Caminhando pela Vida

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Nas muitas flores a vida se deslumbra,se enfeita em cores.
Espalha e ajunta os olhares da alma,que tem extrema necessidade em mergulhar e se render as sutilezas.

Se não consegues ver a boniteza que a vida lhe propõe... vire a página e tenha a certeza que a VIDA irá te surpreender!

A cada tecla que um piano tocava, era como se a vida fosse refletida através de um espelho belo e robusto, com sentimentos a cada partitura da música tocada do jeito que é o pianista se via, seja com amor, ódio, sofrimento, solidão, punição ou todos eles juntos ou dois de cada mas, aquele som que era exposto através dos meus ouvidos me diziam exatamente o que ele se passava, a música tocada por cada pianista são como as pessoas cada um com um sentimento diferente para mostrar, uns queriam que aquele som passasse de coração em coração, ou que vissem seu sofrimento, eles querem que ressoe tudo aquilo que eles têm, nunca imaginei um pianista com depressão mas, quem poderia imaginar que ele tocaria as melhores músicas e que chegaria até min com suas belas cores, como uma paleta de 24 cores, que eu iria me indentificar com aquele belo e lindo som de cada partitura, de cada música o mundo é realmente cheio de surpresas...

"Uma flecha só pode ser lançada se for puxada pra trás. Então, quando a vida te puxa pra trás, com dificuldades, significa que vai te lançar para algo grande. Apenas mantenha o foco e continue mirando."

Viva a vida sendo movida pela vontade de vencer seus desafios.

Várias pessoas vão cruzar seu caminho nesta vida...
Há quem venha para ficar e transformar.
Há quem venha somente por uma temporada, para te ensinar, partir e nunca mais voltar.

ೋ ✿ • ♡ • Simplicidade para os nossos dias pois a vida já é complicada demais ! Que a gente saiba enxergar os detalhes lindos com mais leveza , mais harmonia e mais amor ! ೋ ✿ • ♡ •

Eu irei olhar para o céu todas as noites da minha vida, só pra relembrar do tempo que tivemos, e de tudo que fizemos, só para saber que aquilo não foi apenas um sonho foi algo real ou pelo menos real para mim. Então cá estou olhando esse céu com apenas uma estrela e essa estrela não é você, sou eu!

EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA
Problemas existenciais são próprios da humanidade. No entanto, o movimento filosófico existencialista, que fez emergir filosofia(s) do existencialismo, só ocorreu após a Segunda Guerra Mundial (1945) porque a Europa se encontrava no caos, com todos perplexos e descrentes dos tradicionais valores burgueses, com necessidade de superar esses valores através de um novo estilo de vida, que ficou caracterizado, de forma arbitrária, como “existencialista”, sendo, portanto, caricaturado pela aparência descuidada e não higiênica; pelos cabelos desalinhados; pela oposição ao moralismo, às normas sociais, à demagogia; pela exibição de um modo de vida sombrio, amargo, melancólico, entre outros adjetivos similares. O movimento hippie foi considerado um dos exemplos do estilo de vida existencialista, da filosofia existencialista defendida por Jean-Paul Sartre, que foi criticado inclusive por brasileiros ilustres, como Tristão de Athayde, e católicos que acreditavam que esta corrente de pensamento ameaçava a fé cristã.
Nos anos sessenta e na primeira metade dos anos setenta conheci este estilo de vida, aproximei-me um pouco dele, mas como não deixei completamente de lado as tradições burguesas, porque embora tenha continuado trabalhando para sobreviver e estudando, acreditava que através do diploma teria uma vida melhor, quer dizer, uma vida burguesa ou uma vida de burguesa.
É verdade! Com o tão sonhado diploma, com letra maiúscula, tive acesso a concurso público, horários definidos verticalmente e salário bem razoável para quem pensava que era livre. As consequências: um estilo de vida próximo do burguês, com direito a carro zero, apartamento alugado porém mobiliado, viagens e lazer. Esse “estilo” ficou mais “certinho” com os valores embutidos no casamento, no nascimento e acompanhamento dos filhos e, especialmente, no tipo de trabalho que fazia: cuidar de gente. Não deixou de ser um “enquadramento” no estilo “normal” da classe média brasileira. Com isto, adeus ou até breve àquela filosofia, vã filosofia.
Mas, lá no “fundo” do meu ser, na sua essência, aquele que ficou para trás era o meu mundo, especialmente pela liberdade que ele proporcionava tanto no meu imaginário quanto no concreto da minha existência.
O tempo passou, e muito, mas o existencialismo continuou “passeando” no meu imaginário e no meu cotidiano pois tudo que vivia obviamente tinha a ver com existência, com a minha existência, com a existência de outras pessoas, de todas as pessoas! Ainda hoje, na solidão em que vivo, me “pego”, às vezes, pensando/falando que gosto de conversar sobre assuntos existenciais, aqueles que tratam da existência humana, do que mostramos na vida afora, e da sua contraparte, a essência, aquilo que é, do jeito que é. Fico a pensar: a essência é a essência. Dificilmente a perdemos por completo mesmo quando desviamos, como foi o meu caso, do caminho que eu vinha construindo desde criança: um caminho cujas fronteiras eram ilimitadas.
Nesse período da minha vida, eu já sabia que cada um tem a sua vida, o seu caminho, a sua existência e a sua essência. Lutei pelo meu do jeito que foi possível! Ainda adolescente, mesmo contra as ideias do meu pai de que uma garota deveria aprender “prendas domésticas”, saí de uma cidade do interior da Bahia e fui fazer o segundo grau (atual ensino médio) na Capital (Salvador). Assim, antes mesmo de ouvir falar em Kierkegaard, já sabia/sentia que havia vários tipos de existencialismo sem mesmo saber o que este termo significava. Muito mais tarde, só no mestrado e, principalmente, no doutorado, fiquei conhecendo o pensamento de alguns filósofos e deste que confirmou para mim que há sim diferentes tipos de existencialismo uma vez que cada pessoa tem uma visão individual das questões humanas, que cada ser humano tem uma experiência singular de vida.
Do segundo grau à vida como docente universitária, estive engajada em movimentos sociais-políticos, de modo que o coletivo superou o individual mas, por sorte, não perdi este de vista embora o tenha minimizado, quem sabe, o esquecido num canto pois esta é uma questão ainda não resolvida. Aliás, são tantas as questões não resolvidas: de onde vim? Para onde vou? O que tenho feito e o que está por fazer? Por que isto ou aquilo não deu certo? Existe certo e/ou errado? Qual o sentido da minha existência? Por que tamanha insatisfação/inquietude? Tantas e tantas outras... A solidão contribui, e muito, para a emergência de questionamentos desta natureza. Será/seria uma herança do modo de vida na infância e na adolescência, como aconteceu com Kierkegaard?
Quando mais jovem era mais presa à objetividade, chegando, inclusive, a me debruçar sobre filósofos materialistas. Talvez porque fosse mais fácil me apropriar do concreto ou me desapegar dele. Quem sabe não ter sido essa a opção para fugir da subjetividade, ou melhor, da realidade? Realidade versus subjetividade? Subjetividade versus realidade? Complexo demais para mim!
Sempre há uma saída mas a que encontrei para chegar à compreensão, mesmo tênue, da subjetividade, foi por demais dolorida, decorrente de muitas perdas imateriais. Mas era preciso acreditar no que não se vê! Eu tinha/tenho necessidade de Encontrá-lo. Primeiro, é preciso ter a fé que tudo suplanta e que se encontra acima da razão mesmo que esta continue orientando algumas das minhas/nossas ações. Fiz uma longa peregrinação em busca desta fé. Caminhei por montanhas, vales, atravessei riachos, conheci pessoas de fé, vivi momentos de fé, mas não sei, ainda, se sou uma mulher de fé. Só sei que ter fé, ser um homem ou uma mulher de fé, não é fácil! Continuo procurando esta fé em toda parte: fora e dentro do meu eu mas quando e como saberei que a encontrei? A subjetividade traz questões que só a fé é capaz de resolver. No entanto, como isto é possível já que a fé é subjetiva? Olhe eu de novo me encontrando com Kierkegaard, para quem a fé é a maior paixão do homem, para quem Deus é a única fonte capaz de tornar o homem plenamente realizado.
