da sua própria trama de horror. E, se você não é fã de filmes do gênero, é melhor tomar cuidado: talvez você esteja preso a um fantasma e ainda não percebeu. Talvez.
os invejosos ficam sempre arrumando um jeito de dar noticia sobre o que estão fazendo, mesmo que lhe custem umas boa pernadas!
QUANDO UMA PESSOA FAZ TAMANHO ESFORÇO DE LHE INFORMAR SOBRE TODOS SEUS PASSOS,SINAL QUE ELA GOSTARIA E PRECISA DOS SEUS APLAUSOS.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as suas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Eu existo, mulher temente, amando a Deus sobre todas as coisas, sendo obediente aos Seus santos desígnios.
As pessoas se preocupam tanto com o que as outras pessoas comentam sobre si, e se esquecem que o jornal de hoje estará embrulhando o peixe de amanhã na feira; e que logo depois, este mesmo jornal, já estará no lixo, e ninguém mais vai ler.
Sobre Minha Pessoa, Que sou e Ninguém Irá Mudar. Faça Seu Próprio Palco porque Oh Meu não Foi Feito Para Ter Auditório....
Diego Oliveira
A dor depôs sobre a fisionomia dessa mulher um véu de tristeza, uma nuvem que não se dissipou se não na idade terrível em que a mulher começa a lamentar os anos passados sem os haver gozado, em que vê suas rosas fanarem, em que os desejos de amor renascem na ânsia de prolongar as últimas esperanças da juventude.
Quando apenas exigimos perfeição nos outros demonstramos que não entendemos nada sobre nós mesmos...
A velha bruxa...
Retratada no seu imaginário.
Sentada sobre uma vassoura voadora, andando aos saltos.
Velha, nariguda e encarquilhada...
Atualmente existem bruxas...
Em grande quantidade.
Entretanto, tornaram-se inofensivas diante de tanta violência das cidades.
Algumas, preferem, a sair na rua, ficar em casa assistindo às novelas, fazendo tricô ou lendo histórias de terror.
As pessoas dizem para termos sempre esperança. Mas quando você fala para alguém sobre sua esperança, elas riem de você, dizendo que você é incapaz, e que seu sonho não vai se realizar. Eu não compreendo isso.
Deslizo pelas rugas dos lençóis,
O lume do dia
Vem brincar sobre o teu corpo.
Olho-te…Espero-te…
Saímos,
Vulgos exploradores,
Com vontade de descobrir recantos
Torná-los nossos.
Naquela loucura infantil
Característica dos amantes.
Conduzida por Ti, sorvo ruelas
Vislumbro varandins a dourar ao sol
Dirigimo-nos ao mar
Sabes sempre,
Adivinhas sempre, onde quero estar!
Sol, areia e salpicos salgados.
Envolto pelas lágrimas marinhas,
Reflectes-te em mil pedaços,
Cada qual com o seu brilho,
A sua cor…
As minhas mãos procuram as tuas,
Querem entrelaçá-las, guardá-las…
Hoje, tenho as tuas gargalhadas,
Diluídas na brisa fresca que teima em brincar com os meus cabelos.
Os raios de sol vêm,
Suavemente,
Despedir-se de nós….
Deslizo pelas rugas dos lençóis
E, acordo d’um dia perfeito
No sonho de uma noite.
CENÁRIO DE DOR
Sobre a mesa uma xícara de café
Algumas flores
E um livro de poesias!
Café frio...
Flores esquecidas
Poesias vazias
Sobre a mesa o resumo de nossas vidas
Sobre a mesa....
Tudo o que fomos e deixamos de ser
Tudo o que demos vida e deixamos morrer
Sobre a mesa...
Uma parte sou eu a outra é você!
Sobre a mesa...
Lembranças difíceis de esquecer.
Passarei por elas a todo instante
Mas não mais tocarei
Apenas as viverei na saudade!
Não se aproxime, estou ferido, tudo o que preciso é ficar sozinho debaixo dessa chuva gelada.Sobre a terra quero descansar eternamente.Não sei quem sou.Fiz tudo o que tinha que ser feito.Não sobrevivi ao furação.Estou de partida.Foi apenas um sonho.
Me agrada o novo e o desconhecido,
me recuso a sucumbir à essa constante inércia que se opõe sobre os fracos.
escolho trilhar os caminhos difíceis, mas meus planos se transformam,
e eu posso chegar por um atalho.
não acredito na ideia de não precisar de nada além de si mesmo,
mas acredito na prioridade de estabelecer uma relação saudável entre você e você mesmo!
sobre tudo o que penso, repenso, e muitas vezes penso errado.
mas o pensar alimenta e o aprender nos mantem vivos.
Sinto o sabor dos aromas, a alegria dos sons e a textura das cores.
gosto do cheiro da chuva e de cavucar os dedos na terra.
dou passos largos sobre o limiar harmônico da efemeridade e a longevidade.
sempre consciente que minhas ações presentes me farão o fruto futuro, de uma ou de outra.
E em verdade afirmo que para comigo não há cobrança alguma a não ser sobre ter ganas de ser feliz!
(Andy Souza)
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