Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)

Encontrados 23 pensamentos de Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)

(Uma dose da minha "vã" filosofia)...A vantagem clara de, as vezes, seguir a passos de formiga é que, com certeza passamos a conhecer melhor a estrada da vida que se passássemos como ligeiras lebres...

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Não me agrada a zona de conforto... Hoje mesmo, me vi confortável e logo inventei um problema para resolver ! É sempre bom ter uma causa para lutar ! é imprescindível ter uma causa para lutar!

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Acordo na orla,
É hora,
Que horas são?
Oh não,
Botas de cimento,
Bota fé?
É,
A maré está subindo,
Água no pescoço,
Hei moço,
Um osso me diz,
"Não te ouço"
Como pode?
Água na boca,
Não é fome nem desejo,
Suplico, suspiro borbulhas,
Uma mão, quero ar,
Ah,
A água me cobre,
E o que sobra?
A sombra?
Nem ela,
Suplico Respiro,
Pela última vez, talvez,
Eh,
Chegou minha vez,
Oh não,
Botas de cimento,
Bota fé?
É.

Renato Broz

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Outra volta... Outrora ida, quando a Vida morde a gente, tudo vira tédio e a gente lambe a ferida...

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Danço em meio ao fogo, e o que me importa é apenas a beleza das chamas....

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Capacho, carapixo,
Laço fraco, nada fixo,
Pouca sorte a sua, eu acho,
Pensa que felicidade dá em cacho?
Curta sua felicidade efemera,
Enquanto com minúcia construo meu castelo,
Onde nada é quimera,
Lá eu e vc estamos sem elo.

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Com voce consigo, aconchego conciso, confesso convicto, sinto seu coração...
Evito o evidente, mas estar na sua frente sou teu sim, ou teu não...
Estranha sinergia, que me faz marujo sem cais, seu poeta sabujo, nada mais...
Se ainda vives de lembranças, acá vê esperança, em meio aos meus devaneios será sempre poesia e não poeira, seras dona e não rosa na redoma...
Embarque em minha nau para navegar nessas linhas infinitas, entender meus sentimentos, e ser minha inspiração...

Embarque...

Renato Broz

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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A Trupe, e toda a sua orbe vai tocando a vida,
Mas nem deslembra, nem olvida,
Dos prazeres e amores dessa lida,
Das paixoes poéticas e proibidas,
Prometo, profiro, .. sem dúvida, uma dívida...

Sentirá meus olhos em vc, mesmo distraída,
Compartilhará, seu vício, meu ócio,
Terás respostas às suas verdades e insanidades,
Eterno auspício, presságio, prenúncio,
Será Ana, será nome, será fome, será insana,
Será voce.. será eu.

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Sou o Engenheiro Agrônomo que cuidará do seu jardim, e da mais bela flor que é você!
Semearei e cultivarei a semente do amor no seu coração... Pois só assim poderei colher o mais valioso e sadio dos frutos que é o seu amor eterno....
Darei toda assistência técnica, amorosa, sentimental e social para que nunca perca sua preferência para minha concorrência....
Farei o planejamento e a administração da nossa vida, transformarei e conservarei todo sentimento em derivados da paixão...
Farei o manejo de nossos "tempos ruins" afim de potencializar nossos momentos bons...
Farei a irrigação do seu coração com o mais poderoso dos fertilizantes, "Meu Amor", e farei a drenagem das minhas imperfeições, fazendo por meio de um melhoramento genético que tudo que venha de nós seja da melhor qualidade...
Renato Broz Lugo Cervantes

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Tão longe, ainda te sinto, cintilante luz,
Suas palavras são músicas, versos que contém vida,
Vida minha, sublime presença, um pouco de voce,
Palavras que fazem a brisa queimar, resplendor convincente,
Entusiasta, ardorosa, uma rosa...

É bom te querer bem, sentir esse alguém,
Que mesmo distante, edificante se faz,
Vejo-a frágil porém não breve, paixão prazerosa,
Dom puro das palavras, amor Fulgaz...

Se ajusta ou assusta, quer meu bem,
E a resposta vem do além, de imediato,
Pois nem tudo é frio no inverno,
Palavras que alimentam nosso calor eterno...

E não somente palavras....