É, para quem não tem “certezas” como eu e que sente uma necessidade imensa de encontrar a fé que tudo suplanta, só resta continuar caminhando, vivendo a existência, experimentando a sua essência, a minha essência, a essência humana.
COMENTÁRIOS SOBRE O TEXTO EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA (De Marina Lemos para Delva Brito)
Adorei o texto!
Fazer uma autobiografia é uma forma de se conhecer melhor e, a partir daí, tomar consciência de algumas coisas...
Muito legal!
Acredito que não vamos em busca da nossa essência. Ela se apresenta a cada momento. Então, tento buscar a consciência de mim, do que estou sentindo a cada momento, independente do outro ou do ambiente (apesar de sabermos que é impossível não sermos influenciados pelo ambiente), ver o que me faz bem, e, a partir daí, fazer as minhas escolhas de modo que me aproxime do meu ser naquele momento. Assim, sou feliz a cada momento, e, em outros em que não consigo, aprendo com os erros. Faço o que me faz bem.
O existencialismo coloca que somos responsáveis pelas nossas escolhas, a cada momento, mesmo que aconteçam tragédias, pois o que decidimos e o que fazemos com o que acontece conosco também é uma escolha. Daí, a importância de estarmos conscientes, a cada momento, para fazermos escolhas conscientes. Há uma frase bem legal no âmbito da Gestalt-terapia: não importa o que acontece com a gente e sim o que fazemos com o que acontece com a gente.
Acho que você não se perdeu no meio de sua vida mas que está em processo de evolução, como qualquer ser humano. É apenas um caminho, um processo de crescimento. Temos sempre a impressão de que não éramos nós naquele momento ou que não estávamos livres naquele momento! São apenas momentos, somos nós a cada momento, expressamos nosso ser diferente a cada momento, talvez por isto não nos reconheçamos, muitas vezes, no passado. Hoje, temos consciência diferente, mais maturidade, e achamos que, no passado, éramos diferentes! Somos nós a cada momento.
Acho que a fé também não se busca. Está em nós. Precisamos nos conectar com ela. Acho que o contato com a fé é muito individual. O que é fé para mim não é para outra pessoa! Primeiro, é preciso perguntar o que penso da fé e, depois, como eu, na minha maneira de ser, me sinto melhor ao me conectar com ela (por exemplo, quando fico na natureza sinto-me mais perto da harmonia e da boa energia; quando pinto, medito...). Com angústia, insatisfação, ansiedade, com estes sentimentos, deve ser difícil! A primeira coisa é harmonia, tranquilidade e paz. Acho que só a encontramos quando perdoamos e aceitamos (não de forma cômoda). Então: aceitar, perdoar e liberar!
EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA
(Por Delva Brito para Marina Alves Lemos)
Gostei muito dos seus comentários, especialmente por ser uma psicóloga, especialista em Gestalt-terapia, que está conectada com o existencialismo.
No entanto, gostaria que (re)visitasse como trato fé, não qualquer fé mas aquela que tudo suplanta e que abordo em outro texto, “Aprofundando a fé no Caminho de Santiago de Compostela”.
Quanto à questão “essência versus existência”, concordo que a essência é a essência. Ela está lá. Mesmo que ocorram muitas mudanças profundas numa vida, ela está lá podendo vir à tona ou não...
Você é ainda muito jovem mas sei que me compreende e que, assim como eu, escreve o que sente, o que emerge do coração. No entanto, lembro os cuidados com interpretações. Já até falamos sobre os “perigos” de interpretar o “outro”. Cada interpretação é uma interpretação e interpretar o interpretado é, ainda, mais complexo. A realidade é mais dinâmica do que a nossa capacidade de interpretá-la. O que se escreve agora, quando lido no futuro, é passado!
Continuo colocando no papel outros sentimentos/pensamentos. Ah! Quanto atraso! Depois, no computador com direito a micro, monitor, teclado, mouse, som, impressora separada de scaner, internet fixa. Que horror! Ah! Quebrou quase tudo ou tudo! Graças ao “salitre”. Que bom! Era “pesado” demais para quem vive p´rá lá e p´rá cá, às vezes levada pelo vento ou “empurrada” pois, com carro velho, embora não seja vermelho, isto é bem merecido para quem se arrisca tanto como eu. Existência? Essência? Estão aí...
Na existência é assim mesmo. Veja: agora, tudo um pouco mais moderno: note book, face book, msn etc. Bem mais fácil para socializar o que se escreve mesmo sabendo que a escrita é estática. Nela, o diálogo fica complicado. Restam sempre questões pendentes que, algumas vezes, são reveladas por escrito desde que se tenha a paciência necessária para esperar o retorno de respostas ou de novas questões, como o que aconteceu entre nós, nesta comunicação.
Minha filha querida, minha “pupila”, se assim posso chamá-la, valeu mesmo!
Contudo, quando diz que para a Gestalt-terapia: “não importa o que acontece com a gente e sim o que fazemos do que acontece com a gente”, quero apenas sugerir que não deixe o autor anônimo pois sei que sabe que esta “filosofia” se origina em Nietzsche: biografia de uma tragédia - “[...] A primeira natureza é aquilo que fizeram conosco, o que nos foi imposto e o que encontramos em nós mesmos e ao redor de nós [...] A segunda natureza é o que fazemos com isso tudo.”
________Notas escritas entre 2010 e 2011.

