Bom Mesmo e Ir a Luta Charles Chaplin

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"Dinheiro: muito bom! mas... é preciso ter paz no coração! E ter Paz... só com Deus!!"






Otávio ABernardes






Gyn, 31 de janeiro de 2026.

​"Não há prejuízo em ser bom; o único saldo negativo na vida é o do cinismo."

“Seja bom
Sem motivo.”

Não confunda "foi bom" com "é bom". O "foi bom" te deixa aprisionado em um tempo que já passou e que provavelmente não volte mais. Deixe o "foi bom" e todas as memórias que ele evoca no passado e feche ciclos sem medo.

A Fé ainda funciona, O jogo sempre muda, e Deus, ah ele é Bom em todo Tempo.

"Ao procurar o lado bom dos acontecimentos, a vida vai ganhando mais cores."

É muito bom cada um ter a capacidade para cuidar e se preocupar com a própria vida... até porquê, a do outro, é alheia.

A vigilância só é boa quando o vigilante é bom

Performance de normalidade: dou bom dia, sorrio no tempo certo e respondo com polidez, enquanto por dentro, tudo desaba em silêncio.

Hoje, um “bom dia” soa quase herético, a gentileza desperta olhares desconfiados, o afeto provoca incômodo. Chegamos ao ponto em que ser humano é resistência, e a ternura, um ato de coragem.

Aprendi a excelência do fracasso, tornei-me especialista em não ser bom em absolutamente nada.

Bom dia,
Bom trabalho,
Bons estudos e
Longa vida com muita saúde
Pra nós!

“Ninguém é tão mau que mereça zero, e tão bom que mereça dez”

A vida fornece duas escolas: uma que é má para o bem e outra que é bom para o prejuízo.

Contrariando os Males, Preservando a Própria Essência

Que o lado bom da tua essência seja preservado; que a tua autenticidade seja mantida; que a tua felicidade não se perca; que o teu ânimo se fortaleça em cada pequena conquista; que o amor que habita o teu coração permaneça. Não importa o quanto tenha sido machucado, feridas com o tempo cicatrizam e são marcas da tua resistência; logo, de fato, não devem ser esquecidas.

As mudanças depois das decepções sofridas são inevitáveis, mas é evidente que algumas são necessárias e não precisam ser negativas — pelo menos, não tanto —, já que tudo pode servir de aprendizado. Um dos melhores atos de revolta ou rebeldia que podes cometer é contrariar os danos ao ressignificá-los em algo proveitoso, frustrando as expectativas dos que anseiam por teu desânimo.

Enquanto o que há de melhor no teu universo resistir, continuarás seguindo o teu rumo; não te perderás em ti, e se Deus permitir, o fracasso não sairá vitorioso; os males serão contrariados; a tua maturidade ficará mais encorpada — parte da tua resiliência. Então, que o teu sorriso apareça até nos dias nublados e nas noites escuras: a iluminação de um raio de sol entre as nuvens ou de uma estrela dentre uma grande constelação.

O bom na vida é quando os vícios morrem primeiro do que o ser humano.

Que tudo o que transborda de bom em mim alcance a todos: os que me querem bem e os que não me querem, também.

Na escola da vida ninguém consegue ser um bom professor se também não for um bom aluno.

⁠Bom era quando clamávamos para chover só para dançar na chuva, não para chorar escondido.

Às vezes,
é bom nos permitir temer os que temem desbravar a nossa Casca de Proteção.


Porque há algo muito inquietante em quem recua diante da simples suspeição da profundidade alheia.


Não pelo medo em si — afinal, temer é humano — mas pela escolha de permanecer na superfície, onde nada exige entrega, onde tudo é seguro demais para ser verdadeiro.


Quem teme atravessar a casca do outro, muitas vezes também evita confrontar a própria.


Nossa proteção não nasce por acaso…


Ela é feita de silêncios acumulados, de experiências que nos ensinaram a medir palavras, de afetos que não vieram quando deveriam.


Não é apenas defesa: é memória estruturada.


E desbravá-la exige muito mais do que curiosidade — exige coragem, cuidado e, sobretudo, disposição para lidar com o que pode não ser tão simples.


Por isso, há um certo risco em quem não ousa ir além.


Não porque sejam perigosos em essência, mas porque podem tentar transformar o outro em algo raso, reduzido, confortável demais para caber na própria limitação.


E ser reduzido é, de certa forma, uma violência muito sutil: é ter sua complexidade ignorada em nome da conveniência.


Temer essas pessoas, então, não é fraqueza.


É um instinto que nos lembra do valor daquilo que guardamos.


É reconhecer que nem todos estão prontos para acessar o que há de mais sensível — e que isso não diminui o que somos, apenas revela onde não devemos insistir.


No fim, permitir-se esse temor é também um gesto de respeito consigo mesmo.


Porque nem toda presença merece travessia, e nem todo olhar está preparado para enxergar além da superfície.


E tudo bem.


Há profundidades que não foram feitas para qualquer um alcançar.⁠