Agradecimento á Escola
"A maturidade nos concede uma dependência irreversível, que a medicina não pode curar.
Em consequência de um vício, o de viver sozinho,
que nos oferece a tranquilidade, a paz e a capacidade de existir ‘offline’.
Optamos pelo modo avião, por escolhas mais seletivas,
por uma companhia de qualidade — poucos, mas profundos: a família e amigos verdadeiros.
A solitude, com o tempo, transforma-se numa dependência improvável, mas inevitável.
E, no fim, ela se torna uma opção inegociável: a paz."
"A lealdade é cerebral
e tem a ver com o caráter
ou o gênero.
Metamorfosei as características do limão
sem precisar ser um favo de mel."
"A Inteligência Artificial,
fundamentada em vetores,
matrizes e transformações lineares,
representa a base essencial
para a
Criptografia Quântica.
Nunca se tornarão hackers.
No entanto,
o verdadeiro autor por trás dessas criações
é o ser humano."
ETERNIDADE
Um vale assombrado ou um pântano tenebroso
Abrigar-nos-á para purgarmos
Por toda a insensatez e luxúria...
Mendigos e flagelados ouviremos Coubain ou Janis Joplin
Blasfemando melodicamente contra o amor...
Teremos uma vizinha que pensa que já morreu
Que não fala, nem ouve, porque teme
Ter a certeza disso por outro alguém
Revoada de corvos na tarde
como um mal presságio
E, à madrugada, relâmpagos e trovões
numa tempestade apocalípticas...
Na vereda que conduz a caverna dos enforcados
Uma ou outra cruz demarcando
aqueles que não souberam lutar pela paixão
Mas também veremos árvores com corações
E declarações de amor sem fim
Alguns poemas que jamais entenderemos
Porque a eternidade é obscura e fria
Mas quando eu conseguir entender
Quando ela chega com meia dúzia de estrelas no bolso,
A ansiedade no olhar, corada e arfando: ‘’quanto tempo!’’
Na minha mente eclipsada de confusões
Um raio de luz entrará furtivo
E uma manhã ensolarada expulsará do vale
Todos os fantasmas e habitará o pântano
Então eu direi sem me preocupar
Como as palavras podem ser simples e banais:
“Eu também...”
ESTIO
Curvo me sob a penumbra,
Tateando á luz da lamparina,
Este quase prazer literário
De ser só, este quase desejo de sofrer,
Confeccionando da tristeza a rima...
Meus desejos murmuram sob a tumba,
Jaz inerte e plácido no ataúde,
Um soneto lúgubre de agonia,
Morcegos a debater-se nesta treva,
A corroer o inimaginável rei das trovas...
Este desencanto com a vida,
Este dessentir-se extraordinário,
Este estio, árido, literário,
Que me faz ruir à cova...
A CURA
Estive sempre à margem da loucura,
uma depressão tão pura;
a noite que se procura, a cura que se promete, a ternura;
por que não nos olhamos,
por que não nos abraçamos,
por que não dançamos como se estivéssemos sozinhos
eu sei que essa multidão que nos habita é solitária,
com seus olhares perdidos,
com palavras inseguras e desejos indefinidos...
e o que desejamos então? o que desejamos...
exatamente isso, essa coisa inexata
que nos abraça como uma névoa
e nos conduz à gravidade grave
de se permitir acreditar que cair
é o pilar que nos sustenta ou não;
mas o que seríamos sem essa margem de loucura
ou a profundidade dessa depressão;
somos frágeis, mas essa fragilidade é que sustenta e harmoniza
esse universo: aonde mais encontraríamos: amor, paixão e poesia?
A minha vontade é uma cidade tranquila com pessoas serenas que se encantem com o neon e se apaixonem pelos manequins vestidos em viscoses estampadas... ou simplesmente caminhem sem medo por estradas carroçais ao lado de rebanhos ou manadas em retorno para seus currais num final de tarde, como se não fosse tarde para contemplar o ocaso ou como se a dor não empoeirasse a alma. Acho que o mundo poderia ser melhor se estivéssemos todos em estado de gestação para gerar uma esperança para quem derrama um olhar, para quem estende uma mão, para quem precisa de um sorriso. Na verdade o que precisamos é um banho no rio, um mergulho no lago e nos limparmos de toda incoerência que nos conduza a atalhos sombrios, porque na real, na essência, parodiando John: "tudo que precisamos é amor."