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Vagalume

Cada dia num canto,
Ouço o canto claro dessa fantástica fantasia,
E é este encanto que faz valer a cada conto, cada encontro, cada quina, cada cume, cada caco, cada lume,
Vagalume...
Vagalume levo a luz pela lua e pela noite a fora,
Afloro num desfecho elegante a certeza de deixar por onde passo um sorriso, e é isso,
Assim vago, erguendo egos, acrescentando em cada vida uma peça de "lego",
E a cada légua uma peça de mim,
Simples e puro assim,
Um carinho de querubim,
Um agrado, uma palavra ou um breve poema onde a estrada é o tema.

Renato Broz

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Quem sabe. !?

Quem sabe um voltasse, quem sabe o outro já nem estivesse mais ali, quem sabe um quisesse reviver tudo, quem sabe o outro nem viva mais um segundo, quem sabe um ligasse na madrugada para dizer palavras de amor nunca ditas, quem sabe o outro estivesse embaixo dos lençóis vivendo outro amor, quem sabe um admitisse o erro, quem sabe o outro acertasse na loteria, quem sabe um percebesse que ali estava a felicidade, quem sabe o outro fosse tomado por uma depressão, quem sabe agora fosse o momento certo de marcar o gol, quem sabe o outro nunca quisesse terminar o que quase começou, quem sabe um acredite, quem sabe outro não se importe, quem sabe seja essa a hora, quem sabe um saiba, quem saiba o outro tenha certeza! Quem sabe? Quem sabe quem? Quem sabe agora? Quem sabe quando? Quem sabe?

Quem sabe um dia...

Quem sabe um dia....

Quem sabe um dia eu saiba realmente poder ver com outros olhos essa vida...
Pois no meu mundo, tudo é mais simples....
Posso acender uma vela,
Posso gostar da remela,
mas quem um dia conheceu a beleza dos olhos nao se contenta com mazela....

Renato Broz

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Meu desenvolvimento mental e espiritual é bom, no que diz respeito à paranormalidade. Eu ainda não consigo controlar meus poderes mentais, mas não resta a menor dúvida de que eles existem na minha mente, e estão prontos para se expandirem. Pratico algum tipo de exercício mental voltado para o desenvolvimento desses poderes e eu alcançararei muitos êxitos na vida e poderei ser muito útil à humanidade.

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Vida rouca, outra ida, despedida,
Lida leve, vida vévi,
Se cuida.... como eu nao me cuido,
que eu vivo,
Como der ou como posso,
Mas como posso?
Vivendo no Osso, nos destroços,
De uma vida antes viva agora véu,
Véu preto, Luto !!
Mas nao deixo de lutar,
De olhar o luar, imaginar, sonhar...
E há de melhorar,
Um dia,
Manhã branda, fogo intenso,
TUDO eh tenso !
Penso,
E isso basta, antes que troque de casca,
Canto e escrevo nesse inverno,
Curto esse frio eterno,
Nessa vida linda e curta,
A qual eu curto e quase surto !

]Renato Broz

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Julgavivamento Final

É dia,
Soa ditame
Como uma cilada, insídia
Insinua a mentira e me atira
Alfineta, crucifica
Costura a ilusão com pontos fracos, frouxos,
Menospreza e causa dor,
Abusa do meu penddor,
Da minha tristeza,
Minha fraqueza...
Oh falácia...
Se tu escutasse o que digo,
Teria riso e eu abrigo
Mas transformas amor em amuo
Mirando apenas seu umbigo.

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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"Paródia de si mesmo"

Eu me amo, e emano,
Uma natural atração, maçã mordida,
Deixo claro que sou feliz com minha vida,
E tudo parece entrar e sair dela sem esforço,
Mas ainda torço,
Mesmo sem ter diretriz, magoas ou cicatriz....
Cativo... é assim que vivo !!!
Cada instante, cada flagrante,
Cada olho, cada olhar, cada brilho faz fascinar,
Tudo é maravilhoso...
Pois sou indizível, e me amo !!!
Seja assim, seja você,
Deixe os padrões do sistema de fora,
Seja o seu proprio padrão,
Seja perfeito pra vc,
Dê mais importancia aos passos que vc deu em sua propria direção,
Imoral é desistir de si mesmo, Construa espectativas,
Acredite, Confie, Liberte-se e lembre-se do passado....
Ou aceite ser tachado,
E eternamente ser marcado a repetir esse erro !

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Bode expiatório!!

Elimine seu preconceito. !!!
Não quero ser punido pelos vicios de toda uma população,
Deixe-me conduzir a vida,
Toda ela,
Buscando a liberdade,
Antes que vire uma vitima simbolica,
De um crime que nunca cometi !