O bom da vida é para o cavalo, que vê capim e come.

Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

Lei da vida: As coisas mais incríveis acontecem quando você menos espera.

Obrigado Deus por mais um dia de vida e trabalho!
Agradeço por tudo que tens me feito como são maravilhosas as bênçãos que me dá. Agradeço por Jesus Nosso Salvador, Maria Nossa Mãe Santíssima e nosso Anjo da Guarda. Obrigado por Sua imensa bondade e misericórdia para conosco. Amém!

Vida-
Eu sou de ambas as suas direções
De alguma forma permanecendo de cabeça para baixo
na maior parte
mas forte como uma teia de aranha no vento-
eu exito mais como a geada fria e cintilante.
mas os meus raios borbulhantes tem as cores que vi nas pinturas-ah vida
eles traíram voce

Palavras Mal-ditas!

Muita gente diz que todo mundo deve ter uma segunda oportunidade na vida, já eu acho que aparecem várias na vida de todos, e raras são as pessoas que sabem aproveitar.
Tem gente que diz que oportunidade se cria e tem gente que diz que oportunidade aparece só uma vez. Bom, eu acho que oportunidade é quando a gente faz acontecer, é quando a gente faz dar certo. Pra mim diálogo é a fonte da maioria dos relacionamentos, seja ele qual for. Mas não é todo mundo que sabe dialogar, e olhe que tem que saber viu? Tem gente que fala e não quer ouvir, tem gente que não conversa,briga, tem gente que mesmo concordando não dar o braço a torcer e tem gente que nem conversar quer e tem gente que machuca e muito com palavras, e por isso já ser de sua natureza nunca percebem isso, muitas vezes nem percebem as palavras que lhes foram pronunciadas.
Tem gente que não sabe se expressar ou muito menos dialogar por falta de hábito, e cá entre nós é impossível conviver com uma pessoa assim! Muitas vezes palavras que são mal-ditas, ficam para nós mal interpretadas e por isso nós ficamos péssimas. É todo um conjunto, e muitas vezes isso nos incomoda por tempos!
Incógnitas são pessoas que não deixam transparecer aquilo que sentem, ou são pessoas que não sabem conversar e por isso serão para sempre um mistério.
Existem pessoas que serão para sempre assim, alienadas e que não sabem sentar numa mesa para conversar, pessoas que no mínimo tem medo da verdade, ou não sabem encará-la e por fim acham que um belo copo de shoop resolve tudo isso. Resolve sim, por uma noite apenas.
Amadurecimento não é para aqueles que já são velhos não, amadurecimento é saber levar um relacionamento seja ele qual for a sério, é saber lidar com a vida, é saber usar seus princípios como lema de vida, é saber que educação é tratar o outro como você quer ser tratado. E isso meu amigo, não se compra, isso vem da essência de cada um.
Saiba que você esta por você e mais ninguém está. Saiba que nada na vida vai fazer você mudar se não você mesmo, saiba que viver não é apenas uma aventura é também construir dignidade, saiba que existem pessoas que se interessam por você as vezes mais do que você mesmo e saiba que você pode se reconstruir a cada dia que se passa, e que todos os dias aparece uma nova oportunidade, basta você saber enxergar.

A lei da vida é simples: quem não quis quando podia, não vai poder quando quiser.

Pense positivo você vai superar todos os obstáculos que irão aparecer na sua vida. Acredite em você mesmo e torne um vencedor.

A vida sempre nos mostra, cedo ou tarde, o que a nossa intuição tentou nos avisar. Somos sempre avisados, basta que tenhamos sensibilidade para ouvirmos os avisos.

Somente aqueles que têm acesso a Deus, e que vivem uma vida santa, é que são seus genuínos servos.

A beleza da vida é um ser humano que vive dentro de você e de mim porisso eu sou o seu melhor amigo (a)

A vida é escrota, aleatória e arbitrária, até que se encontre alguém que faça tudo isso fazer sentido, mesmo que apenas temporariamente.