A solidão me deixou tão só, me abandonou sozinho
me deixou perdido no teu olhar vazio
a solidão me abandonou sem horizontes,
sem pontes que eu acreditava na tua presença,
a solidão me deixou assim, sem começo e sem fim
sem nenhuma razão pra acreditar no amor...
QUARENTA ANOS DE GESTAÇÃO
Olhava as mulheres gravidas com mais atenção;
a gravidez é no mínimo um gesto de amor;
um gesto de amor que geraria outros gestos de amor.
A mulher é o maior presente de Deus para o homem.
Mulher é divino. Mas a gestação de que falaria não era a de nove meses, era uma gestação de quarenta anos.
Poeta é um ser em eterno estado de gestação.
Assim aos primeiros olhares tudo é descoberta,
tudo é belo, tudo é paixão;
poeta se apaixona pelo menos sete vezes por dia
e sete vezes vai e volta à plutão.
Assim passeava no limite de seu universo,
até descobrir que era um feto em forma de versos,
uma gestação de toda uma vida... então um dia talvez nasceria AMORAMORA
a minha verdade não é minha
e a minha essência é multidão
eu brinco de ciranda ao redor da montanha
de mãos dadas comigo mesmo
penso que sou feliz e isso é tão longínquo
que os rios me carregam
e as estradas me conduzem
em fila indiana até que eu caia de um crepúsculo
e ressurja no nascente e os primatas
que eu fui eram tão ternos,
tinham a ternura das tristezas e das indecisões
e isso fazia deles seres melhores do que hoje somos
agora eu fico sozinho comigo mesmo e os meus cromossomos
ora refletindo, ora contemplando
e eu me pergunto: será que eu não sou Deus?
porque afinal de contas, eu também sou solitário,
eu também sou triste, fico perdido no que me constitui
e no que compõe o meu DNA.
Primata? -Não, os dias gloriosos se foram;
preservei daquele símio só o angustiante prazer
de se entregar a paixão... e quando ela passa
iluminando o vale com sua aura, eu brinco de ciranda
de mãos dadas comigo mesmo ao redor da montanha
até que ela o encontra sob a copa de uma amendoeira frondosa
se abraçam terna e loucamente apaixonados
a fazer piscar de acanhamento astros há mil anos luz ...
e eu fico pensando: ah, se eu não fosse Deus...
A única maneira de combater a insignificância humana é criando arte! A vida é uma arte. Viva a arte, viva a vida!
Sei que não se deveria expor uma felicidade em vitrines...a lei da procura é maior que da oferta... gente demais olhando e milhares cobiçando a felicidade alheia...sinônimo de falta de competência em buscar a sua própria.
Mas, hoje eu vou abrir uma excessão , e contar pra estes bandos de invejosos que estou exageradamente feliz. Quem sabe assim dou aulas de como não perder seu tempo estragando felicidades dos outros; enquanto a sua não esta no topo.
—By Coelhinha
'A finalidade do castigo é conseguir que o culpado não tornará a cometer o delito e conseguir que os demais abstenham de fazer.
No facebook eu reafirmo de uma forma mais transitória.'
—By Coelhinha
'A maioria de algumas belezas sai com água e sabão; a verdadeira beleza pode ter certeza que mesmo ninguém vendo, se nota porque está no coração.'
—By Coelhinha
Chega de mediocridade, hipocresia, de egoísmo...a humanidade só será melhor quando as pessoas perceberem que é somente dando a quem não tem,
que você passa a ter o que realmente importa; pode ser que aquilo que não era importante pra você, foi pra alguém.
—By Coelhinha
“A mesquinharia é prima da arrogância...a agonia sempre foi um dom que a discrepância fez questão de negar.”
—By Coelhinha
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