Renato Broz

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"Caminhos de pedra"

Tratarei de tramar uma trilha e tirar meu traseiro tortuoso dessa travessa de tiranías trapaceiras, e torcer para que o tilintar dos meus tornozelos sejam tons tênues, para que possa andar em busca de algo que anseio sem que haja torturas ou bater de espadas.

Pois Belo só és quem, baliza os bumbos de braços abertos soterrando as coisas ruins, filtrando o qua há de bom revovando e renascendo a cada amanhecer.

Que cada gota do meu suor ou cada baforada do meu cigarro faça de mim mais que ontem, e que com minha vida brisa branda possa superar essa lida num mundo que por mim não será mudado.

Renato Broz

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Camisa de falhas

Sinto meus braços livres, leves e longos,
Loucura ou sobriedade? pele ou piedade?
Não há mais camisa de força,
Não há dor, não há forca,
Nem me lembro mais qdo foi que decidi enlouquecer,
Talvez para me aquecer me forcei a esquecer,
Entre rascunhos, pontas e pingos lembro !!!
Lembro que cortei meus pulsos e depois mergulhei as mãos no alcool
Fogo na palha, rapido, pulsante, num instante,
Sem dor, sem dó, sem dosar,
Esperando viver na morte e morrer sem pensar.

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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! Vejo !

Vejo o sucesso da margem, da beira, e ainda é terça feira,
Na viagem eterna que vivo,
Venero minha loucura e lastimo minha lucidez,
Será agora minha vez? será mais uma embriaguez?
Em pleno expediente, será que sou doente.?
Será?
Serro o mal e encerro tal tom , tal timbre, algelical e funebre breve,
Mais uma vez se tenta o que não se deve...
Delirio de febre, ai se fosse lebre leve..
Disparava a correr longe de morrer,
Isso se eu tivesse coragem de deixar o prazer!

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Vivendo com tranquilidade, sem desespero nem erro,
Me entregando por inteiro, passos certeiros e firmes,
Filmes da vida real, vida normal, ou quase,
A base, o combústivel,
O alcool, no motor, no sangue,
Siri no mangue,
Terra firme em alto mar,
É dom, é bom,
É ser e estar, gostar, amar, fazer acontecer,
Escrever sem esperar, sem exitar,
Acreditar, mesmo que pareça, não pereça,
O impossível acontece,
É dom, é bom,
É longo e intenso pra nunca acabar...

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Sou dela, sem mazela,
Aceno que sou sim, assim, sem rastros,
Me arrasto um pouco no espaço sem chegar me afogo e afago seus traços,
Só eu sei,
Só eu sei que sou dela e sabe ela se sabe, sei lá,
Sou dela prudente, avil, habil,
Quando sol, quando frio, quanto sou da vida dela não sei a fio,
Qual o feitio?
Qual o feitiço?
Há palavras?
Artificios?
Sou dela e ela?
Ela é vida mesmo não vinda, e se vens, bem vinda,
Mas está longe e se esconde, se esconde dela mesma, não revela,
Manda e desmanda e anda dividida entre celebres céus, loucuras, vestidos e véus, Inevitavel paradoxo,
Quem não entende seu olhar, Suas atitudes ou suas fotos, tão menos compreenderá uma poética explicação.
Sou dela e isso escorre pelas mãos.

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)
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Qm sou? se nem sempre sou quem quero ser,
Viro as páginas, as folhas do calendario, viro-me do avesso, viro bixo, viro bruxo, viro bucho, e viro o bucho de que me vira.
Qm sou? sou ser ou seu seu?
Serelepe, cínico, súbito saculejo, sou ninja, sou mancha no azulejo, sou poeta, sou pateta, nada atleta mas nado, tento e me atento, mesmo que por um momento ou até onde aguento, cachorro no relento, sou caixa, pedra, rosa, sou cimento, sou mala, sou maleita, leão na espreita, sou caça, caçador, dom puro do amor, sou pétala, sou belo, sou espinho e dor, sou clarão, sou breu, sou isso aqui, aquilo acolá, sou tudo, sou sol, sou só, sou luar, sou copo d'agua, sou mar, sou alquimia segura, vã loucura, sou prazo, dia assinaldo, sou lembrança, sorriso composto, alegria no rosto, sou brilho, transparencia, presença na medida, sou cachaça, sou ardida, dedo na ferida, fome e comida, sou futuro, sou magrelo, sou corrente sou elo, sou lábia, lástima, lágrima, sou lázaro, e mesmo assim não sou quem quero ser.

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